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sexta-feira, agosto 23, 2013

QUANDO A MATÉRIA CAI, NÃO QUEBRA


Aproveite que você escolheu administração para bater palmas. Vai ficar inserido na rotina até o pescoço e por mais que lide com as adversidades, sempre haverá uma saída. Um plano B.

Com jornalismo não é assim. Aliás, com TV não é assim.
Existe um termo em televisão e creio que em jornais também, chamado a matéria caiu
Os leigos podem pensar que o cair do termo, significa que seu computador caiu no chão, suas anotações, seus escritos... não, esquece isso. Matéria cair significa que ela não vai ao ar. E quando é a sua matéria que não vai ao ar, você tem que saber lidar com adivinha? Suas emoções, well done, Flipper!

Aliás, esse povo de comunicação é mesmo um povo muuuito estranho. Eu nem posso abrir a boca e sair chamando geral de estranho. Estranhos deveriam ser os outros que fui obrigada a conviver durante toda a minha vida, fora do meu eixo. Os de escritório, os da administração, os do operacional. Agora eu entendo porquê a vida inteira fui chamada de maluca. Porque claro, estava fora do lugar. E ainda não está claro pra mim, porque levei tanto tempo pra ter coragem de ficar com a minha galera, minha tribo.
Eu sempre fazia um pedido e uma piadinha, uma informação com uma gracinha... minha criatividade escapava pelo verbo, pelos poros, pelas piadas ou musiquinhas que inventava na hora e a galera da Engenharia adorava aquele meu jeito, felizmente até me respeitavam, porque sempre fui das que se entrega a uma tarefa. Ainda sim, isso não foi o suficiente pra me alavancar.

Agora, onde estou, faço uma piadinha e a galera faz outra. Conto uma historinha e o povo inventa junto, se canto uma musiquinha, ela é prontamente completada com outra. Estou parecendo aquela Zebra de Madagascar 2, que finalmente chega à Africa e encontra zilhões de zebras que nem ela, fazendo exatamente a mesma coisa. 

Tem o lado ruim também. Porque são todos criativos, sensíveis e claro, egocêntricos. Têm os estrelados e graças à Deus, tem os humildes que enxergam um talento em você. Mas absolutamente todos são mega sensíveis e sério, não faço ideia do porquê são assim. Claro, são como eu. Ah, vocês não sabiam que eu era sensível? Claro que sim. Só que eu aprendi a não morrer em cada derrota. Quédizê... cair e levantar sempre! Hoje segurando a onda pra não sucumbir por um tombinho.

E a matéria cai. Sempre cai em algum momento e a gente tem que rezar pra não ser o escolhido. Nas duas últimas semanas eu venho trabalhando numa ação conjunta entre Rock in Rio, Prefeitura do Rio e Estácio. A Estácio levou diversos voluntários a três praias da zona Sul pra conscientizar o carioca da importância de não jogar lixo no chão, começando pelas praias [precisava ensinar uma coisa básica dessa? Uns porcalhões!]. 
Foram distribuídas sacolinhas, muito bate papo e matérias foram feitas.
Uma repórter em cada praia, três produtores, eu incluída.
Acontece que na hora da edição, muito material tem de ser descartado. Faríamos uma única matéria incluindo as três. A minha repórter rodou na primeira peneirada e eu fiquei [APLAUSOS]. Ainda restam trinta pra sair e eu espero ser parte dos quarenta que vão formar o time de reportagem e produção no Rock in Rio. Fiquei trabalhando no material e essa semana, adivinha! Acho que quase tudo o que fiz com os outros dois produtores será mudado. 

Não que não estivesse bom, mas por estar incompleto. Com a desvantagem de essa edição estar sendo feita na Barra e não no meu Campus e isso implica em dividir as crianças, fazer com que alguns deles matem aula por mim e deixar o mais velho por conta própria até o pai chegar do trabalho. Pois é... estou me sentindo a própria Tutti. 
Claro, participei intensivamente por dois dias dessa edição, mas a mudança só veio depois que a professora deu uma olhada e optou pela mudança.
Não posso dizer que a matéria caiu, porque ela vai ao ar. Ela será exibida, só não estou me sentindo tão dona da história quanto antes. De qualquer forma, é muito bom poder experimentar certas situações sem sofrimento agora.

Aqui vai nosso último trabalho para quem ainda não viu. O grupo o qual fiz parte, contava com 6 integrantes e esse vídeo foi em homenagem ao nosso campus. Velha guarda e nova guarda. Os professores gostaram tanto, que nos autorizaram jogar nas redes e no youtube. 
Divirtam-se e comentem.



Bj na bunda!

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Ai, ai, ai!

Quem me acompanha q nem novela sabe!
Eu definitivamente não sou uma pessoa atual.
Posto sobre o natal, depois que acaba o ano novo, falo sobre o dia das mães perto do dia dos pais e por aí vai. Com o carnaval alalaô não seria diferente não é mesmo?
Eu não tenho me identificado com as obrigações dessas festa.
É sempre a mesma merda! Ou vc tem q viajar, ou tem q encher o pote, ou beijar geral, ou acompanhar os blocos ou... pataqueoparál! Devo estar ficando velhusca mesmo, porque não ando tendo o menor saco pro q a boa etiqueta carnavalesca recomenda.
Só tenho tido disposição prá acordar cedo e ir à praia com os moleques e no máximo, encher a cara q ainda é meu forte.
Nem fodendo... aliás, não ando fodendo também!
Engraçadão deve estar a-mando muito tudo isso. Ou tocando punheta em algum lugar coitado. Mas se depender dele também... é todo santo dia.
É meninas, eu não posso mesmo reclamar. Só q meu período de crise, como eu bem disse há dois posts atrás, ainda não acabou e sendo assim, ainda não vesti minhas botas de mulé maravia!
Além do quê, foder-foder mesmo depois de zanus de relacionamento, envolve muito mais coisas do q pode supôr nossa vã filosofia.
Eu ultimamente fico admirando ele de longe.
Fico observando sua boca, fico observando suas rugas já surgindo, seu sorriso e seu jeito de falar. Observo várias coisas e estou naquele estágio de admiração pré-coito, q não coita nunca.
Ah! Deixa eu prá lá, vamos ao q interessa.
O vídeo abaixo, eu fiz pro mulheres e vou postá-lo lá também, assim q seu mestre mandar.
Mas fala de um assunto muito oportuno, q é sobre a lixarada na praia.
É curtinho, q é procês não enjoarem de muito blá-blá-blá q fica chato né?!
Eu falo como se fosse pro mulheres e como todos sabem, lá, eu não fico falando como se fosse eu casada, sobre minha vida e tals.
Lá eu falo como simples mulher q sou, por isso abuso de textos picantes, rancores, amores, mentiras, sexo, traição... cotidiano feminino mesmo. Tudo pelo showbizz afinal!
Quem costuma ir lá sabe como é e quem não vai, tái um convite.
Então... Então, ao invés de ficar de bobeira, vou mostrar:



Meus queridos 5's leitores fica aí uma deixa prá exercitar cidadania também na praia.

Bj na bunda!

*Musiqueta -> Hermes e Renato em UNIDOS DO CARALHO

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