Subscribe:
Mostrando postagens com marcador vício. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vício. Mostrar todas as postagens

terça-feira, setembro 03, 2013

ESPECIAL ROCK IN RIO #EuVou

Foi uma grande conquista participar desse workshop que começou no final de Junho, todos os sábados, com chuva, sol, friaca, afastada da família, dos amigos, sem contato com o mundo.

Foi meio que uma espécie de Big Brother, sem as câmeras em casa, apenas na faculdade. 
Foi suado, foi muito sofrido, foi chorado, brigado, amado... 

Se antes, nós amantes de reality shows achávamos bobeira, aquele bando de sentimentos transbordando por gente que eles mal conheciam, mas já amavam, eu pude sentir um pedacinho do que é essa pressão de verdade.

Todo sábado era um trabalho novo, que pedia excelência, com poucos recursos tecnológicos, com uma família grande pra gerir, com a falta de dinheiro a ser administrada, com colegas de grupo que queriam tanto quanto eu, porém que com uma vida menos complicada e que não davam o sangue... egos para administrar, intrigas para ignorar.

Mesmo reconhecendo o próprio potencial, a gente fica cego. A gente não tem mais certeza de nada e basta alguém te olhar torto, ou falar algo enviesado que a dúvida se instala ali e você já era.
É ou não é um Big Brother?
De 140 alunos, a turma foi reduzida para 70 e desses 70, apenas 40 seriam classificados. É muita gente boa que ficaria de fora.

Então, sábado passado ficamos sabendo o que seria do nosso destino. Eu recebi o fatídico email de parabéns no início da semana, saí comemorando igual a uma louca no Facebook, mais até do que deveria, porque comemorei a primeira seletiva e depois a segunda, até que semana passada fiquei sabendo que não abraçaria a posição dos meus sonhos, que é a reportagem. Fui destacada para a produção, no horário das 17 às 23h para trabalhar no Rock in Rio.
Os sete dias.

Claro que isso é bom.
Vai me capacitar para o mercado e de lá, quero cair dentro de um estágio na área, o mais rápido possível e esquece jornal, meu lance é TV. Agora mais do que nunca!

Daqui pra frente, querido leitor, vou mostrar todos os vídeos que fizemos ao longo da oficina. 
Alguns vocês já terão visto, porque foram autorizados antes, no entanto, a grande maioria não.
Vai ser legal, porque dará para acompanhar a evolução durante o curso.

Pretendo também fazer a cobertura Rock in Rio pelo Blog, já que estarei na casa da minha mãe, com algum tempo para mostrar fotos, falar dos shows e o que mais pintar.
Vai ser muito bom, porque quem não puder ir, poderá acompanhar por aqui e pra mim, vou exercitar mais uma faceta jornalística, a de crítica de música (adoro).

O trabalho a seguir foi tenso. 
O breafing era compor um clipe, com uma música que será apresentada no Palco Mundo dessa edição do Rock in Rio e que não ultrapassasse 2min. O objetivo dos coordenadores, era ter uma noção da nossa visão de composição e edição de vídeo.

O grupo era composto por 5 pessoas, sendo três mais velhos que eu. Foi muito estressante, porque dois deles tinham personalidade muito forte, porém, só o cara que mexeria no vídeo daria a palavra final, já que usamos o Final Cut (apple) para edição e só ele sabia mexer. Esse cara dizia o tempo todo que tinha 25 anos como músico e yada yada yada e isso cansa, porque pra chegar num resultado, não adianta contar vantagem. 
O trabalho do editor, é absorver tudo o que lhe pedem e desse bando de ideia, traduzí-las em efeitos esbanjando o próprio talento de preferência. A palavra certa é adequar.

Resultado: Ficou bom, mas deu sono, se comparado aos outros. O ponto positivo, é que entre os outros grupos, a professora sempre interrompia os vídeos para comentar pontos fracos. O nosso não foi interrompido e nem comentado. 


Estas imagens foram captadas da própria oficina, durante o primeiro exercício de câmera.
Aceita-se comentários.

Bj na bunda e até a próxima, próxima mesmo. Acompanhem!

domingo, janeiro 10, 2010

Na onda da música française

Leia ouvindo pra entrar no clima!
Esta música foi usada na minissérie Dalva & Herivelto no momento da morte de Dalva, numa versão cantada em Português pela própria Dalva de oliveira


As pessoas podem até pensar que eu tô nessa agora ou que estou sofrendo uma súbita influência por conta de trabalhar numa empresa francesa. Tsc, tsc, tsc. Ledo engano.

Só os meus queridos 5's leitores sabem toda a verdade.

Verdade de N.º 1 -> Eu amo filmes e interpretações magistrais. Filmes de época então que mostram um pouco da história do mundo, me fascinam demais. Ao ponto de eu desconfiar que minha última vida foi há muuuito tempo atrás. Tipo... século XVII, depois XVIII ou XIX quem sabe?!

Verdade de N.º 2 -> Eu amo boa música seja em qual idioma ela seja. Acabo ouvindo muito em Inglês, porque somos massificados por esse idioma, mas quando me chega algo realmente bom fora essa língua, eu me jogo de cabeça e saio baixando tudo.

Aí, em 2005 eu tive acesso ao Mickey 3D que foi trilha do post abaixo. Ele me chegou pelas mãos de um francês, numa espécie de troca de favores musicais.

Depois em algum ano desses aí, eu soube que iriam gravar a história de Edith Piaf. E eu lá tinha algum entendimento sobre Edith Piaf? Só soube que foi a maior cantora francesa do século XX e que Cássia Eller havia gravado Non, Je Ne Regrette de Rien e pronto. Mas o que ma chamou mais a atenção, foi a atriz Marion Cotillard (foto) que entrou na personagem de tal forma, que o pessoal de set jurava que o santo baixou. Aí eu fiquei louca né?!



Assim que tive oportunidade peguei o filme, depois do filme baixei as músicas de Edith, depois vi o filme novamente pra apresentar a minha amiga chaveirinho e agora estou acometida por esse surto de música francesa.

Comparativo da Edith verdadeira e à direita, a atriz Marion Cottilard na pele da cantora

O bom da música, é que ela não tem idade. Se o artista é bom, você pode ser totalmente diferente daquela época e apreciar do mesmo jeito. Eu sou assim. Ok, que neguinho diz que eu tenho alma de artista, mas foda-se, eu gosto de ser assim e não tenho vergonha nenhuma.

O problema é o pessoal aqui de casa que não tem alma de artista. Engraçadão por exemplo fica em cólicas quando eu ponho o CD. Agora aproveitei que ele desceu com os meninos, pra tacar Edith na vitrola. Sabe como é, não quero incomodá-lo. Pra quem não curte, ouvir uma ou duas músicas no volume quase máximo é uma coisa, agora ouvir um CD com umas 20 músicas, quase no volume máximo deve ser uma tortura. Eu entendo.

Mas tudo bem, sigo ouvindo, sigo cantando e divulgando no twitter. É isso o que importa.

Linkwithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...