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sexta-feira, junho 19, 2009

TRABAIA, TRABAIA NÊGA!

Tava eu lá no tronco.
A semana inteira.
Sonhando com o programa e encarando os fatos!
Eu tava lá.
Fazendo minha parte, tomando um choppinho e mostrando meus sonhos.

Sabe? As pessoas gostaram e acham q o sonho nem é viagem!
Tomara q não seja.
Porque enquanto o tempo escorre segundo a segundo, às vezes eu acho q é.
Mas tenho q confiar não é mesmo?

Aí eu e Sr. Engraçadão quase não nos encontramos de novo.
Não é que não queiramos.
A gente quer, mas são os percalços!
É a pressão do cotidiano.
É... minha Lan Sogra ainda no hospital e mesmo sob uma capa de normalidade, a gente se dói!
Não falei?
Ah...!

Ela está. Tem meses.
E eu queria q o sofrimento parasse. O passado, q nem meus 5's leitores sabem, ficou lá no passado. E eu quero taaanto q ela não sofra.
Eu só quero isso prá ela.
Porque tem lições q eu não acho muito justo ser na maturidade.
Mesmo que elas não tenham sido aprendidas na juventude.
Às vezes a gente nem vê as evidências, ou às vezes a gente nem chegou perto dela.
E viveu uma verdade q nem era tão verdadeira.
Todo mundo vive assim, cada um no seu nível!
Cada um no seu momento de aprendizado.

Mas ainda sim, as evidências, a verdade, caminham sempre ao nosso lado e é questão de escolha.
Às vezes nós fechamos os olhos conscientemente. Quer evidência maior?

Mas nem sempre vemos o q está ao lado.
É mais fácil ver o q está mais longe.
E seria justo reconhecer ou "pagar tais consequências" tão tarde?

E agora tá passando aquele seriado, tudo novo de novo.
E eu fico pensando, q a gente em é q resistir!
Trabaia nêga!

*James Blunt - No bravery

quarta-feira, maio 20, 2009

CARTA A UMA QUERIDA AMIGA

Esse post é sério heeein!!
Então, se depois nos comentários eu ver alguém falando q foi chato, não digam q eu não avisei!

Eu tenho uma amiga muuito querida q está passando por uma verdadeira provação.
Não é daquelas provações do tipo q ficou cega, ou descobriu uma doença incurável ou ainda q descobriu q seu cabelo nunca poderá ser alisado com X-Tenso de L'oréal Paris.

É uma daquelas provações comum a todos os adultos.
Uns passaram com menos dificuldade, outros passaram enfrentando algumas tempestades e outros como eu e ela, fomos verdadeiros desbravadores.
Prá contar sobre essa minha amiga, eu vou usar um pouco da minha historinha prá ilustrar a bagaça.

Essa fase costuma ser a porta de entrada para o mundo adulto.
Ela é como se fosse um verdadeiro ritual de passagem: Trata-se da conquista da liberdade. Cortar o cordão umbilical.
Some-se a isso, pressão na vida profissional, compromissos sociais, sexo e a estréia de um programa q é uma verdadeira prova de fogo!

No meu caso, aconteceu um pouco diferente. Mas foi parecido.
Eu fiz um curso livre de teatro - Commedia Dell'Arte - na escola de teatro Martins Pena.
Para quem não conhece, é a única escola de teatro no RJ que oferece um vestibular e nessa época, era uma espécie de escola estadual. Dificílima de passar.
Eu queria fazer comédia e me inscrevi nesse curso, que ao final do período, apresentaria uma peça e os bons, fariam parte da companhia do professor e ator Victor Villar.
Eu era realmente das boas!
Popular no curso, uma das mais criativas, das mais queridas, quase uma fodona!
As pessoas faziam rodinha a minha volta quando eu chegava e eu era muito segura no q eu fazia.
Era comprometida também, apesar de trabalhar fora e morar longe.

No final, encenaríamos uma peça, q pasmem, eu esqueci completamente o nome agora...
Bem, o texto estava na ponta da língua. Prova de roupas Ok. Maquiagem bem elaborada, feita por mim, eu estava cheia de orgulho e de maneira nenhuma nervosa. Meus amigos, parte da minha família estariam lá.
Na época, eu e Engraçadão estávamos rompidos, mas ele prometera aparecer, mesmo sabendo da cena do beijo. E aí?
Aí, aconteceu que em quase todas as minhas falas e na parte do improviso, q é o carro chefe da commedia dell'arte, eu amarelei. Perdi o controle. Em todas as minhas falas, eu simplesmente entrava mecânicamente, como se estivesse suspensa no éter e alguma coisa tomava conta de mim, dizia as falas. Eu mesma, não estava no controle e não tive a menor graça, apesar de no auge do meu nervosismo, ter ouvido gargalhadas ao longe.

Foi uma merda! De tanto eu ouvir merda prá vc!, absorvi a merda toda prá mim. Foi uma das piores experiências da minha vida.


O professor, daria uma espécie de senha ao final do espetáculo, para coroar a "efetivação" na companhia e eu, a melhor, a the best, não recebi nada. Cheguei a pensar q ele não faria isto neste dia. Mas para meu engano, o elenco foi fechadinho e pior, as pessoas ficaram morrendo de pena de mim. Indignadas mesmo.

Quer coisa pior?


Bem antes desse episódio, tive q enfrentar o bom combate.
Cortar o cordão umbilical de Dona Engraçada ligado a minha pessoa, não foi tarefa das mais fáceis. Aliás, eu ouvi muita merda pela fuça!

Eu, q aos olhos de mamãe era uma menina dependente do dinheiro dela prá peidar, além de obediente e dócil...; ao iniciar a carreira profissional, dei meu grito.
Como eu fiz? Simples!
Ligava e dizia, estou em tal lugar e não volto, durmo na casa da fulana, ou volto tarde... deixava ela berrando do outro lado, esbaforida, mas nunca sem uma satisfação.

Minha mãe nunca ameaçou me expulsar de casa. No máximo, dizia q assim não ia dar e eu já sabia o significado. Mas fiz o velho conhecido ouvido de mercador e vivia a minha vida. Ouvi muita coisa feia saída da boca de Dona Engraçada!
Coisas q uma mãe amorosa, nunca deveria proferir a uma filha, por mais q ela merecesse. Mas... hj eu enxergo muitas deficiências nela, ignorâncias, q eram projetadas em mim, q sou totalmente diferente dela.

Então amiga?

Errar é humano e como eu já te disse, é desnecessário concentrar-se no erro, mas imprescindível pensar na solução. A vida é progresso constante.
Cortar esse cordão dói. De uma maneira ou de outra, dói.

As mães se recusam q nós crescamos. Algumas entristecem, porque sacam q o tempo delas passou de verdade. Outras mães sentem ciúme, porque a gente tem toda uma estrada pela frente, qdo a delas, já foi parte decidida e sem volta.

Mães são assim.
Elas não são perfeitas, de maneira nenhuma. Elas são humanas.
E elas muitas vezes nos magoam, espezinham, competem deslavadamente, mas isso (nem sei como explicar, é mais uma certeza mesmo!) não quer dizer em hipótese alguma, q não nos amem.

Elas amam sim.
Dentro de suas ignorâncias e limitações.


E Então amiga?
Chora não.

Enxuga essas lágrimas, porque Deus em sua infinita bondade e sabedoria, colocou os amigos perto de nós. Prá nos consolar, fazer ouvido de penico, aconselhar e muitas vezes, dizer coisas q as nossas mães deveriam ter dito.

Vc não está sozinha e nem é a única q teve q brigar.
Arregace as mangas querida! Vamos lá.
Prepare o mercúrio cromo, o band-aid, prenda o cabelo e saia na porrada mesmo.

Lute por sua liberdade e pela sua autonomia.
Vc é bela. Vc é íntegra e confiável.

Acredite q mais dia, menos dia, sua santa progenitora saberá; assim como hoje, a minha sorri e me chama de linda.
Não tenha medo. Siga em frente e se arrebente.
Vc verá q vale demais!


Bjs da amiga Engraçadinha.


P.S: Na foteenha, apareço trajando meu shape antigo, antes q vcs comecem a xingar o cirurgião!

* Engraçadinha playando prá amiga: 1973 (Acoustic) - James Blunt

quarta-feira, novembro 14, 2007

EU VI UNS FILMINHOS...

Quando se está em casa, sem poder sair e sem ter din-din prá fazer programas q eu gosto, nada melhor do q alugar uns filminhos prá ver.
Eu devia tirar toda a lista da locadora nestes últimos meses, prá vcs, meus queridos 5's leitores verem o q eu ando vendo. É tanta coisa... e é quase nada, perto do q eu poderia.
Sou cinéfila sim.

Não porque vivo vendo filmes europeus ou independentes, mas porque amo cinema. E vejo quase muita coisa se o tempo e o dinheiro permitissem.

Minha listinha do domingo q passou:



  • MEU AMOR DE VERÃO

    Alguém viu esse filme aqui?? Até passou na segunda feira no Telecine Premium, dia seguinte q eu vi, falei alguns palavrões... básico. Mas talvez não tivesse visto na TV. Lá na loucadora, ele tinha encanto.
    Adoro filme inglês. Adoro humor inglês. São sarcásticos, inteligentes e tem umas tiradas ótimas, como se eles fossem a escória (devem ser mesmo, até...). Bem, daí me deparei com essa bela fotografia e embarquei, mesmo sem ter reparado q era um filme inglês. É... seqüela pura!
    A história é daquelas q vc não dá nada, mas não consegue desgrudar o olhar. Sobre duas meninas q se conhecem nas férias, numa cidadezinha da Inglaterra, q parece ser do interior. Uma muito rica, a outra fodidinha e sem perspectivas. O mundo da rica, seduz a da fodidinha, pórém, a riquinha entediada com sua vida de facilidades, resolve curtir com a cara da outra, inventando personagens, exibindo sua inteligência e por fim, conquistando o coração da fodidinha.
    Éééé, meus queridos, têm briga de aranhas, mas tudo muito sutil, nada de nojeira. Q as lésbicas me perdoem, mas beijo lésbico é algo q me deixa ... de nariz torcido, mas não é por mal, viu?! Cada um com a sua opção. Eu sou a favor do amor e pronto. Não é o caso aqui no filme. Aaaah, deixa eu contar o final??? Nããão?!
    Tá bem. Não conto em respeito aos q não viram, mas é muito maneiro.
    Ótimo prá quem gosta de filme europeu, péssimo pros impulsivos.

  • COPACABANA


    Eu peguei esse, porque gosto de Carla Camurati. É, o filme é dela! Nem li a sinopse, porque me lembro das entrevistas por ocasião do lançamento.
    Lembro, chega a ser hilário, já q minha memória é falha prá caralho, mas lembrava mal e porcamente e achei q o filme era bom.
    Bom entretenimento, excelentes atores. A Carla desenterrou a velharia toda. Só Marco Nanini e Laura Cardoso, são os mais atuais. Mas o grande elenco, conta com Myriam Pires, Renata Fronzi, Ida Gomes (te lembras disso???), só prá ilustrar alguns.
    A trilha sonora é bem bacana e fica grudada na cabeça e se contrapõe a história sem fugir do contexto. Q é sobre o aniversário de 90 anos de um senhor da turma. Passado e presente se misturam, sem ficar aquela coisa chata. O filme é bom, mas eu esperava mais!

  • A ESTRANHA PERFEITA


    Tinha um tempinho q eu não via filmes com a Halle Barry; com Bruce Willis então...
  • Este é um trillerzinho, ágil, sobre uma jornalista q se emputece com o chefe depois q ela consegue fechar uma puta matéria, q denunciaria um deputado gay e hipócrita e o jornal não publica. Ela se demite e acaba investigando o assassinato de sua amiga de infância.
  • Até aí tudo bem e é aí q o Bruce entra.
  • Na verdade o Bruce quer entrar quase q no elenco todo...

  • Só q rola uma reviravolta no filme e o clima de expectativa, tipo: Ai, será q ela vai ser pega agora?! permeia toda a trama.

É um suspense bacaninha, mas não é um puuuta filme.

Eu diria q é surpreendente, mas não é um puuuuta filme.
Médio. Bom entretenimento e pronto.



  • BENJAMIM



    Aaaah eu tava doida prá meter o malho nesse filme! Sabe quando vc sempre esbarra com um filme na loucadora e fica, pego ou não pego? Pego ou não pego?! Pois então...
    Não q seja um filme ruim... nãããão!
    Eu é q tô ficando burra. É isso.
    À medida q meus zanus vão avançando, meu cérebro vai encolhendo.
    A sensação q eu tenho, é q a diretora (Monique Gardenberg - me lembrem prá não pegar mais nada dela!), queria me confundir o filme todo.
    E olha q o Sr. Cabeça de Bolinha também ajudou, hein?!
    Mais um daqueles filmes q misturam passado e presente (isso tá ficando batido...) e lá pelo meio do filme, vc já não sabe o q é viagem e o q é real. Quer dizer, vc sabe, mas o troço quer te pegar sacou?!
    Talvez o livro do Chico Buarque, seja mais palatável. Ou não! Como diria Caetano.
    Palmas prá Cléo Pires, q arrebentou em seu filme de estréia. Ela realmente, teve performance de atriz veterana, sendo apenas uma iniciante. Deve di sê o convívio com a mãe. Sabe como é né...?!
    Mas a história mesmo... estranha, meio confusa, quase chata. O final é de xingar palavrões cabeludos, maaas, se eu não tivesse pego, estaria até hoje com aquela pulguinha me fazendo cosquinha na orelha. Tive que ver por mim mesma. A crítica acertou em cheio em fazer festinha prá Cléo e só!



A musiquinha de hj, é mais uma do James Blunt, q eu não tenho, mas roubei tipo assim, na mão grande. Tava dando uma lida na letra, cujo título é 1973, ou seja a Simona da música é 1 ano mais nova q eu e está sendo quase chamada de velha, então... o q eu seria???

Whatever!

Véia.



Engraçadinha véinha toca: 1973 - James Blunt

quinta-feira, setembro 27, 2007

COMPLICAÇÕES

Que mulher é um bicho complicado, esquisito, misterioso e perigoso, todo mundo sabe.
Eu já sabia!
Mas nunca me julguei um ser tão complexo ou tão complicado assim, prá ser chamada de mulher. É óbvio q sou mulher não! sou operada! Dãããã!!!, mas o que quis dizer, é q fujo um pouco a regra.
Detesto problemas, detesto complicações e detesto ficar encucada com um troço.

Com o advento da segunda cria, tinha me esquecido de um monte de coisas q se passam depois do parto.
Claro q nenhuma mulher é igual, portanto, só posso falar da minha própria experiência.

Primeiro, q passando tão mal durante os três primeiros meses (siiim, vcs já viram essa novela!) passei máquina 5 no cabelo, porque ficar com o cabelo feio prá mim é pior q a morte. Não q eu tenha esquecido q minha força está literalmente na peruca!
Mas fui assim... digamos... imediatista. Hoje, estaria uns 8Kg acima do peso, porém de cabelão! Não é o q acontece. De cabelão, só nos meus sonhos, onde apareço magra e com o cabelo grande e lindo.

Segundo, estou bem acima do peso, como disse acima, 8Kg acima, o q não é nenhum terror já q estou amamentando, mas essas divagações, levam a outro problema.
Ganhei um belo d'um tribal de estrias em volta do umbigo. Isso só sai na faca.


OLHA A FAACA!!

E com o cabelo crescendo prá cima e pros lados, 8Kg acima do peso e com um tribal em volta do umbigo, como ter sex appeal??
Como me sentir sexy pro meu marido, somando-se a isso tudo ainda, a questão do pouco tempo q temos a sós.
Prá piorar, ainda fiquei virgem de novo.

Sim meus caros e queridos 5's leitores, não sei o q acontece depois de uma cirurgia, q lá nibaixo, fica tudo completamente apertado... como se eu tivesse com cab-aço de novo.

Desculpem a franqueza!
Quem não tiver estômago prá ler ou pobrema dos neuvo, feche os olhos, mas não leia isso aqui.
Eu preciso falar sobre esse assunto, principalmente porque já passou, eu acho.

Quando o médico liberou, a gente foi prá cozinha prá namorar.

É óbvio q depois de tanto tempo, meu digníssimo estava prá lá de afoito; mas até q se comportou, foi sexy, másculo, cavalheiro e quase perfeito, não fosse a pressa conforme a situação foi esquentando.
O q eu não contava, é q mesmo excitada, Zé Guilherme só entrava até a metade, pode?!
Tentei, tentei, mas a dor era insuportável e isso acabou me frustrando e frustrando Engraçadão q resolveu o problema na mão! (Ih! Rimou!!)

Depois disso, tentamos outra vez na cama, de ladinho e nada.
Novamente aquela dor horrível. Não cabia.

Até q eu me lembrei, q após o ser liberada pelo médico no parto de Pacoteenho, eu fui muito raçuda. Lembro q senti dor, mas fui por cima controlando e finalizei o homem. Daí, ontem resolvi testar.



Bicho, virgindade é uma merda.
Estava bom, mas tava ruim entende?
Doeu prá caraaaaalho, mas eu consegui sentar em cima de Zé Guilherme e Engraçadão felicíssimo, hj está até falando mais baixo de tão tranquilo.

E eu... bem, eu estou conseguindo sentar em qualquer lugar, sem ser de lado. Sento em bancos, cadeiras, sofás, camas...
Chegou a ser uma preocupação, mas agora estou certa de q na próxima vez, será mais prazeroso e não haverá dor. Pelo menos eu presumo q não.

Isso me fez pensar em como a gente é bombardeado por sexo o tempo todo e isso está super ligado a bem estar, antes de mais nada.





O único problema, é q agora eu devo aprender a ser sexy com essa minha nova imagem totalmente dissociada do q eu sou... do q eu me sinto.




Engraçadinha toca: Wiseman - James Blunt





domingo, setembro 09, 2007

MUDANDO DE ASSUNTO:

Eu comentei q assisti a alguns filmes:

  • Pequena Miss Sunshine

  • Dreamgirls

  • Letra e Música


Muito bacana o primeiro:



Com participação de Tony Collette q faz a mãe da menina, gostei do filme (ah! eu já disse isso!). É surpreendente, o elenco afinado e a história inusitada mesmo. Não tem cliché ali.

Cliché ali, só as menininhas da foto. A personagem principal, só queria vencer um concurso de beleza, sendo alguém normal e se parecendo com. O mais encantador, é q ela não está nem aí pros estereótipos e perde assombrosamente.

Inclusive, provoca a ira dos jurados, justamente por ser quem é. Ela mesma.

Houve um tempo, em q eu briguei muito prá ser quem sou. Extrovertida, brincalhona, desbocada... mas as pessoas não me levavam a sério mesmo. E pior, eu acreditava nas pessoas.

Depois, parei de dar murro em ponta de faca e resolvi me render ao sistema. Me travestindo de moça recatada prá sobreviver. Felizmente, sou péssima atriz e hoje, encontrei um ponto de equilíbrio e consigo conciliar quem sou, com o q a sociedade espera de mim.

Pelo menos eu acho...

Eu adoro Tony Collette!


Acompanho mal e porcamente a carreira dela desde O Casamento de Muriel. Ela e aquela menina q foi a primeira a pegar o Brad Pitt, a Juliete Lewis.
Vi q essa menina tinha talento e sempre q posso vejo algum filme com ela. E ela manda muito bem.
Prá vcs terem uma idéia, ela trabalhou em O sexto sentido, como a mãe do menininho q era medium; Em seu Lugar, com Cameron Diaz, onde fazia a irmã feia mas bem sucedida e outros filmes q não lembro agora, lórrico!!

  • Dreamgirls foi um esculacho só (prá Beyoncé!).




Jennifer Hudson , deu uma rasteira primorosa em termos de performance e potência vocal na Beyoncé. Não q a Beyoncé não cante. Isso canta e muito, mas encontrou uma oponente a altura. E o pior é q nem foi proposital. Elas estavam interpretando, não deveria ser real.
Mas sabe como é a mídia né?!
Não pode sentir cheiro de disputa no ar, q cai matando.


E aí, bastou as moçoilas irem na Ophra e a apresentadora dar todas as atenções e elogios prá Jennifer, práticamente ignorando Beyoncé, prá começarem os buchichos.
Jennifer acabou ganhando o Oscar, botando assim, mais lenha na fogueira.
Dizem q na apresentação das duas cantando uma música do filme, deu lugar a gritaria generalizada, porque uma queria mostrar q podia mais q a outra.
Sinceramente, perdi esse bafão!

O programa da Ophra eu assisti, mas ainda não tinha visto o filme, portanto não dei importância aquele desdém. Só achei estranho, uma estreante receber mais atenção q a famosa, contudo passei batida até ouvir o buchicho da mídia.

O q eu posso dizer é q Eddie Murphy mandou muito bem, Jamie Foxx irretocável e a história, dizem q é baseada no q aconteceu com as Supremes, grupo liderado por Diana Ross. Inclusive, faz referência até aos Jackson Five.

Bom entretenimento prá quem gosta de música. Eu gostei, mas quem não gosta de música, não recomendo. Porque elas cantam e muito!!


  • Letra & Música meia bomba!




Se vc pegou pensando q ia ver outro Lugar chamado Nothing Hill, ou o charmoso Simplesmente Amor, se enganou redondo.
Comédia romântica adoçada com adoçante de pior qualidade.
O q isso quer dizer?
Q o filme não surpreende nem um pouco. Vc já começa sabendo q os dois vão se apaixonar e pior, não há uma maneira surpreendente prá isso!


(Eu pegava mesmo sendo véi e enrugadinho!! principalmente depois de Divine...)

Hugh Grant continua como o canalha bonachão de tiradas engraçadas e Drew Barrymore, bem... Drew chega perto da garota neurótica, mas fica por isso mesmo.


Tem um brasileiro pegando!

Não surpreende. Apesar do talento dos dois.

Se vc gosta de perder seu tempo com filmes leves, pode pegar, mas nem ao menos engraçado o filme é.
Bem fez Engraçadão q nesse dia, assumiu seu cansaço e foi prá cama mais cedo.
Eu q não obedeci, passei o sábado completamente estragada e o dia inteiro na cama, sendo sugada por vcs sabem quem!

Tenho q aprender a ler os sinais. Definitivamente!

Bj na bunda e bom divertimento.
(até parece q alguém vai na minha...)



Engraçadinha toca: High - James Blunt

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