Mais um papo de mulézinha, eu admito!
E lamento desapontá-los, mas eu sou uma mulézinha.
Paty não! Mu-lé-zi-nha.
Eu gosto de andar cheirosa, eu gosto de estar c/ o cabelo bonito e c/ "o" óculos de sol, mesmo se o tempo tiver nublado... tudo bem, minha fotofobia contribói e muito p/ isso;
Eu gosto de ser notada aonde passo e confesso que uso isso p/ tirar vantagens e como não?! Acelerar certas coisas q empacam.
Eu gosto de andar bem vestida, mesmo q as roupas não sejam novas... só eu sei (agora vcs também, né?!).
Eu até saio da loja c/ um sapato q não coube direito - para mais ou p/ menos - só porque me apaixonei pelo modelo.
Sim, mulézinha tem dessas coisas.
Mulézinha tem um quê de fashion, sem estar podendo.
Isso não é problema! Não mesmo. Principalmente quando a TPM foi embora faz tempo!!!
Hoje, está tudo azul. Principalmente depois daquele orgasmo. Uuuuu!
Depois da TPM tudo se ajeita.
Mas o papo mulézinha tem razão de ser.
Eu mudei radicalmente minha alimentação, p/ poder entrar em certas roupas depois q Pacotinho nasceu.
Comprar um novo guarda roupa estava fora de questão, então, eu resolvi fechar bem a boca.
Também, porque qual é a mulher q gosta de estar acima do peso?
Ninguém gosta.
Daí, eu fiz assim:
Primeiro tomei umas bolinhas q a médica passou em novembro do ano passado.
Tomei até janeiro desse ano e fui parando por conta própria.
C/ a redução do apetite, fui diminuindo o consumo de carne vermelha e de todo o resto.
Dei preferência p/ legumes, verduras, saladas e peixe. Muuuuiiiito peixe. Frango é a última opção.
Claro! Não abri mão do pão francês quentinho, nem da mortadela santa de cada dia.
De doce nunca gostei.
A cerveja, quando tem El Porro é foda, porque eu enfio o pé na jaca, mas quando não tem eu nem bebo muito.
Com isso, consegui emagrecer 6 Kg. Eu estava c/ 59kg no início do tratamento e na última pesagem 54.5kg.
A médica sugeriu q eu procurasse um AA, porque meu problema não era comida, mas bebida. E tinha razão.
Eu diminuí a quantidade de cerveja e aumentei a de vinho. Bingo! Deu certo.
Aí, semana passada c/ aquele papo de TPM, percebi q não estava inchando.
Até comentei c/ Engraçadão q algo estava mudando.
E depois de ser chamada de sereia numa noite prá lá de gostosa, hoje veio a confirmação.
Sabe aquela calça q vc ama de paixão, q foi um dos seus sonhos de consumo e além de tudo, era atemporal e pior! Não entra nem por um caralho????
Pois então. Eu vinha experimentando a dita uma vez por semana, já há uns 3 anos.
Por último, ela entrava mas as celulites gritavam.
Engraçadão olhava e balançava a cabeça.
Eu tirava a calça e já estava me convencendo em dá-la p/ Lelê, filha de Oráculo q é a pessoa mais esbelta q conheço!
Mais uma das minhas queridas da Ellus. Tamanho 38, mas um 38 pequeno, porque a preta é do mesmo tamanho e entra.
Então, meus queridos 5's leitores, p/ meu espanto-surpresa-estupefação e um orgulho do caraaaaaalho...
Ela en-trou.
Vixe! Ela entrou.
Meu espelho, o melhor espelho do mundo, aquele q ao invés de me arrasar, me mostra linda-maravilhosa-apetitosa e humilde!! ainda mostrou q não haviam vestígios de celulite.
Eu chamei Engraçadão (q é o único q enxerga lá em casa) e ele balançou a cabeça, mas dessa vez afirmativamente.
Uhuuuuuuuu!
Estou c/ ela, ela comigo e Lelê tadinha, perdeu uma calça linda da Ellus.
Será q eu vou engravidar?!
sexta-feira, julho 21, 2006
quarta-feira, julho 19, 2006
Eu chego a ter raiva da Marisa Monte.
Antes de ser apedrejada viva, explico-me!
Antigamente, muuuuuiiiito antigamente, antes de ser mãe de família, eu conseguia comprar os lançamentos da Marisa, mesmo q fosse o pacote Combo (leia-se 2CD's + DVD + VHS + O caralho A4) e agora, a única coisa q consigo sentir é raiva. Ou seria inveja??
A Marisa está ficando velha, reclusa e esquisita.
Tá bom. A voz dela, continua um bálsamo, envolvente, maravilhosa, poderosa, vitaminada, sensacional... arf... arf... arf...
E é justamente por isso q eu fico puta c/ ela.
Depois de 2 anos sem gravar nem gugu-dadá, ela me lança 2 CD's de uma vez no toba da gente.
Mete lá - Grita Marisa Monte.
Não pode!! Não pode!! Não pode!!
Nessa hora, ela tem q lembrar dos pobres q nem eu.
Aqueles pobres coitados apreciadores de boa música, q compram calça na Ellus, mas não tem dinheiro p/ comprar o CD dela.
Ou compra a calça e fica sem Marisa ou compra Marisa e fica pelada.
Euzinha aqui, fiz a primeira opção!
Ela lançou e Engraçadão só me deu aquele olhadão de ladinho na Saraiva tipo: "Larga essa porra já!!!!!"
E eu segurando e pensando: "Caaaaaaaaaaalmaaaa, q eu só tô olhandoooo".
É bem verdade q eu estava na Saraiva sozinha, mas ou o Engraçadão descobriu como fazer viagens astrais acordado, ou minha consciência mudou de nome!
Daí, ouvi a porra do CD todo, fiquei babando e quando cheguei em casa, enfiei o dedo no cu e rasguei. Mentira!
Deletei ele da cabeça.
Um dia eu vi o clipe da música de trabalho dela.
Aquela linda q toca no rádio, q só fala de coisas bacanas e lindas, mas q o clipe mostra tudo ao contrário. Tipo... a miséria humana.
Eu penso: Até nisso a piranha é foda! Ô Marisa Monte do caralho!!! Vai ser boa assim lá no meu som!!
Mas ela anda em greve.
Mais uma vez eu deletei o assunto.
Esquece Engraçadinha! Esquece a Marisa.
Aí, nessa segunda feira, tô eu folheando a Épuca, quando dou de cara c/ a vaca da Marisa Â-gain!
Ela é insistente. Fica me perseguindo cara... por isso eu chamo ela de vaca.
Ela vai dar um show no Claro Hall alguns dias desse mês e concedeu uma entrevista.
Ah! Não quer aparecer, não quer cantar de frente p/ platéia, não quer viajar muito, não quer ficar muito tempo em turnê,não quer dar a boceta. Oooops. Mentira de novo!
Ela acha q como fica parte do ano ensaiando c/ a banda, não é justo no show ficar de costas p/ eles e só vê-los no fim.
Eu fico pensando... ou é maluca ou generosa demais...
Marisa Monte tem isso.
Não dá p/ ter óóóóóóóóóóiiiiiideo dela.PIRANHA, VAGABUNDA, FÉLA D'UA ÉGUA MARPARIDAAAAAA!
Tô calma. Tô calma, cara!
Oooooouuuuuuummmmm.
Viu?!
Finalmente cheguei no trabalho e conversa vai, conversa vem c/ um nerd daqui e falando de quem?? De quem???
DaPIRANHA, VAGABUNDA, FÉLA D'UA ÉGUA MARPARIDAAAAAA! da Marisa Monte, ele me diz q tem os dois CD's (leia-se cópia) dela.
E ainda pergunta: Vc quer??
E o q vcs acham q eu respondi?!
A merda, é q eu agora estou inebriada e não consigo ouvir outra coisa.
System of a Down foi pro caralho, Coldplay... que banda é essa mesmo????
E só dá ela!!
A voz da Marisa é sem igual.
Aquela coisa doce, aquela coisa suave, aquelas letras q calam bem fundo na minha vida.
Ela retrata o amor da forma como eu acredito e isso se aplica a vida, família, sentimento, tudo.
Será q ela é eu???
Mais dura, mais fodida, mais hiena... mas é tão parecida...
Quando ouço aquela Infinito Particular q abre o CD, a sensação é q a voz dela me pega no colo.

E por todo o CD, vc tem essa sensação.
O Universo ao Meu Redor, não é de samba. É um MPB deslavado e delicioso.
Êxtase.

Não perturbe, por favor!
Estou ouvindo Marisa Monte.
Antes de ser apedrejada viva, explico-me!
Antigamente, muuuuuiiiito antigamente, antes de ser mãe de família, eu conseguia comprar os lançamentos da Marisa, mesmo q fosse o pacote Combo (leia-se 2CD's + DVD + VHS + O caralho A4) e agora, a única coisa q consigo sentir é raiva. Ou seria inveja??
A Marisa está ficando velha, reclusa e esquisita.
Tá bom. A voz dela, continua um bálsamo, envolvente, maravilhosa, poderosa, vitaminada, sensacional... arf... arf... arf...
E é justamente por isso q eu fico puta c/ ela.
Depois de 2 anos sem gravar nem gugu-dadá, ela me lança 2 CD's de uma vez no toba da gente.
Mete lá - Grita Marisa Monte.
Não pode!! Não pode!! Não pode!!
Nessa hora, ela tem q lembrar dos pobres q nem eu.
Aqueles pobres coitados apreciadores de boa música, q compram calça na Ellus, mas não tem dinheiro p/ comprar o CD dela.
Ou compra a calça e fica sem Marisa ou compra Marisa e fica pelada.
Euzinha aqui, fiz a primeira opção!
Ela lançou e Engraçadão só me deu aquele olhadão de ladinho na Saraiva tipo: "Larga essa porra já!!!!!"
E eu segurando e pensando: "Caaaaaaaaaaalmaaaa, q eu só tô olhandoooo".
É bem verdade q eu estava na Saraiva sozinha, mas ou o Engraçadão descobriu como fazer viagens astrais acordado, ou minha consciência mudou de nome!
Deletei ele da cabeça.
Um dia eu vi o clipe da música de trabalho dela.
Aquela linda q toca no rádio, q só fala de coisas bacanas e lindas, mas q o clipe mostra tudo ao contrário. Tipo... a miséria humana.
Eu penso: Até nisso a piranha é foda! Ô Marisa Monte do caralho!!! Vai ser boa assim lá no meu som!!
Mas ela anda em greve.
Mais uma vez eu deletei o assunto.
Esquece Engraçadinha! Esquece a Marisa.
Aí, nessa segunda feira, tô eu folheando a Épuca, quando dou de cara c/ a vaca da Marisa Â-gain!
Ela é insistente. Fica me perseguindo cara... por isso eu chamo ela de vaca.
Ela vai dar um show no Claro Hall alguns dias desse mês e concedeu uma entrevista.
Ah! Não quer aparecer, não quer cantar de frente p/ platéia, não quer viajar muito, não quer ficar muito tempo em turnê,
Ela acha q como fica parte do ano ensaiando c/ a banda, não é justo no show ficar de costas p/ eles e só vê-los no fim.
Eu fico pensando... ou é maluca ou generosa demais...
Marisa Monte tem isso.
Não dá p/ ter óóóóóóóóóóiiiiiideo dela.
Tô calma. Tô calma, cara!
Oooooouuuuuuummmmm.
Viu?!
Finalmente cheguei no trabalho e conversa vai, conversa vem c/ um nerd daqui e falando de quem?? De quem???
Da
E ainda pergunta: Vc quer??
E o q vcs acham q eu respondi?!
A merda, é q eu agora estou inebriada e não consigo ouvir outra coisa.
System of a Down foi pro caralho, Coldplay... que banda é essa mesmo????
E só dá ela!!
A voz da Marisa é sem igual.
Aquela coisa doce, aquela coisa suave, aquelas letras q calam bem fundo na minha vida.
Ela retrata o amor da forma como eu acredito e isso se aplica a vida, família, sentimento, tudo.
Será q ela é eu???
Mais dura, mais fodida, mais hiena... mas é tão parecida...
Quando ouço aquela Infinito Particular q abre o CD, a sensação é q a voz dela me pega no colo.
E por todo o CD, vc tem essa sensação.
O Universo ao Meu Redor, não é de samba. É um MPB deslavado e delicioso.
Êxtase.
Não perturbe, por favor!
Estou ouvindo Marisa Monte.
segunda-feira, julho 17, 2006
ESSES TRECOS QUE MULHER TEM
Cadê meu sangue??
Eu perguntei.
Desde que parí, a cena se repete do mesmo jeito.
A maternidade parece q veio p/ limpar todas as impurezas do meu organismo. Até aquelas que eu jurava que não estavam lá.
Mas Sr. Pacotinho, foi o grande responsável pela verdadeira limpeza.
Ele limpou coisas feias do meu coração...
Ele impediu que eu fizesse escolhas erradas...
Ele cuidou do meu interior e me fez enxergar o amor aonde eu nem sabia que existia...
... e desde então, nada de cólicas como as que eu tinha desde os doze anos, onde eu me contorcia de dor na cama.
Isso nunca mais!
Dá aquela colica em q dói e só de deitar de bruços já dá uma sensação de alívio, sem contorcionismos.
Tem aquela sangüera que desce todo mês, abundante, que me faz desinchar como um balão de gás c/ furinho minúsculo, mas e esse mês??
Esse mês eu estava aguardando meio que ansiosamente por esse sangue.
Desde o grande salto em direção ao abismo que há dentro de mim (de qualquer pessoa, né?!), eu vinha esperando por esse momento renovador.
Nesse período, antes de acontecer, a gente incha q nem balão (pelo menos eu, né?!), sente raiva do mundo, sente pena do mundo, sente nojo de homem, sente tesão demais em homem, não quer ser tocada, quer ser loucamente amada, sente raiva porque um pedacinho de papel está no chão, não quer nem saber de papo c/ a vassoura... Nesse período que antecede a sangüera, a gente sente falta das amigas, sente falta de mais falar do que fazer, a gente fica se buscando, mesmo sem querer se encontrar...
Então imagina que loucura!
Eu não inchei.
Eu estava estranhamente calma e com um corpão... em muito tempo um corpão...
Eu continuava sem querer ser tocada e tinha horas durante o expediente, que eu ansiava por sexo desesperadamente e quando chegava em casa, sonhava q Engraçadão estaria à porta pelado me esperando.
Sonhava q teriam velas no apartamento e incenso c/ cheiro de lavanda misturado c/ alfazema e que ele me daria aquela famosa voadora, me pegaria c/ candura e me penetraria c/ propriedade.
Mas aí... eu chegava em casa e aquele carinha c/ menos de 1,50m vinha me receber de braços abertos e a leoa ia dormir c/ ele.
Ele me fazia carinho e cosquinha. E quando meu grande herói machudo adentrava o recinto, nós dois (eu e o outro) já estávamos dormindo.
A semana q passou foi repleta dessas cenas e nada de sangue descer.
Nada do corpo e dos olhos incharem, a não ser por algumas lágrimas.
Então na sexta-feira, algo borrifou.
No sábado também... o início do fim da espera e no domingo nada, absolutamente nada acontecia... só a cólica.
Houveram brigas, gritaria, chororô... o domingo foi assim.
Longos papos e discordância em quase tudo, mas a certeza do amor.
A única certeza que me move.
Amor pela minha vida, amor pelo meu filho e amor pelo meu marido.
Tive a certeza que os amo e que não quero me separar de ninguém. Mesmo sendo diferente.
É... achava que fôssemos iguais, achava que me conhecia, mas neste fim de semana de espera, descobri que nem me conheço.
Descobri que me perdi de mim, numa esquina qualquer de Piedade lá em 1991. Em Janeiro mais precisamente.
E a dúvida. Não sei se quero encontrar c/ quem eu fui.
E pior! Se me encontrar, será q volto a ser quem era ou sigo c/ este novo eu.
O q irá me acontecer? Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá.
Talvez Marisa Monte e o Universo ao seu redor saiba.
O domingo acabou tranqüilo.
Fui visitar a Sapinha em seu habitat natural, cantamos, conversamos na internet... nada sério.
Pacotinho cantando Faint nos mínimos detalhes.
E dormida revigorante depois do almoço...
Houveram duas coisas engraçadas nesses contatos c/ meu filho.
Ele é um homem neste corpo de criança e um grande sábio do alto de seus 3 anos.
A seguir, vou colocar umas coisas q ele me disse:
EU - O que vc mais gosta na Carol (Carol tem 5 anos e estão juntos há mais de 1 ano)?
PACOTINHO - Q ela é minha namorada!
EU - Vc gosta de ter só uma namorada?
PACOTINHO - Não, eu queria ter duas.
EU - Duas?? E quem seria?
PACOTINHO - Duas Caróis. (Juro q ele falou no plural assim mesmo como está escrito!!)
De noite na cama eu fico pensanduuuuuuuu...
PACOTINHO - ...Mãe, eu queria dizer obrigado pro Papai do Céu, mas eu não sei. Me ajuda??
EU - Claro! É muito simples. É só vc dizer o que vc gostou de fazer ou o q aconteceu e agradecer. O que vc quer agradecer?
PACOTINHO - Eu quero dizer muito obrigado pelo meu papá (comida)...
...Eu quero dizer obrigado Papai do Céu porque hoje não teve creche...
EU - Hummmm... quê mais?
PACOTINHO - ... que a gente foi na casa da Flávia...
... que a gente fez chamego...
...que a gente cantou Linkin Park e que o meu pai vai chegar...
...e que meu coração tá batendo.
E nesta segunda feira... bem, o sangue finalmente desceu!
Eu perguntei.
Desde que parí, a cena se repete do mesmo jeito.
A maternidade parece q veio p/ limpar todas as impurezas do meu organismo. Até aquelas que eu jurava que não estavam lá.
Mas Sr. Pacotinho, foi o grande responsável pela verdadeira limpeza.
Ele limpou coisas feias do meu coração...
Ele impediu que eu fizesse escolhas erradas...
Ele cuidou do meu interior e me fez enxergar o amor aonde eu nem sabia que existia...
... e desde então, nada de cólicas como as que eu tinha desde os doze anos, onde eu me contorcia de dor na cama.
Isso nunca mais!
Dá aquela colica em q dói e só de deitar de bruços já dá uma sensação de alívio, sem contorcionismos.
Tem aquela sangüera que desce todo mês, abundante, que me faz desinchar como um balão de gás c/ furinho minúsculo, mas e esse mês??
Esse mês eu estava aguardando meio que ansiosamente por esse sangue.
Desde o grande salto em direção ao abismo que há dentro de mim (de qualquer pessoa, né?!), eu vinha esperando por esse momento renovador.
Nesse período, antes de acontecer, a gente incha q nem balão (pelo menos eu, né?!), sente raiva do mundo, sente pena do mundo, sente nojo de homem, sente tesão demais em homem, não quer ser tocada, quer ser loucamente amada, sente raiva porque um pedacinho de papel está no chão, não quer nem saber de papo c/ a vassoura... Nesse período que antecede a sangüera, a gente sente falta das amigas, sente falta de mais falar do que fazer, a gente fica se buscando, mesmo sem querer se encontrar...
Então imagina que loucura!
Eu não inchei.
Eu estava estranhamente calma e com um corpão... em muito tempo um corpão...
Eu continuava sem querer ser tocada e tinha horas durante o expediente, que eu ansiava por sexo desesperadamente e quando chegava em casa, sonhava q Engraçadão estaria à porta pelado me esperando.
Sonhava q teriam velas no apartamento e incenso c/ cheiro de lavanda misturado c/ alfazema e que ele me daria aquela famosa voadora, me pegaria c/ candura e me penetraria c/ propriedade.
Mas aí... eu chegava em casa e aquele carinha c/ menos de 1,50m vinha me receber de braços abertos e a leoa ia dormir c/ ele.
Ele me fazia carinho e cosquinha. E quando meu grande herói machudo adentrava o recinto, nós dois (eu e o outro) já estávamos dormindo.
A semana q passou foi repleta dessas cenas e nada de sangue descer.
Nada do corpo e dos olhos incharem, a não ser por algumas lágrimas.
Então na sexta-feira, algo borrifou.
No sábado também... o início do fim da espera e no domingo nada, absolutamente nada acontecia... só a cólica.
Houveram brigas, gritaria, chororô... o domingo foi assim.
Longos papos e discordância em quase tudo, mas a certeza do amor.
A única certeza que me move.
Amor pela minha vida, amor pelo meu filho e amor pelo meu marido.
Tive a certeza que os amo e que não quero me separar de ninguém. Mesmo sendo diferente.
É... achava que fôssemos iguais, achava que me conhecia, mas neste fim de semana de espera, descobri que nem me conheço.
Descobri que me perdi de mim, numa esquina qualquer de Piedade lá em 1991. Em Janeiro mais precisamente.
E a dúvida. Não sei se quero encontrar c/ quem eu fui.
E pior! Se me encontrar, será q volto a ser quem era ou sigo c/ este novo eu.
O q irá me acontecer? Lá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá.
Talvez Marisa Monte e o Universo ao seu redor saiba.
O domingo acabou tranqüilo.
Fui visitar a Sapinha em seu habitat natural, cantamos, conversamos na internet... nada sério.
Pacotinho cantando Faint nos mínimos detalhes.
E dormida revigorante depois do almoço...
Houveram duas coisas engraçadas nesses contatos c/ meu filho.
Ele é um homem neste corpo de criança e um grande sábio do alto de seus 3 anos.
A seguir, vou colocar umas coisas q ele me disse:
EU - O que vc mais gosta na Carol (Carol tem 5 anos e estão juntos há mais de 1 ano)?
PACOTINHO - Q ela é minha namorada!
EU - Vc gosta de ter só uma namorada?
PACOTINHO - Não, eu queria ter duas.
EU - Duas?? E quem seria?
PACOTINHO - Duas Caróis. (Juro q ele falou no plural assim mesmo como está escrito!!)
De noite na cama eu fico pensanduuuuuuuu...
PACOTINHO - ...Mãe, eu queria dizer obrigado pro Papai do Céu, mas eu não sei. Me ajuda??
EU - Claro! É muito simples. É só vc dizer o que vc gostou de fazer ou o q aconteceu e agradecer. O que vc quer agradecer?
PACOTINHO - Eu quero dizer muito obrigado pelo meu papá (comida)...
...Eu quero dizer obrigado Papai do Céu porque hoje não teve creche...
EU - Hummmm... quê mais?
PACOTINHO - ... que a gente foi na casa da Flávia...
... que a gente fez chamego...
...que a gente cantou Linkin Park e que o meu pai vai chegar...
...e que meu coração tá batendo.
E nesta segunda feira... bem, o sangue finalmente desceu!
terça-feira, julho 11, 2006
LITTLE COSITAS (Esse post vai ficar gigante!!)
Quando eu disse que Papai do Céu coloca pessoas lindas p/ caminhar junto comigo, não falei à toa!
É muito bom saber q não estou só.
Semana passada eu fui à Ellus.
Não ia falar nada sobre isso, porque essa história me rendeu uma boa dor de cabeça, mas tenho que dividir isso com vcs, meus queridos 5's leitores:
Eu a-do-ro o cheiro das calças novas de lá.
E descobri outra coisa: Talvez eu seja fútil, talvez eu compre pela marca, embora tente justificar desesperadamente que as calças de lá, são as únicas q ficam perfeitas no meu corpo não mais perfeito.
E tenho dito.
Depois das caras feias e dezenas de teorias de conspiração que justificassem a atuação vergonhosa da seleção Brasileira em Munique...
Nos tornamos todos Italianos desde criancinhas. Não é?!
Aí, domingo fui a um churrasquinho quase vegetariano na casa de um grande amigo. O Cara da Avipam.
Fomos juntar as crianças e fazer uma baguncinha a 6.
Claro, assitir ao jogo estava nos nosso planos, mas eu ando enferrujada em se tratando daquela casa.
É lá, q a gente fala muita merda quando se reúne.
É lá q a gargalhada rola solta e os maiores absurdos fazem sentido.
Eu estava c/ um pézinho enfiado num resfriado, que por conta da minha negligência em relação a saúde, tornou-se uma gripe.
Comecei a viajar nas músicas e no rosto de Maria Clara Diniz, que continua ultra-fotogênico.
Fiquei viajando na mistura fumaça x rum.
Viajei tanto, que em uma das fotos um olho saiu aberto e o outro fechado e eu não estava piscando!
Foi bom prácaraca. Mas eu confesso estar ficando velha p/ isso.
Ou perdi o costume de ficar doida daquele jeito.
Engraçadão ficou tão chapado, q nem agüentou chegar em casa e caiu por lá mesmo.
Na volta, entregou as chaves do carro, porque não tinha como dirigir. Bem... pelo menos eu ainda enxergava a sinalização de solo.
As crianças ficaram ligadas no Power Rangers, já q a idade está pedindo isso. Meninos...
E ao chegar em casa, nossos corpos caíram na cama. Nem tão inertes... Pacotinho não deixa. Mas não fui eu quem o colocou na cama.
Recebi um telefonema, que jurava que era pesadelo.
Tive a confirmação de não ter sido um, na segunda de manhã.
Um telefonema, que não imaginei receber tão cedo.
De falta de sinceridade, de coisas que não foram preservadas em nome do egoísmo...
Fui chamada hoje no almoço, de defensora dos fracos e espremidos.
Aí percebi, que nem Buda, nem Madre Tereza, Nem Chico Xavier, muito menos Jesus deram jeito nesse mundo... muito menos eu!
Nunca tive a pretensão... mas juro, queria q minha parte nisso tudo fosse um pouco maior.
...as pessoas... essas, sempre me preocuparam. Seus dramas, suas alegrias e tristezas...
Eu sempre tive a mania de querer que todos estivessem felizes junto comigo, mas longe de mim querer consertar o mundo.
Eu não conserto nem a mim mesma...
Ontem abri uma exceção e assisti ao primeiro capítulo de Páginas da Vida, de Manoel Carlos.
O bom desse autor, é q tem barraco todo dia, práticamente e sendo preta e pobre como eu, não perco um.
É ele e o Gilberto Braga - os reis do Barraco.
Outra coisa boa das novelas dele, é q captam a beleza do Rio de Janeiro como ninguém. Até o arrastão do 1º capítulo ficou poético.
Outra: Apesar de não ter fodido na trama (pelo menos ontem só tinha rico), eles se comportam exatamente como os moradores de Madureira (subúrbio do Rio p/ quem não sabe).
Os moradores cumprimentam e falam mais q uma frase c/ os vizinhos, um entra na casa do outro sem bater... é uma viagem.
Acho q antes de escrever, o Manoel toma um pouquinho daquele rum de domingo... só pode.
Com tudo isso, eu gosto muito das novelas dele. Tanto, que vou voltar a acompanhar essa doença.
Que se há de fazer?!
É muito bom saber q não estou só.
Semana passada eu fui à Ellus.
Não ia falar nada sobre isso, porque essa história me rendeu uma boa dor de cabeça, mas tenho que dividir isso com vcs, meus queridos 5's leitores:
Eu a-do-ro o cheiro das calças novas de lá.
E descobri outra coisa: Talvez eu seja fútil, talvez eu compre pela marca, embora tente justificar desesperadamente que as calças de lá, são as únicas q ficam perfeitas no meu corpo não mais perfeito.
E tenho dito.
Depois das caras feias e dezenas de teorias de conspiração que justificassem a atuação vergonhosa da seleção Brasileira em Munique...
Nos tornamos todos Italianos desde criancinhas. Não é?!
Aí, domingo fui a um churrasquinho quase vegetariano na casa de um grande amigo. O Cara da Avipam.
Fomos juntar as crianças e fazer uma baguncinha a 6.
Claro, assitir ao jogo estava nos nosso planos, mas eu ando enferrujada em se tratando daquela casa.
É lá, q a gente fala muita merda quando se reúne.
É lá q a gargalhada rola solta e os maiores absurdos fazem sentido.
Eu estava c/ um pézinho enfiado num resfriado, que por conta da minha negligência em relação a saúde, tornou-se uma gripe.
Comecei a viajar nas músicas e no rosto de Maria Clara Diniz, que continua ultra-fotogênico.
Fiquei viajando na mistura fumaça x rum.
Viajei tanto, que em uma das fotos um olho saiu aberto e o outro fechado e eu não estava piscando!
Foi bom prácaraca. Mas eu confesso estar ficando velha p/ isso.
Ou perdi o costume de ficar doida daquele jeito.
Engraçadão ficou tão chapado, q nem agüentou chegar em casa e caiu por lá mesmo.
Na volta, entregou as chaves do carro, porque não tinha como dirigir. Bem... pelo menos eu ainda enxergava a sinalização de solo.
As crianças ficaram ligadas no Power Rangers, já q a idade está pedindo isso. Meninos...
E ao chegar em casa, nossos corpos caíram na cama. Nem tão inertes... Pacotinho não deixa. Mas não fui eu quem o colocou na cama.
Recebi um telefonema, que jurava que era pesadelo.
Tive a confirmação de não ter sido um, na segunda de manhã.
Um telefonema, que não imaginei receber tão cedo.
De falta de sinceridade, de coisas que não foram preservadas em nome do egoísmo...
Fui chamada hoje no almoço, de defensora dos fracos e espremidos.
Aí percebi, que nem Buda, nem Madre Tereza, Nem Chico Xavier, muito menos Jesus deram jeito nesse mundo... muito menos eu!
Nunca tive a pretensão... mas juro, queria q minha parte nisso tudo fosse um pouco maior.
...as pessoas... essas, sempre me preocuparam. Seus dramas, suas alegrias e tristezas...
Eu sempre tive a mania de querer que todos estivessem felizes junto comigo, mas longe de mim querer consertar o mundo.
Eu não conserto nem a mim mesma...
Ontem abri uma exceção e assisti ao primeiro capítulo de Páginas da Vida, de Manoel Carlos.
O bom desse autor, é q tem barraco todo dia, práticamente e sendo preta e pobre como eu, não perco um.
É ele e o Gilberto Braga - os reis do Barraco.
Outra coisa boa das novelas dele, é q captam a beleza do Rio de Janeiro como ninguém. Até o arrastão do 1º capítulo ficou poético.
Outra: Apesar de não ter fodido na trama (pelo menos ontem só tinha rico), eles se comportam exatamente como os moradores de Madureira (subúrbio do Rio p/ quem não sabe).
Os moradores cumprimentam e falam mais q uma frase c/ os vizinhos, um entra na casa do outro sem bater... é uma viagem.
Acho q antes de escrever, o Manoel toma um pouquinho daquele rum de domingo... só pode.
Com tudo isso, eu gosto muito das novelas dele. Tanto, que vou voltar a acompanhar essa doença.
Que se há de fazer?!
sexta-feira, julho 07, 2006
Desânimo
Queria dizer muita coisa, mas preferi me calar.
Eu não tô numa de falar muito.
As coisas vão indo. Não sei p/ onde.
Eu continuo caminhando... seguindo em frente e me questionando.
Tem horas q sou a vilã, tem horas q sou a mocinha.
Tem horas q penso q tudo poderia ser diferente, se eu não teimasse tanto em ganhar alguns jogos.
É. Eu tenho essa mania. Quero sempre ganhar.
Só q nem sempre a gente sabe o q fazer c/ o prêmio.
E assim... vai-se andando em círculos tão redondos, como aqueles feitos pelos cachorros q gostam de morder o próprio rabo.
Eu não vejo a hora de sair do olho do furacão.
Um furacão que me suga todas as energias e sussurra q vai roubar minha alma!
Mas não me entrego. Porque eu sou guerreira, porque eu luto e porque nada neste mundo vai me fazer desistir.
Às vezes eu acho q estou perdendo.
Às vezes acho q não tem q ter luta, q está tudo errado, q eu estou errando...
Aí, vêm aquelas pessoas lindas, q Papai do Céu põe em minha vida e dizem quanto foi construído até agora.
Me questiono, choro, esperneio, me debato...
Mas nunca deixarei de lutar.
Eu não vou desistir, porque estou viva e tudo inspira movimento.
Tudo é luta e suor.
Às vezes, tudo é dor, mas a dor é amiga do crescimento e eu apesar de não gostar do gosto, sou grata por ter de tomar este remédio.
Então meus 5's queridos leitores, não desistam daqui, porque eu não desisti!
Como ela mesma diz: Eu só ando meio xoxada. Normal.

Quem não fica, né?!
Eu não tô numa de falar muito.
As coisas vão indo. Não sei p/ onde.
Eu continuo caminhando... seguindo em frente e me questionando.
Tem horas q sou a vilã, tem horas q sou a mocinha.
Tem horas q penso q tudo poderia ser diferente, se eu não teimasse tanto em ganhar alguns jogos.
É. Eu tenho essa mania. Quero sempre ganhar.
Só q nem sempre a gente sabe o q fazer c/ o prêmio.
E assim... vai-se andando em círculos tão redondos, como aqueles feitos pelos cachorros q gostam de morder o próprio rabo.
Eu não vejo a hora de sair do olho do furacão.
Um furacão que me suga todas as energias e sussurra q vai roubar minha alma!
Mas não me entrego. Porque eu sou guerreira, porque eu luto e porque nada neste mundo vai me fazer desistir.
Às vezes eu acho q estou perdendo.
Às vezes acho q não tem q ter luta, q está tudo errado, q eu estou errando...
Aí, vêm aquelas pessoas lindas, q Papai do Céu põe em minha vida e dizem quanto foi construído até agora.
Me questiono, choro, esperneio, me debato...
Mas nunca deixarei de lutar.
Eu não vou desistir, porque estou viva e tudo inspira movimento.
Tudo é luta e suor.
Às vezes, tudo é dor, mas a dor é amiga do crescimento e eu apesar de não gostar do gosto, sou grata por ter de tomar este remédio.
Então meus 5's queridos leitores, não desistam daqui, porque eu não desisti!
Como ela mesma diz: Eu só ando meio xoxada. Normal.

Quem não fica, né?!
quarta-feira, junho 28, 2006
VITÓRIA-RÉGIA
Eu me lembro que num desses feriados, fomos ao Jardim Botânico.
E esse lugar, me traz tantas recordações...
Eu lembro que com uns 5 ou 6 anos de idade, era acordada numa manhã fria de sábado ou domingo, onde o hipotireodismo já presente, me fazia acreditar que o frio vinha de fora.
E era despertada ainda sonolenta, sem saber p/ onde ia. Ia p/ o Jardim Botânico!
E lá, era a perfeita visão do paraíso, assim que passava por baixo daquela abóboda.
Saía correndo como se tivessem acabado de abrir a porteira do curral.
Era igual a uma cabrita pulando, correndo, dando pinote... e me cansando. Achando aquele calor insuportável, procurando incessantemente pelos bebedouros esculpidos em ferro fundido... e saboreava, me molhava toda e só queria saber de parquinho.
Tinha uma coisa sim, que me deixava estática.
Ver o ofício do meu pai. Ele parado durante muitos minutos, que para mim eram intermináveis, fitando aquela coisa na água.
Era a vitória-régia.
Ele na certa procurava pelo melhor ângulo e tentava aplicar à prática, o que aprendera na teoria.
Eu era muito pequetucha. Não compreendia porque tanta demora!
O tempo passou e eu fui parar lá de novo, dessa vez levando meu filho pela mão.
Ele se comportou totalmente diferente apesar dos seus 3 anos.
Parece um lorde se comparado comigo c/ o dobro da idade.
Foi no seu velotrol, realizando sem querer um desejo meu que a falta de carro e de dinheiro tornaram inviável.
Pedalou sem pressa por todo o Jardim, olhando cada planta, cada árvore, vendo o céu de feriado c/ tanta admiração...
O Cristo de costas c/ os braços abertos... tudo era lindo.

Achamos uma árvore albina...


Pontes...

Palmeiras...

Garças...

Achamos o parquinho...



Cheiro de verde...

Por fim, me deparei c/ elas.
Curioso como havia esquecido.
Não senti a menor falta, mas quando as vi, meu coração bateu mais apressado q o normal. E elas surgiram exatamente do nada. Não chamei por elas na minha mente, não as invoquei, não lembrava que elas estariam ali e no entando, as vi.
E meu coração se despediu daqueles momentos de infância.
Uma felicidade indescritível inundou meu ser. Fiquei muito grata por estar vivia e com os 33 anos bem realizados. Não me arrependo de nada. Sou simplesmente grata.
Duas estavam abertas, o que eu considero difícil e acho q consegui reproduzir, uma das fotos q foi vencedora de um concurso de fotografia, ganho pelo Sr. Engraçado. Talvez em 1976, sem câmera digital.
Tenho certeza q Papai do Céu me deu de presente aquela cena...
A Vitória-Régia

E esse lugar, me traz tantas recordações...
Eu lembro que com uns 5 ou 6 anos de idade, era acordada numa manhã fria de sábado ou domingo, onde o hipotireodismo já presente, me fazia acreditar que o frio vinha de fora.
E era despertada ainda sonolenta, sem saber p/ onde ia. Ia p/ o Jardim Botânico!
E lá, era a perfeita visão do paraíso, assim que passava por baixo daquela abóboda.
Saía correndo como se tivessem acabado de abrir a porteira do curral.
Era igual a uma cabrita pulando, correndo, dando pinote... e me cansando. Achando aquele calor insuportável, procurando incessantemente pelos bebedouros esculpidos em ferro fundido... e saboreava, me molhava toda e só queria saber de parquinho.
Tinha uma coisa sim, que me deixava estática.
Ver o ofício do meu pai. Ele parado durante muitos minutos, que para mim eram intermináveis, fitando aquela coisa na água.
Era a vitória-régia.
Ele na certa procurava pelo melhor ângulo e tentava aplicar à prática, o que aprendera na teoria.
Eu era muito pequetucha. Não compreendia porque tanta demora!
O tempo passou e eu fui parar lá de novo, dessa vez levando meu filho pela mão.
Ele se comportou totalmente diferente apesar dos seus 3 anos.
Parece um lorde se comparado comigo c/ o dobro da idade.
Foi no seu velotrol, realizando sem querer um desejo meu que a falta de carro e de dinheiro tornaram inviável.
Pedalou sem pressa por todo o Jardim, olhando cada planta, cada árvore, vendo o céu de feriado c/ tanta admiração...
O Cristo de costas c/ os braços abertos... tudo era lindo.

Achamos uma árvore albina...


Pontes...

Palmeiras...

Garças...

Achamos o parquinho...



Cheiro de verde...

Por fim, me deparei c/ elas.
Curioso como havia esquecido.
Não senti a menor falta, mas quando as vi, meu coração bateu mais apressado q o normal. E elas surgiram exatamente do nada. Não chamei por elas na minha mente, não as invoquei, não lembrava que elas estariam ali e no entando, as vi.
E meu coração se despediu daqueles momentos de infância.
Uma felicidade indescritível inundou meu ser. Fiquei muito grata por estar vivia e com os 33 anos bem realizados. Não me arrependo de nada. Sou simplesmente grata.
Duas estavam abertas, o que eu considero difícil e acho q consegui reproduzir, uma das fotos q foi vencedora de um concurso de fotografia, ganho pelo Sr. Engraçado. Talvez em 1976, sem câmera digital.
Tenho certeza q Papai do Céu me deu de presente aquela cena...
A Vitória-Régia

quarta-feira, junho 21, 2006
MOURA'S FAKE
Moura.
É só um sobrenome.
E ao contrário do que muitos pensam, o meu não é Pracaramba, como aparece no Grande Caldeirão das Almas Perdidas com o paitrocíneo de Google.
Nãããão. É Moura mesmo.
Com muito orgulho.
Ou melhor, era.
Semana passada de feriadão, fiz um programa família e muito gostoso, digamos assim.
Hoje é gostoso voltar lá.
Fui visitar minha querida vozinha. Hoje, matriarca dos Moura.
Estou dando essa importância, justamente pela simplicidade da situação.
Vó, não é aquela vó rica. Rica sim, mas em sabedoria.
Minha vó paterna, não foi uma vó tão presente por causa da distância. Sempre morou muito longe de mim e eu dela.
Quando pequena, eu ficava à mercê de Dona Engraçada, porque Seu Engraçado nunca foi dado a visitas. É o jeito dele!
Depois de grande, fui fazendo o caminho de volta p/ através dele me conhecer melhor.
Vovó Engraçadinha está com 80 anos e me recordo que outro dia no telefone, me disse que beijar na boca é muito bom. E que todo mundo precisa de um colinho de vez em quando. Que chamego, faz bem pra saúde do coração. É assim.
Vovó Engraçadinha sabe das coisas e não tem medo de revelar. Sua mãe já era assim também. Tanto que meu sonho é escrever sobre a vida da mãe de Vó. Daria pano prá manga. Seria um daqueles bafões imperdíveis.
Mulheres das décadas de 20, que já naquela época eram livres. Devem ter pago altos preços aos olhos da nossa sociedade, mas sempre foram livres. Isso, eu admiro e nisso me encontro.
Nessas visitas, a gente sempre fica conhecendo histórias sobre a família. Histórias recheadas da inocência daquele tempo e malícia implícitos. E eu viajando em todas as maioneses, vendo na minha super tela mental, o filminho tal qual se passava.
Minha tia, me contando sobre o marido da minha bisa, acabou desvendando um mistério impensado:
EU - Pois é tia, tava eu tentando fazer minha árvore genealógica num site cujo link foi passado pela minha irmã e acaba que não sei o nome completo da bisa, nem do biso. Queria saber mais sobre os Moura...
MINHA TIA (soltando uma sonora gargalhada!) - Os Moura????
EU - Sim tia! Entrei até no Orkut na comunidade dos Moura, mas não encontrei ninguém! É tanta gente, uma salada... uma zona!! Ninguém se entende e da família mesmo... uns dizem que vieram de Portugal, outros da Espanha... outros até da África do Norte...
MINHA TIA - Iiiih. Vc tá por fora hein?! Não foi nada disso. Vc não ia achar ninguém lá mesmo...
EU - Explica isso direito! É por isso q eu preciso da ajuda de vcs.
MINHA TIA (Ainda gargalhando!!) - Quem me contou foi sua avó e por coincidência semana passada! Esse negócio de apelido é uma merda mesmo! Sua bisa quando casou c/ seu biso era analfabeta e ele jogava futebol lá em Minas num campinho de várzea. E que-ri-daaa! O nome dele nunca teve Moura!
EU (Só piscando os olhinhos sem parar) - ???? (e repetidamente umas 8 vezes seguidas - é... - só c/ os olhinhos...)
MINHA TIA (gargalhando quase q histéricamente da minha cara de pasma!) - É isso mesmo. Nun-caaaaa!
EU (Sem ar e sentindo as primeiras palpitações que precedem um infarto do miocárdio... talvez!) - Hã???????? (eu só consegui dizer Hã???????)
MINHA TIA - Hãããããã??? (Minha tia me arremedando c/ cara de boboca - igual a minha provavelmente!) É minha filha. Não era Moura. É isso mesmo. Moura, era apelido do seu biso.
EU - Mas tipo assim... como assim... (piscando as 8 vezes, gagejando e c/ as palpitações tudo junto) ... então... então.... nããããããããããoooooooo!
MINHA TIA - Siiiiiiiiimmmmm, querida! Siiiimmmmm. Sua bisa registrou os meninos c/ Moura, porque na hora de fazer o óbito dele, só sabia q chamavam ele de Moura, mas Moura mesmo não era. É a-pe-liii-doooo! Sua bisa era analfabeta, né...?!
EU (De queixo, zóio e tudo caído) - Como assim apelidoooooo?? Quer dizer então que eu sou uma farsa?? Somos todos Moura fake??
MINHA TIA - Sim meu bem. Todos Fake. É que naquele tempo, esse negócio de certidão não funcionava direito. As pessoas registravam filhos já tudo grande e quando tinha um infeliz que era mais famoso pelo apelido, quando casava ou quando morria é q botava o nome certo. Certo vírgula, né?! Aaaai... eu já ri tanto c/ essa história...
EU - Pois eu não tô achando graça nenhuma! Estou me sentindo nua. Pelada. Tanto respeito e carinho esse tempo todo por um sobrenome, prá quê?? Se eu sou fake...
MINHA TIA - Quer saber o nome verdadeiro??
Bom, essa parte nem se amarrada, nem sob tortura, nem fodendo mesmo eu não conto p/ ninguém.
Não adianta, que eu não conto. Só digo uma coisa:
Não é da Silva! Ufa!
E ponto final!!!
É só um sobrenome.
E ao contrário do que muitos pensam, o meu não é Pracaramba, como aparece no Grande Caldeirão das Almas Perdidas com o paitrocíneo de Google.
Nãããão. É Moura mesmo.
Com muito orgulho.
Ou melhor, era.
Semana passada de feriadão, fiz um programa família e muito gostoso, digamos assim.
Hoje é gostoso voltar lá.
Fui visitar minha querida vozinha. Hoje, matriarca dos Moura.
Estou dando essa importância, justamente pela simplicidade da situação.
Vó, não é aquela vó rica. Rica sim, mas em sabedoria.Minha vó paterna, não foi uma vó tão presente por causa da distância. Sempre morou muito longe de mim e eu dela.
Quando pequena, eu ficava à mercê de Dona Engraçada, porque Seu Engraçado nunca foi dado a visitas. É o jeito dele!
Depois de grande, fui fazendo o caminho de volta p/ através dele me conhecer melhor.
Vovó Engraçadinha está com 80 anos e me recordo que outro dia no telefone, me disse que beijar na boca é muito bom. E que todo mundo precisa de um colinho de vez em quando. Que chamego, faz bem pra saúde do coração. É assim.
Vovó Engraçadinha sabe das coisas e não tem medo de revelar. Sua mãe já era assim também. Tanto que meu sonho é escrever sobre a vida da mãe de Vó. Daria pano prá manga. Seria um daqueles bafões imperdíveis.
Mulheres das décadas de 20, que já naquela época eram livres. Devem ter pago altos preços aos olhos da nossa sociedade, mas sempre foram livres. Isso, eu admiro e nisso me encontro.
Nessas visitas, a gente sempre fica conhecendo histórias sobre a família. Histórias recheadas da inocência daquele tempo e malícia implícitos. E eu viajando em todas as maioneses, vendo na minha super tela mental, o filminho tal qual se passava.
Minha tia, me contando sobre o marido da minha bisa, acabou desvendando um mistério impensado:
EU - Pois é tia, tava eu tentando fazer minha árvore genealógica num site cujo link foi passado pela minha irmã e acaba que não sei o nome completo da bisa, nem do biso. Queria saber mais sobre os Moura...
MINHA TIA (soltando uma sonora gargalhada!) - Os Moura????
EU - Sim tia! Entrei até no Orkut na comunidade dos Moura, mas não encontrei ninguém! É tanta gente, uma salada... uma zona!! Ninguém se entende e da família mesmo... uns dizem que vieram de Portugal, outros da Espanha... outros até da África do Norte...
MINHA TIA - Iiiih. Vc tá por fora hein?! Não foi nada disso. Vc não ia achar ninguém lá mesmo...
EU - Explica isso direito! É por isso q eu preciso da ajuda de vcs.
MINHA TIA (Ainda gargalhando!!) - Quem me contou foi sua avó e por coincidência semana passada! Esse negócio de apelido é uma merda mesmo! Sua bisa quando casou c/ seu biso era analfabeta e ele jogava futebol lá em Minas num campinho de várzea. E que-ri-daaa! O nome dele nunca teve Moura!
EU (Só piscando os olhinhos sem parar) - ???? (e repetidamente umas 8 vezes seguidas - é... - só c/ os olhinhos...)
MINHA TIA (gargalhando quase q histéricamente da minha cara de pasma!) - É isso mesmo. Nun-caaaaa!
EU (Sem ar e sentindo as primeiras palpitações que precedem um infarto do miocárdio... talvez!) - Hã???????? (eu só consegui dizer Hã???????)
MINHA TIA - Hãããããã??? (Minha tia me arremedando c/ cara de boboca - igual a minha provavelmente!) É minha filha. Não era Moura. É isso mesmo. Moura, era apelido do seu biso.
EU - Mas tipo assim... como assim... (piscando as 8 vezes, gagejando e c/ as palpitações tudo junto) ... então... então.... nããããããããããoooooooo!
MINHA TIA - Siiiiiiiiimmmmm, querida! Siiiimmmmm. Sua bisa registrou os meninos c/ Moura, porque na hora de fazer o óbito dele, só sabia q chamavam ele de Moura, mas Moura mesmo não era. É a-pe-liii-doooo! Sua bisa era analfabeta, né...?!
EU (De queixo, zóio e tudo caído) - Como assim apelidoooooo?? Quer dizer então que eu sou uma farsa?? Somos todos Moura fake??
MINHA TIA - Sim meu bem. Todos Fake. É que naquele tempo, esse negócio de certidão não funcionava direito. As pessoas registravam filhos já tudo grande e quando tinha um infeliz que era mais famoso pelo apelido, quando casava ou quando morria é q botava o nome certo. Certo vírgula, né?! Aaaai... eu já ri tanto c/ essa história...
EU - Pois eu não tô achando graça nenhuma! Estou me sentindo nua. Pelada. Tanto respeito e carinho esse tempo todo por um sobrenome, prá quê?? Se eu sou fake...
MINHA TIA - Quer saber o nome verdadeiro??
Bom, essa parte nem se amarrada, nem sob tortura, nem fodendo mesmo eu não conto p/ ninguém.
Não adianta, que eu não conto. Só digo uma coisa:
Não é da Silva! Ufa!
E ponto final!!!
segunda-feira, junho 19, 2006
BRASIL 1 x CROÁCIA 0 (POST ATRASADO)
Que eu estou ficando velha, caquética e esquecida, todo mundo já sabe.
Mas eu venho me surpreendendo comigo mesma a cada ano que passa. E é nas épocas de copa do mundo, que fica mais fácil me auto-avaliar.
Quando eu era criança pequena lá em Barbacena, lembro bem, que lá em casa de mainha (essa homenagem p/ ela), o pessoal era animadérrimo!
Minha mãe comprava camisa temática p/ mim, geralmente c/ o nome do país a sediar a copa, prendia minhas maria-chiquinhas c/ fitas verde e amarelas e eu lá. Puta da vida, porque já naquela época, queria ter uma camisa oficial.
A minha era escrito México, Espanha e o caralho a 4.
Minha mãe NUN-CA tomava vergonha e me dava uma camisa direito. Era sempre a porra da temática.
Tá bom, era c/ a melhor das intenções. Tadinha, ela nem tinha como saber, porque eu nunca reclamei.
Eu, seqüelada do jeito que já era, também só me dava conta que não gostava da camisa, quando saía de casa e encontrava o pessal todo vestido de camisa oficial verde e amarela! Dããããã.
Então, nota-se que a seqüela era de família. Minha mãe, por teimar em fazer surpresa e eu por comer e não gostar, mas ficar de bico calado.
De que planeta eu vim, hein?!
What-ever and ever!
De uns tempos prá cá, eu além de não saber o nome dos convocados, nem quem vai jogar contra quem, não faço o mínimo esfoço p/ acompanhar porra nenhuma!
Aí, entro nos outros blogs e dou de cara c/ todo mundo festejando, mudando template, cantando hinos de louvor a seleção e eu aqui, c/ minha vidinha de marte, pensando nas minhas contas...
Ontem, foi o cúmulo!!!
Afinal de contas, eu tenho um Pacotinho p/ criar e é importante que ele seja empregnado por esse espírito de copa do mundo, certo?! Talvez.
Dona Engraçada não perdeu a mania de dar camisa, né?!
Dois meses antes da copa, ela presenteou o Pacotinho c/ 2, eu disse 2, sim vcs não estão cegos nem surdos! Eu disse du-a-sssssssssssssssss camisas do Brasil.
Dessa vez ela tomou um pouco mais de vergonha. Sim, porque ainda não é a oficial, mas era uma discretíssima camiseta verde c/ o nome BRASIL escrito em branco e outra azul de meia-manga c/ o mesmo nome.
Eu acho q quando Dona Engraçada estiver no leito de morte, ela vai esticar os braços c/ uma camisa oficial p/ me dar... não sei... mas tô c/ esse pressentimento...

Bem, daí, eu não tinha p/ onde ir, nem c/ quem ficar. Eu e Pacotinho jogados na sarjeta, já que Engraçadão trabalha no Jornal O Glóbulo e como jornais não costumam parar em tempo de nada, então ele veria os jogos de lá, munido de corneta e tudo!
Eu busquei o Pacotinho na creche e ele saiu todo linducho de lá, gritando:
PACOTINHO GRITANDO - COPAAA DOOO MUUUUNDOOOOOOOOO!
EU - Ooooooi meu amooooor, como vc tá lindoooo!
PACOTINHO GRITANDO - COPAAA DOOO MUUUUNDOOOOOOOOO!
EU - Nããããão meu amor! É Brasil que grita.
PACOTINHO GRITANDO - Brasiiiiiiiiuuuuuoooooooo!
Tadinho! Ele tinha berrado COPAAA DOOO MUUUUNDOOOOOOOOO! a manhã inteira p/ treinar e ninguém explicou a ele o que era certo de se gritar... daí gritar Brasil no início, foi meio complicado, mas depois ele acertou o berro.
A diretora da creche ia assistir ao jogo num barzinho na Tijuca chamado Estephanio's e nos convidou p/ se juntar ao grupo.
Eu não tinha mesmo p/ onde ir, resolvi acompanhar.
Chegando lá, cadê ela?
Só faces estranhas... eu, hein?!
Liguei pela ducentésima trigésima quinta vez e finalmente encontramos.
A Tia estava c/ filhote também, aliás, filho numa mão e copo de cevada na outra. Eu pensei de cara: "Essa é das minhas... coloquei ele na creche certa!" Afinal, somos todos normais e filhos de Deus, certo?! Talvez!

Aí, assisti àquela cena lamentável q foi o jogo de estréia do Brasil. Aliás, puta que los páril, fala-se tanto de tanta coisa...
Fala-se o tempo todo em quadrado mágico, que o hexa é nosso... será mesmo?
Vai vencer o melhor!
Em copa do mundo não tem disso. Qualquer um pode ser campeão. De preferência o que tem mais vontade e vamos combinar, vontade foi o que eu NÃO vina nossa seleção.
Por fim, meus neuvos estavam tão em frangalhos, que nem vi o Felômeno andando no campo, como se disse o resto da semana.
Apesar de estar em frente a TV, nem vi o gol de Kaká, porque já estava berrando e pulando frenéticamente que nem uma doooida, c/ Pacotinho no colo e mostrando a ele como se faz.
Ele aprendeu a pegar a camisa e balançá-la. Foi lindo.
Agora o Brasil mete gol e Pacotinho agarra a camisa, faz cara de mau e sacode a infeliz. Oooops. A dita.
Desculpem o atraso, tá?!
Mas meu Lentium só ressucitou mais precisamente neste sábado e esse texto ficou preso aqui no trabalho.
Prometo q esta semana, comparecerei a este recinto c/ mais afinco.
E vcs, façam o favor de vir e comentar, viu?!
Não é ficar me ignorando igual alguns têm feito não, viu?!
Tô numa fase carente de atenção e narcisística-umbiguista.
Façam a gentileza...
Mas eu venho me surpreendendo comigo mesma a cada ano que passa. E é nas épocas de copa do mundo, que fica mais fácil me auto-avaliar.
Quando eu era criança pequena lá em Barbacena, lembro bem, que lá em casa de mainha (essa homenagem p/ ela), o pessoal era animadérrimo!
Minha mãe comprava camisa temática p/ mim, geralmente c/ o nome do país a sediar a copa, prendia minhas maria-chiquinhas c/ fitas verde e amarelas e eu lá. Puta da vida, porque já naquela época, queria ter uma camisa oficial.
A minha era escrito México, Espanha e o caralho a 4.
Minha mãe NUN-CA tomava vergonha e me dava uma camisa direito. Era sempre a porra da temática.
Tá bom, era c/ a melhor das intenções. Tadinha, ela nem tinha como saber, porque eu nunca reclamei.
Eu, seqüelada do jeito que já era, também só me dava conta que não gostava da camisa, quando saía de casa e encontrava o pessal todo vestido de camisa oficial verde e amarela! Dããããã.
Então, nota-se que a seqüela era de família. Minha mãe, por teimar em fazer surpresa e eu por comer e não gostar, mas ficar de bico calado.
De que planeta eu vim, hein?!
What-ever and ever!
De uns tempos prá cá, eu além de não saber o nome dos convocados, nem quem vai jogar contra quem, não faço o mínimo esfoço p/ acompanhar porra nenhuma!
Aí, entro nos outros blogs e dou de cara c/ todo mundo festejando, mudando template, cantando hinos de louvor a seleção e eu aqui, c/ minha vidinha de marte, pensando nas minhas contas...
Ontem, foi o cúmulo!!!
Afinal de contas, eu tenho um Pacotinho p/ criar e é importante que ele seja empregnado por esse espírito de copa do mundo, certo?! Talvez.
Dona Engraçada não perdeu a mania de dar camisa, né?!
Dois meses antes da copa, ela presenteou o Pacotinho c/ 2, eu disse 2, sim vcs não estão cegos nem surdos! Eu disse du-a-sssssssssssssssss camisas do Brasil.
Dessa vez ela tomou um pouco mais de vergonha. Sim, porque ainda não é a oficial, mas era uma discretíssima camiseta verde c/ o nome BRASIL escrito em branco e outra azul de meia-manga c/ o mesmo nome.
Eu acho q quando Dona Engraçada estiver no leito de morte, ela vai esticar os braços c/ uma camisa oficial p/ me dar... não sei... mas tô c/ esse pressentimento...

Bem, daí, eu não tinha p/ onde ir, nem c/ quem ficar. Eu e Pacotinho jogados na sarjeta, já que Engraçadão trabalha no Jornal O Glóbulo e como jornais não costumam parar em tempo de nada, então ele veria os jogos de lá, munido de corneta e tudo!
Eu busquei o Pacotinho na creche e ele saiu todo linducho de lá, gritando:
PACOTINHO GRITANDO - COPAAA DOOO MUUUUNDOOOOOOOOO!
EU - Ooooooi meu amooooor, como vc tá lindoooo!
PACOTINHO GRITANDO - COPAAA DOOO MUUUUNDOOOOOOOOO!
EU - Nããããão meu amor! É Brasil que grita.
PACOTINHO GRITANDO - Brasiiiiiiiiuuuuuoooooooo!
Tadinho! Ele tinha berrado COPAAA DOOO MUUUUNDOOOOOOOOO! a manhã inteira p/ treinar e ninguém explicou a ele o que era certo de se gritar... daí gritar Brasil no início, foi meio complicado, mas depois ele acertou o berro.
A diretora da creche ia assistir ao jogo num barzinho na Tijuca chamado Estephanio's e nos convidou p/ se juntar ao grupo.
Eu não tinha mesmo p/ onde ir, resolvi acompanhar.
Chegando lá, cadê ela?
Só faces estranhas... eu, hein?!
Liguei pela ducentésima trigésima quinta vez e finalmente encontramos.
A Tia estava c/ filhote também, aliás, filho numa mão e copo de cevada na outra. Eu pensei de cara: "Essa é das minhas... coloquei ele na creche certa!" Afinal, somos todos normais e filhos de Deus, certo?! Talvez!

Aí, assisti àquela cena lamentável q foi o jogo de estréia do Brasil. Aliás, puta que los páril, fala-se tanto de tanta coisa...
Fala-se o tempo todo em quadrado mágico, que o hexa é nosso... será mesmo?
Vai vencer o melhor!
Em copa do mundo não tem disso. Qualquer um pode ser campeão. De preferência o que tem mais vontade e vamos combinar, vontade foi o que eu NÃO vina nossa seleção.
Por fim, meus neuvos estavam tão em frangalhos, que nem vi o Felômeno andando no campo, como se disse o resto da semana.
Apesar de estar em frente a TV, nem vi o gol de Kaká, porque já estava berrando e pulando frenéticamente que nem uma doooida, c/ Pacotinho no colo e mostrando a ele como se faz.
Ele aprendeu a pegar a camisa e balançá-la. Foi lindo.
Agora o Brasil mete gol e Pacotinho agarra a camisa, faz cara de mau e sacode a infeliz. Oooops. A dita.
Desculpem o atraso, tá?!
Mas meu Lentium só ressucitou mais precisamente neste sábado e esse texto ficou preso aqui no trabalho.
Prometo q esta semana, comparecerei a este recinto c/ mais afinco.
E vcs, façam o favor de vir e comentar, viu?!
Não é ficar me ignorando igual alguns têm feito não, viu?!
Tô numa fase carente de atenção e narcisística-umbiguista.
Façam a gentileza...
segunda-feira, junho 12, 2006
Todos os encontros de domingos, levam ao mesmo caminho. A Lagoa.
Pelo menos ontem, todos estavam lá: Contigo, Caras, Quem, até a extinta Bundas!! Mentira.
A gente foi parar na Lagoa, p/ uma voltinha de fim de tarde e com o nobre objetivo de gastar Pacotinho e encontrar sua Dinda.
A Dinda do Pacotinho é uma pessoa linda que eu admiro muito.
Nos tempos áureos da nossa pós-adolescência, éramos Pincky e Cérebro. Ela era cérebro.
Aquela pessoa questionadora, aquele ser pensante que pára, analisa, pesa 10 vezes as situações antes de mover um dedo.
Enquanto ela se ocupava c/ isso, eu já estava lá na frente e tinha feito e refeito as coisas.
Ela dizia p/ eu pensar mais e eu dizia a ela p/ agir mais.
Louco, mas todas as vezes que ela agia, eu ficava espantada. Como se aquela atitude não fosse permitida a ela.
Como se a ela, não fosse possível agir, só pensar; como se ela fosse de concreto armado e não uma massinha de modelar nas mãos do etéreo.
Postura egoísta a minha.
Nós sempre nos completamos. Por que não, tratá-la como um ser humano falhível?! É natural, não?! Não. P/ adolescentes tardias, nada é natural. É tudo muuuuuuuiiiiiito complicado... Mas ela me ensinou a descomplicar, mesmo complicando tudo! Ou quase tudo.
Ela sempre pensou por nós duas e me ensinou tantas coisas... me ensinou que amigos têm segredo sim, entre si (eu demorei muito a aprender discrição! Não por maldade.); me ensinou, que amigos tem que ter tempo para respirar, que amizade não é escravidão.
A Dinda me ensinou que amar alguém tão diferente de mim e tão complexo, é possível.
Eu sempre fui aquela brincalhona, que trazia leveza, então só c/ ela eu conseguia falar sério, pensar, formular idéias sadias. E como é bom olhar p/ trás e ver o quanto eu aprendi com essa querida irmã. Foi com ela q eu descobri o significado do D.R (Discutir Relação). Foi sempre c/ ela...
Sim. A Dinda do Pacotinho ainda é minha irmã.
Mesmo não se falando todo dia, mesmo com a distância das nossas casas, mesmo com os rumos distantes que tomaram nossa vida, a gente faz a viagem de volta e dá um jeito de ser ver e continuar c/ a nossa história.
Confesso que fui contrariada. P/ me tirar de casa aos domingos é um sacrifício, ainda mais ralando sem parar. Mas por amor a essa amiga, eu vou aonde quer que seja.
Como é bom vê-la crescendo como pessoa, se conhecendo e se superando.
Eu aprendo sempre junto c/ ela e a ver transpondo obstáculos imensos com tanta nobreza e dignidade, é exemplo não só p/ mim, mas p/ todos que a cercam.
Era p/ ser um post comum este.
Era p/ eu falar sobre a lua cheia que vimos nascer refletida na água, era p/ falar das crianças andando de bicicleta na ciclovia e aquela gente toda se divertindo. Como a Lagoa nos dá a impressão de que o mundo é perfeito?!
Por isso às vezes eu odeio a Lagoa. Aquilo não representa a realidade.
E eu sempre luto c/ esse sentimento, porque apesar de detestar aquele clima de perfeição eu sempre me faço promessas de voltar lá mais cedo e aproveitar tudo o que aquele visual pode proporcionar a mim e a minha família.

Eu sinto raiva de querer ir outro dia, p/ me sentar de novo no pier e ver as águas calmas da lagoa batendo na madeira e fazendo-as tremular.
Nesse dia, eu quero que meu filho ande c/ a gente naquelas bicicletas p/ família, onde todos pedalam. E a gente vai fazer muita bagunça.
Depois, a gente vai sair dali p/ almoçar em algum lugar perto... e a Dinda, vai ter de estar conosco.
Tenho raiva, mas deve ser inveja essa raiva.
Uma inveja sadia... por não fazer parte daquele mundo tão leve, tão tranqüilo... a vida de verdade, não é tranqüila! A vida de verdade tem aperto, dificuldades, conflitos e insatisfações... e ir pra lá, me faz entrar em sintonia c/ aquela placidez, mesmo sem querer.
Vc não fica na Lagoa, lembrando que seu crédito está no vermelho.
Vc não fica lembrando que sua menstruação não veio (Calma Engraçadão!! É ilustrativo!)
Vc vai p/ lá e se sente rico, feliz. Vc se comporta mesmo sem querer, como se sua vida fosse perfeita. E ao olhar ao redor nos minutos de silêncio, eu percebi que isso não acontece só comigo.
Não me recordo de ter ido caminhar lá uma vez sequer e ter ficado reclamando da vida.
Posso jurar que isso nunca aconteceu.
Por isso dá raiva.
Deve haver na Lagoa, um super bagulho pairando sobre nossas cabeças, que deixa todo mundo inebriado e esquecido de suas pobre mazelas.
É por isso que às vezes eu me ponho a resistir, quando o assunto é Lagoa.
Eu não tenho vontade de morar lá. Mesmo quando ganhar na Megasena acumulada (ainda que, sem ter apostado!!)
Se eu cagasse dinheiro, preferiria morar no Leblon do Manoel Carlos, ou no Humaitá, debaixo do sovaco do Cristo naquelas ruazinhas lindas.
Lagoa não!
Só que eu hei de voltar. Eu sei.
E o dia que eu voltar lá, a Dinda vai comigo. Pacotinho e Engraçadão também. E Tio Gu.
Serão meus escudos, meus amores... meus amigos eternos.
Bj na bunda 4ever.
Pelo menos ontem, todos estavam lá: Contigo, Caras, Quem, até a extinta Bundas!! Mentira.
A gente foi parar na Lagoa, p/ uma voltinha de fim de tarde e com o nobre objetivo de gastar Pacotinho e encontrar sua Dinda.
A Dinda do Pacotinho é uma pessoa linda que eu admiro muito.
Nos tempos áureos da nossa pós-adolescência, éramos Pincky e Cérebro. Ela era cérebro.
Aquela pessoa questionadora, aquele ser pensante que pára, analisa, pesa 10 vezes as situações antes de mover um dedo.
Enquanto ela se ocupava c/ isso, eu já estava lá na frente e tinha feito e refeito as coisas.
Ela dizia p/ eu pensar mais e eu dizia a ela p/ agir mais.
Louco, mas todas as vezes que ela agia, eu ficava espantada. Como se aquela atitude não fosse permitida a ela.
Como se a ela, não fosse possível agir, só pensar; como se ela fosse de concreto armado e não uma massinha de modelar nas mãos do etéreo.
Postura egoísta a minha.
Nós sempre nos completamos. Por que não, tratá-la como um ser humano falhível?! É natural, não?! Não. P/ adolescentes tardias, nada é natural. É tudo muuuuuuuiiiiiito complicado... Mas ela me ensinou a descomplicar, mesmo complicando tudo! Ou quase tudo.
Ela sempre pensou por nós duas e me ensinou tantas coisas... me ensinou que amigos têm segredo sim, entre si (eu demorei muito a aprender discrição! Não por maldade.); me ensinou, que amigos tem que ter tempo para respirar, que amizade não é escravidão.
A Dinda me ensinou que amar alguém tão diferente de mim e tão complexo, é possível.
Eu sempre fui aquela brincalhona, que trazia leveza, então só c/ ela eu conseguia falar sério, pensar, formular idéias sadias. E como é bom olhar p/ trás e ver o quanto eu aprendi com essa querida irmã. Foi com ela q eu descobri o significado do D.R (Discutir Relação). Foi sempre c/ ela...
Sim. A Dinda do Pacotinho ainda é minha irmã.
Mesmo não se falando todo dia, mesmo com a distância das nossas casas, mesmo com os rumos distantes que tomaram nossa vida, a gente faz a viagem de volta e dá um jeito de ser ver e continuar c/ a nossa história.
Confesso que fui contrariada. P/ me tirar de casa aos domingos é um sacrifício, ainda mais ralando sem parar. Mas por amor a essa amiga, eu vou aonde quer que seja.
Como é bom vê-la crescendo como pessoa, se conhecendo e se superando.
Eu aprendo sempre junto c/ ela e a ver transpondo obstáculos imensos com tanta nobreza e dignidade, é exemplo não só p/ mim, mas p/ todos que a cercam.
Era p/ ser um post comum este.
Era p/ eu falar sobre a lua cheia que vimos nascer refletida na água, era p/ falar das crianças andando de bicicleta na ciclovia e aquela gente toda se divertindo. Como a Lagoa nos dá a impressão de que o mundo é perfeito?!
Por isso às vezes eu odeio a Lagoa. Aquilo não representa a realidade.
E eu sempre luto c/ esse sentimento, porque apesar de detestar aquele clima de perfeição eu sempre me faço promessas de voltar lá mais cedo e aproveitar tudo o que aquele visual pode proporcionar a mim e a minha família.
Eu sinto raiva de querer ir outro dia, p/ me sentar de novo no pier e ver as águas calmas da lagoa batendo na madeira e fazendo-as tremular.
Nesse dia, eu quero que meu filho ande c/ a gente naquelas bicicletas p/ família, onde todos pedalam. E a gente vai fazer muita bagunça.
Depois, a gente vai sair dali p/ almoçar em algum lugar perto... e a Dinda, vai ter de estar conosco.
Tenho raiva, mas deve ser inveja essa raiva.
Uma inveja sadia... por não fazer parte daquele mundo tão leve, tão tranqüilo... a vida de verdade, não é tranqüila! A vida de verdade tem aperto, dificuldades, conflitos e insatisfações... e ir pra lá, me faz entrar em sintonia c/ aquela placidez, mesmo sem querer.
Vc não fica na Lagoa, lembrando que seu crédito está no vermelho.
Vc não fica lembrando que sua menstruação não veio (Calma Engraçadão!! É ilustrativo!)
Vc vai p/ lá e se sente rico, feliz. Vc se comporta mesmo sem querer, como se sua vida fosse perfeita. E ao olhar ao redor nos minutos de silêncio, eu percebi que isso não acontece só comigo.
Não me recordo de ter ido caminhar lá uma vez sequer e ter ficado reclamando da vida.
Posso jurar que isso nunca aconteceu.
Por isso dá raiva.
Deve haver na Lagoa, um super bagulho pairando sobre nossas cabeças, que deixa todo mundo inebriado e esquecido de suas pobre mazelas.
É por isso que às vezes eu me ponho a resistir, quando o assunto é Lagoa.
Eu não tenho vontade de morar lá. Mesmo quando ganhar na Megasena acumulada (ainda que, sem ter apostado!!)
Se eu cagasse dinheiro, preferiria morar no Leblon do Manoel Carlos, ou no Humaitá, debaixo do sovaco do Cristo naquelas ruazinhas lindas.
Lagoa não!
Só que eu hei de voltar. Eu sei.
E o dia que eu voltar lá, a Dinda vai comigo. Pacotinho e Engraçadão também. E Tio Gu.
Serão meus escudos, meus amores... meus amigos eternos.
Bj na bunda 4ever.
terça-feira, junho 06, 2006
COISAS QUE EU NÃO CONTEI

Eu não contei que estou me preparando p/ algo novo.
Algo que me possibilite ter uma visão de futuro.
É. Estou falando do profissional agora. Eu quero de todo o coração melhorar de vida. Eu preciso.
Eu preciso sair da situação em que me encontro hoje... contando dinheiro... chorando miséria... tô muito cansada.
Estamos muito cansados.
Eu não contei que fui fazer uma dinâmica na semana passada e que as pessoas eram medíocres.
Eu não contei que era na pavuna e que eu tive que ir de carro, morrendo de medo em meio ao nevoeiro que caiu sobre o Rio de Janeiro.
Eu não contei que cheguei lá c/ 1h de antecedência.
Não. Eu não contei que menti no trabalho p/ estar lá.
Nem contei que fiquei assistindo a Lost e Sex and the City p/ me preparar p/ o Inglês.
Eu não contei que não sei falar Inglês oficialmente.
Isso não contei p/ ninguém.
Também não contei que baixou um santo em mim, na hora de fazer a redação em Inglês e que eu saí c/ idéias e expressões que nem sabia que tinha.
Eu não contei, que quando entro no site dela, entendo tudo, mas não consigo comentar nada, só por saber que ela sabe mais que eu.
Isso eu não contei...
Não contei que neste mesmo dia, fiquei quase o dia inteiro sem comer e em cima do salto.
Não contei que houve um encontro das Cachorras, mas isso... o Engraçadão já sabia!
Não contei que o encontro foi um fiasco. As cachorras mais divertidas deram bolo e as insossas compareceram em peso.
Eu não contei que saí de lá e tentei entrar no show do D2 sem sucesso.
Não contei também que o D2 agora faz parte da elite. Ele deixou, mas isso também todos já sabem...
Eu não contei que de lá fomos parar na Symbol, que é um antro de gente feia e esquisita.
Eu não contei que detesto estar no mesmo ambiente de gente esquisita.
Eu não contei que sou preconceituosa nesse quesito.
Eu não contei que tive que fazer um crucifixo c/ a mão antes que uns caras estranhos pegassem no meu braço...
Também não contei que sei me defender tão bem, que ninguém se atrevia.
Eu não contei que não sou cachorra o suficiente... pelo menos p/ a Symbol. O que é ótimo!!
Eu não contei que talvez as coisas dêem certo este ano.
Eu não contei que se tudo der certo, Pacotinho II - O Original virá.
Sim eu sei. Não contei esse tempo todo que sonho em engravidar de novo.
Não contei, porque nada ainda contribuiu p/ que isso aconteça.
Eu não contei, que Pacotinho fala do irmão (ã) como se ele(a) já estivesse vivo!
Eu não contei que se pudesse teria mais dois filhos, p/ desespero do Engraçadão.
Eu não contei que o melhor daquela quarta feira que passou, foi chegar em casa.
Eu realmente não contei, mas foi lindo atracar no meu porto seguro e na cozinha, encontrar meu grande amor c/ El Porro devidamente pronto, me esperando só p/ acender.
Eu não contei como tenho sorte de ter um homem como ele, que consegue ler meus pensamentos, sem invadir minha privacidade.
Privacidade?? Eu não contei que não a tenho? Não. Acho que não.
E nessa mesma noite, eu não contei, mas ele foi tão querido, lindo e compreensivo, que me deixou dormir, porque sabia que eu estava esgotada.
Muitas coisas ainda eu não contei... hoje por exemplo... aniversário de mydog-friend...
Assinar:
Postagens (Atom)


