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quinta-feira, setembro 19, 2013

ROCK IN RIO - SEMANA 2


Pra você que comprou ingresso para a segunda semana de Rock in Rio e se viu em meio ao tempo nublado, em plena semana de rock pesado, não maldiga o tempo. 
Agradeça. Você será abençoado, porque o Senhor vai derramar o seu amor.

Cidade do Rock com aquele sol de racha côco, está mais para caldeirão do inferno que qualquer outra coisa. Se assim como eu, você detesta suar, amigo. Hoje é dia de comemorar.

Aqui em Jacarepaguá, pertinho do fim do mundo e da Cidade do Rock, o tempo está nublado, sem chuva, no máximo algo fininha e bem ocasionais. 
Deu no jornal que pro fim de semana, a temperatura máxima pode chegar aos 35°C, o que comprova a velha máxima de que alegria de pobre dura pouco. 

Leve sua camisinhha de algodão, além da de látex, vale bermuda rasgada, aquela cartucheira, que estava esquecida no canto do armário e você não encontrava utilidade, tá na hora de colocá-la pra fora. Ela super combina com Rock 'n Roll. 

Nessa hora todos ficariam felizes se eu sugerisse um coturno lindo, mas esqueça isso sem medo de parecer anti-fashion. Coturno é lindo pra quem tem a credencial azul, que te permite chegar de carro e estacionar ali na porta do Rock in Rio. 
Se você não tem todo esse poder, ponha o tênis e corra pro abraço!

Pode ser o velho tênis de corrida, com mola, modelo air, o que você tiver, de preferência que amorteça a passada. São kilômetros pra tudo. Pro banheiro, pra birita e pro ponto de ônibus mais próximo.

Sem contar, que a própria Cidade do Rock oferece brinquedos com filas kilométricas, que com chão molhado você não vai ousar sentar, vai aguentar nas pernas mesmo. Portanto, esqueça coturno.

Capa de chuva é o mais indicado, ou ainda, chuva na cabeça, caso você não se importe em ficar com cabelo encolhido.
O meu, por exemplo, tá pago e pode molhar a vontade. 

Guarda-chuvas, são terminantemente proibidos na Cidade do Rock, além de super difíceis de esconder na bolsa. A menos que você queira fazer caridade com o mendigo mais próximo doando o seu modelo, não leve em hipótese alguma guarda-chuvas! 

É impressionante, mas Murphy sempre pega a gente no erro. Pode não pegar os outros, mas os cagados de urubu, sempre se dão mal. De maneira que querer parecer esperto, achando que a segurança não vai pegar, é querer ter dor de cabeça à toa. A segurança pode não revistar mesmo, inclusive, eu nem posso discorrer sobre esse tema, já que entro pela ala de colaboradores e sou revistada todos os dias. 

A Cedae está distribuindo água para aqueles que ficam encostados nas grades. Não sei dizer se a mesma coisa acontece em outras localidades, mas é importante se hidratar tanto com sol, como com chuva. Entre uma cachaça e outra, abuse de água. Além de fazer bem, evita dor de cabeça para você e seus amigos. Ninguém quer ir pro Rock in Rio pra ficar ouvindo os shows da enfermaria. 
Vejo muita gente passando carregada e chorando por não ter aguentado ficar horas a fio em pé, próximo ao palco. Existem telões distribuídos por toda a Cidade do Rock transmitindo os principais shows. Não há o que temer. Beba muita água e curta o Rock 'n Roll. Nada de se matar.

Eu que estou em maratona cobrindo o evento, estou conseguindo me cuidar lá. Ainda que passe noites em claro, ou não durma o suficiente, a água é minha melhor amiga. Mais até que a Heineken, que está cobrando R$ 10,00 com os mochileiros e R$ 9,00 (santa diferença) nos stands.

Tenho visto muita gente portando máquinas fotográficas fodera, além de celulares sensacionais. Fica a dica. Escondam, maloquem ou evitem exibir. 
A segurança do evento encontrou uma ladra, com nada mais, nada menos que 40 celulares roubados na mochila. A assessoria do evento diz que será proibido entrar com equipamento de filmagem ou fotográfico, no entanto, tenho visto muitos. 
Evitem. Vocês poderão dançar e curtir muito mais, que ficando em estado de alerta permanente. E vamos combinar, ninguém fica em estado de alerta permanentemente. É justo nessa hora que os bandidos agem.
Todo o cuidado é pouco!

Estas são as dicas de ouro pra essa nova semana de Rock in Rio.
Brinquem na paz!

quarta-feira, setembro 04, 2013

RETROSPECTIVA ROCK IN RIO #EuVou - DESAFIO 2

Era assim, momentos de tensão quando a gente chegava, alívio na exibição do trabalho proposto e desespero tão logo era anunciado o próximo desafio.
Sim, eram desafios.

Na primeira semana, eu com medo de me afastar do objetivo de estar repórter, acabei me afastando do grupo do meu campus. Fui me meter a ficar com a galera da Barra. Era uma estranha no ninho, com meu jeito de fazer piada de tudo, muito provavelmente encarada como maluca, claro. Essa é minha sina e hoje, já não mais me envergonho, uma vez que as piadas são inofensivas.

O trabalho dessa vez, consistia em duas tarefas. 
Preparar uma reportagem com gravação bruta de 20min na aula seguinte, mais um Making OFF clipado daquilo que gravamos, ao som de Feel This Moment da Cristina Aguilera & Pitt Bull.

Tivemos uma semana de coceba, para cair de cabeça na tensão e barracos do grupo. Sempre eles. 
Absorvemos um colega do meu campus, o Jota Almeida, que fez sozinho um trabalho genial, com a trilha sonorda de Ivete Sangalo, arrancando gargalhadas da turma inteira e como foi o último vídeo a ser exibido, ficou no looping. Nascia aí nossa parceria de criação e apoio mútuo.

Então no sábado seguinte, um membro do nosso grupo (produtor) viajou e desapareceu. Justo ele que deu a ideia de usarmos um fundo branco e tentar simular um Chroma Key, para ali inserirmos a logo da faculdade ou do Rock in Rio. Para quem não sabe, o Chroma Key, é aquele fundo azul ou verde, que possibilita transportarmos imagens e simular situações diversas. 

Esse tipo de efeito é impossível de criar num fundo branco, acontece que o nervosismo não nos deixou raciocinar, apesar dos apelos do Jota. Não só, ficou tão arraigado em nós, que acabamos por utilizar a parede branca e gravamos nela, ainda que debaixo dos protestos da professora.

E por falar nela, nesse dia visulmbramos a face má de um diretor de filmagem. Por conta dessa faceta, ficamos todos com o cu na mão, sem raciocinar, cedendo à pressão que ela colocava. Parecíamos bonecos apatetados, anestesiados, fazendo tudo mecanicamente. 
Jota que foi VJ, errou o texto, emendando e saindo de qualquer jeito. Eu, de repórter, não consegui fazer mais que a pergunta padrão, porque o cagaço tomava conta de mim.
Foi da professora-diretora, a ideia de mudar de cenário, porque eu nem sabia raciocinar e jogaria geral prum canto só. Patético sim, mas naquela época, nenhum de nós sonhávamos que deveria ser diferente.

A magia da edição, claro, nos salvaria. Tivemos apenas 6min de material bruto, entre reportagem e making off e o resultado foi esse. O roteiro foi meu e do Jota Alemida, que na época assinava como Federline. 
Chique né?



O making off foi um capítulo a parte. Esquecemos todos de conversar com a pessoa que seria responsável por filmá-lo. Tem noção? Você faz um making off e nem conversa com seu câmera? Pois foi o que fizemos. Deveríamos ter em média, para um vídeo de 2min, 20min de material bruto gravado. Tínhamos apenas 6min, já que caímos na pilha que a fessora tocou com geral. Por isso até, considero que esse foi um dos melhores trabalhos que fizemos. Sofrido até dizer chega. Mas o raciocínio usado por mim e Jota foi o certo, porque trabalhamos as partes onde nossa professora atacaria. 

A tática deu certo. Nosso vídeo foi muito aplaudido e gritado pela nossa turma, tanto o trabalho, quanto o making off. 
Foi a primeira vez, que a receita do humor com reportagem nos salvou, instaurando uma marca.

A parte de edição do clipe abaixo, foi dureza. Repetimos a dobradinha com o editor do trabalho anterior e ele não sabia muito trabalhar em grupo. Não se comunicava com a gente e nem dizia no que estava pensando. 
Por fim, tiramos a edição da matéria das mãos dele e deixamos só o making off, já que ele estava levando 2 dias (12 horas no total) para montar um clipe de 1min. Como a matéria seria de 2min, pegamos outro editor-aluno e seguimos sem ele. Infelizmente, sobrava talento no nosso editor antigo, o que faltava era comunicação e ouvido.

Conclusão, ao final desse trabalho que significou um alívio e a prova de nossa força enquanto dupla, eu e Jota voltamos pra galera do nosso Campus, que era outra das mais aplaudidas dos sábados.



Galera, espero seus comentários do que estão acompanhando.
Bj na bunda!

terça-feira, setembro 03, 2013

ESPECIAL ROCK IN RIO #EuVou

Foi uma grande conquista participar desse workshop que começou no final de Junho, todos os sábados, com chuva, sol, friaca, afastada da família, dos amigos, sem contato com o mundo.

Foi meio que uma espécie de Big Brother, sem as câmeras em casa, apenas na faculdade. 
Foi suado, foi muito sofrido, foi chorado, brigado, amado... 

Se antes, nós amantes de reality shows achávamos bobeira, aquele bando de sentimentos transbordando por gente que eles mal conheciam, mas já amavam, eu pude sentir um pedacinho do que é essa pressão de verdade.

Todo sábado era um trabalho novo, que pedia excelência, com poucos recursos tecnológicos, com uma família grande pra gerir, com a falta de dinheiro a ser administrada, com colegas de grupo que queriam tanto quanto eu, porém que com uma vida menos complicada e que não davam o sangue... egos para administrar, intrigas para ignorar.

Mesmo reconhecendo o próprio potencial, a gente fica cego. A gente não tem mais certeza de nada e basta alguém te olhar torto, ou falar algo enviesado que a dúvida se instala ali e você já era.
É ou não é um Big Brother?
De 140 alunos, a turma foi reduzida para 70 e desses 70, apenas 40 seriam classificados. É muita gente boa que ficaria de fora.

Então, sábado passado ficamos sabendo o que seria do nosso destino. Eu recebi o fatídico email de parabéns no início da semana, saí comemorando igual a uma louca no Facebook, mais até do que deveria, porque comemorei a primeira seletiva e depois a segunda, até que semana passada fiquei sabendo que não abraçaria a posição dos meus sonhos, que é a reportagem. Fui destacada para a produção, no horário das 17 às 23h para trabalhar no Rock in Rio.
Os sete dias.

Claro que isso é bom.
Vai me capacitar para o mercado e de lá, quero cair dentro de um estágio na área, o mais rápido possível e esquece jornal, meu lance é TV. Agora mais do que nunca!

Daqui pra frente, querido leitor, vou mostrar todos os vídeos que fizemos ao longo da oficina. 
Alguns vocês já terão visto, porque foram autorizados antes, no entanto, a grande maioria não.
Vai ser legal, porque dará para acompanhar a evolução durante o curso.

Pretendo também fazer a cobertura Rock in Rio pelo Blog, já que estarei na casa da minha mãe, com algum tempo para mostrar fotos, falar dos shows e o que mais pintar.
Vai ser muito bom, porque quem não puder ir, poderá acompanhar por aqui e pra mim, vou exercitar mais uma faceta jornalística, a de crítica de música (adoro).

O trabalho a seguir foi tenso. 
O breafing era compor um clipe, com uma música que será apresentada no Palco Mundo dessa edição do Rock in Rio e que não ultrapassasse 2min. O objetivo dos coordenadores, era ter uma noção da nossa visão de composição e edição de vídeo.

O grupo era composto por 5 pessoas, sendo três mais velhos que eu. Foi muito estressante, porque dois deles tinham personalidade muito forte, porém, só o cara que mexeria no vídeo daria a palavra final, já que usamos o Final Cut (apple) para edição e só ele sabia mexer. Esse cara dizia o tempo todo que tinha 25 anos como músico e yada yada yada e isso cansa, porque pra chegar num resultado, não adianta contar vantagem. 
O trabalho do editor, é absorver tudo o que lhe pedem e desse bando de ideia, traduzí-las em efeitos esbanjando o próprio talento de preferência. A palavra certa é adequar.

Resultado: Ficou bom, mas deu sono, se comparado aos outros. O ponto positivo, é que entre os outros grupos, a professora sempre interrompia os vídeos para comentar pontos fracos. O nosso não foi interrompido e nem comentado. 


Estas imagens foram captadas da própria oficina, durante o primeiro exercício de câmera.
Aceita-se comentários.

Bj na bunda e até a próxima, próxima mesmo. Acompanhem!

sexta-feira, setembro 23, 2011

ROCK 'N RIO IV - EU VOU... PARA BÚZIOS!

PARA QUEM?

Me abstive até o presente momento de me pronunciar a respeito do Rock 'n Rio IV porque tinha esperança. Dinheiro não, mas esperança de que as coisas mudassem. E eu só queria entender que raio de estratégia de marketing é essa? E peço, se tiver algum letrado na área lendo essa joça, que me esclareça.

Mais uma vez recorro ao recurso do mini-flashback pleease!

MINI-FLASHBACK PLEEEASE INICIANDO! 
Quando teve a primeira edição, claro não pude ir e isso tem tanto tempo que eu nem lembro quantos anos eu tinha. Se eram doze ou dez ou onze anos, não necessariamente nessa desordem! Sei que meus pais foram e eu, dentre as minhas amigas, gozava com o pau alheio, porque os MEEEUS PAAAIS eram os únicos que não eram caretas e foram.

Meu pai ter ido, Ok. Meu pai tornara-se alguém que curtia genuinamente rock e trazia isso pra casa, embora eu ainda achasse barulhento demais; Já minha mãe era minha veia pop e foi na onda. Não junto com ele. Aliás, eles foram separados apesar de casados.
Foi o desbunde, foi a doideira e eu achei o máximo segurar o convite de verdade nas mãos, naquele quarto deles que tinha um jardim de inverno, onde eu costumava tocar cítara. Adorava aquele apartamento...

Aí veio a segunda edição e eu estava em crise. Já com 18 anos completos, fim de um relacionamento, meu primeiro amor perdido. Foi com esse primeiro amor que me enfiei no meio do Maracanã de pista, louca para ver o Guns 'n Roses que era a doença da época. Não lembro como se deu a questão da compra do convite, mas sei dizer que a maior dificuldade era levantar o dinheiro e não me recordo exatamente se houve problema para comprar o par de ingressos. Não teve. Claro que não.

Assim foi na 3ª edição.
Roberto Medina fez o costumeiro alarde, montou stand de venda em várias lojas espalhadas pela cidade, montou um museu do Rock em pleno Barra Shopping e nesse mesmo museu era possível comprar o ingresso. Eu bati o pé e disse que não ia. Já na terceira edição, o que era um tributo ao rock começou a mudar (Britney Spears, Sandy & Junior - Dani Antunes com nariz no palco esse dia, hein, hein, hein?!).
Ainda sim, se via boas atrações: R.E.M., Red Hot Chilli Peppers, Iron Maden, Neil Young, Foo Fighters, só pra dar o tom. Mas a noite que ficará gravada nos corações e mentes foi o banho de copinhos e latinhas que Carlinhos Brown levou da plateia na noite mais satânica do rock. Falta de semancol dos organizadores e dele próprio, q aceitou cantar p/ tapar buraco na noite onde a plateia estava sedenta por gritar Fear of the dark!
Falando em rock nacional destaco o show da Cassia Eller, foi sua última apresentação que assisti em vida e aplaudi de pé... Naquela época, já há 1 mês do show mudei de ideia ao passar em frente a cidade do rock e ser seduzida.
Comprei o ingresso e me recordo bem, há uma semana do show eu resolvi ir em mais uma noite e comprei meu segundo ingresso. Foi simples desse jeito.

MINI-FLASHBACK PLEEEEASE ENCERRANDO!

Agora eu me pergunto: A 4ª edição é a edição do sofrimento?
Ou depois que o festival virou franquia, os organizadores resolveram sei lá... tirar onda com a cara do brasileiro, achando que marketing bom é aquele q te faz de corno? Me explica que eu ainda não entendi.
Se o foco é unir música e público, por q raios reduziram a área onde aconteceria o show, entupido-o de lojas, roda gigante, mais uma porrada de coisas nonsense (tirolesa) que nada tem haver com música e público? Tipo, vai ter um espaço para plantar árvore... o.O
Não que eu não goste dessas coisas. Gosto sim, num parque de diversões, oras!

Disponibilizam poucos ingressos para o grande público, mas esbanjam esses mesmos ingressos para os patrocinadores. Tem Guanabara, tem Bob's, tem Trident só para citar alguns, fazendo zilhões de promoções com os ingressos do evento. Fora a prefeitura que ganhou ingresso à rodo e terão direito a levar pai, mãe, filho, papagaio, cachorro, empregada e laranja se bobear... Os manés pagantes, tiveram que se foder em fila.

Cara, péraí! Nem eu consigo mensurar o que eu mesma estou escrevendo. Existe um festival, vc quer ir, então para ir, vc vai ter que se foder. Já está determinado desde o início!
Se foder na fila, se foder para comprar o ingresso do ônibus (aquele que a prefeitura vai disponibilizar por R$ 35,00 e que vai te deixar a 3Km de distância do evento - aaah vc não sabia?!) , vai ter que levar lanchinho, porque vão vender o cachorro quente da Geneal (leia-se 1 pão com uma única salsicha sem tempero dentro) a R$ 5,00 ou R$ 6,00 e para beber, o mané vai ter q se virar, porque não pode entrar com lata, nem birita, nem nada líquido na bolsa. Vc vai ter que levar um extra para beber lá dentro e prepare-se, será outro assalto. Hj eu tô toda trabalhada na Fernanda Barraqueira!!
E dá-lhe fila, dá-lhe fila. Isso pra quê? Para ver Claudia Leittttttte, Ivete Sangalo, Ke$ha, Shakira (que hj nem canta mais?)? E a campanha anti-drogas? Vc nem ao menos vai poder se drogar para escapar desse sofrimento. Vai ser direto no toba à seco sem direito a rock, porque isso aí não é rock!

Sinto muito. Não vou.
Aaaah! Existe uma saída que eu não contei. R$ 640,00 vc consegue ingresso para 2 pessoas, o dia que vc quiser. Só tem q ter a grana ou parcelar. Mas aviso. R$ 240,00 é só de taxa administrativa, topas?
Chega na sua casa bonitinho, quer dizer... com a greve dos Correios eu já não posso afirmar que chegue a tempo.
Não, definitivamente não. Tô fora!
Você ainda pode entrar em alguns sites e tentar ganhar nas promoções. Eu juro que tentei, mas sabe? Desisti. Minhas ideias não são boas o bastante para os organizadores. Eu tô velha e fora de forma.
É que eu queria levar o Pacotinho na noite de seu aniversário (dia 02/10) para ver System of a Down, Evanescence e de lambuja Guns 'n Roses cujo álbum Appetite for Destruction (um clássico) ele adora. Mas não deu. Não mesmo.

Então encontrei uma solução! Eeeeureca. Por menos de R$ 350,00 vamos no final de semana de aniversário dele para um Hotel em Buzios, que tem piscina, parquinho, praia particular com toda a família, para celebrarmos seus 9 anos. Ele adorou a ideia do presente, está super feliz e eu também. Sem traumas, sem fila, sem abuso e sem fazer ninguém de palhaço.
Uma saída digna, eu diria e que vai ficar guardado igualmente para sempre em nossas memórias, mas certamente de uma maneira positiva.

segunda-feira, agosto 01, 2011

Amy

PORQUE EU SOU ÓBVIA


Porra, fiquei puta q a Amy morreu!
E aquela porcaria de biografia q eu li? Q me deu uma certa esperança? Q cu!
Foda-se q havia torcida e bolada apostando quando ela morreria. Achei uma palhaçada ela morrer agora e assim. 

Sim, porque é muita estupidez morrer que nem aquele povo do That 70's show! Estupidez. 
O povo enchia o cu de cana, se drograva, trepava a vera q morria de tanto ouvir o roqueinrrou! 

Fico puta mesmo! Ok q ela estivesse destruída por dentro, mas caralho, repetir os mal feitos dos outros? Em pleno século 21? Estupidez.

E neguinho agora se veste de Amy na TV, canta, até a baiana mala plageia. 
E os q gostam, ficam putos, jogados, põe a mão no bolso e chuta lata na rua fria. Eu estava em Sampa, com aquele gelo da morte! Uma friaca... friaca nada, um frio digno! Com a ausência da puta desvairada da Amy a me abandonar.

É... eu nem ouvia muito mais mesmo, eu mesmo sem ver o show em q ela foi vaiada e desistiu de continuar a turnê, nem assim eu deixei de ter esperança q ela fizesse diferente.

Mas não deu né? A história estúpida, escrota, desalmada, sem som, de uma mudez... se repete.

Agora Amy, acorde e enfrente. Talvez seja melhor assim para o seu bem!

segunda-feira, março 17, 2008

ENFIM: 30 SECONDS TO MARS

Já está na hora de falar dessa banda né não?!
Eu venho postergando porque... bem... vcs meus queridos 5's leitores e
baratas, moscas e teias de aranhas letradas - todas minhas amigas, trata-se
de uma banda EMO (HUUURRGH!).

Eeerrr... eu não sei exatamente se é uma banda emo.
Aliás, por que taxar de banda emo?
Só porque as pessoas tem franjinha??
Só porque as pessoas usam o cabelo ensebado??
Só porque a música é chorosa, lamentosa, melódico-grudenta??
Só porque todos se beijam na boca, se abraçam e choram não importando se é
homem, mulher, gato, cachorro ou jegue???

Ah!
Isso é preconceito dos brabos.
E 30 seconds to Mars não é uma banda emo-rróida porra nenhuma.
É uma banda de rock e pronto. E lambam.
Mania q esse povo adulto tem de inventar nomeclaturas prá tudo. Coisa
chata.
Não era mais simples, se fosse só banda de rock leve - médio - pesado - e
dos infernos?!
E eu já acho muito!
Poderia ser simplesmente banda de rock, mas vamos ao q interessa.

Sabe aquele cara gatéérrimo chamado Jared Leto, q fez alguns filmes de
pouca expressão em Holly-fucking-wood?


Pois então! A vida de ator ia meia bomba, o cara não estava ganhando muito,
apesar de ter feito filmes legais, como...
Péraí q eu vou jogar no Google!


...
...
...

Eh!
Senhor das Armas, Alexandre O Grande (grande só se for a piroc... q
o Jared enfiava no Alexandre - sim ele era o Hefestion, namorado do cara!! Huhauhauhauahuah!), Quarto do Pânico e
Chapter 27
(não sei se inédito aqui, onde interpreta o assassino de
John Lennon).
e

Como podem perceber, o cara tem talento. O problema é q filmes desse
quilate, não aparecem toda hora. Por isso e por que não, tirar uma ondinha
cantando rock?! E quem não gosta de rock, bom sujeito não é.
Eu os vi pela primeira vez, através do TVZ.
Parei tudo e assisti ao clip de The Kill, q já faturou o MTV Awards 2007,
desbancando Hed Hot e Green Day.
Daí, baixei o álbum e não me arrependi. Os caras são afinados, não tem nada
de melódico porra nenhuma e quem disser q eles são EMO, eu corro atrás e
taco pedra. Tá escutando DB??
É só fama.

Os caras dificilmente tocam na rádio. Aliás, nunca tocam nas rádios jovens,
q são as q eu ouço. (não questionem!!!)
Daí que ontem, eu lá em casa, arrumando as coisas prá sair, escuto um
trechinho de The Kill acústico, prá depois do comercial. Tive quase um
princípio de orgasmo, para ficar totalmente brochada logo a seguir, tamanha
heresia que cometeram!
Bicho, eles me colocam uma versão de The Kill tocada no violão, onde a
vagaranha da Pittty Bitoca, cantava a letra TRA-DU-ZI-DA AO
PÉ-DA-LETRA
junto com alguém q nem de longe parecia o Jarod.
Halloooouuu???

Engraçadão saiu rindo insandecido, quando viu minha cara de decepção. Ficou
assim, rindo por uns 10 minutos me zoando, completamente fora de si, com a
baba espumando e escorrendo do canto da boca. Não entendi nada, por q
tamanho sarcasmo.
Tenho duas sismas prá essa questão: Ou fizeram uma montagem escrotinha dela
com ele, ou ela estava cantando junto com o Paulo Ricardo.

Juro prá vcs, assim que essa doença passar, ou assim que lançarem novo
álbum, eu largo 30 seconds e volto a ouvir o Coldplay!

Ainda no quesito música, tomando café da manhã ontem, eu e Engraçadão mais
a prole.
Toca I miss you, do Blink 182 e eu vibrando porque não ouço o CD há
tempos e nem no rádio andava tocando mais.
Pacotinho com cara de desdém, falando bem baixinho:
PACOTINHO - Música chata, música chaataaa...
EU - Q mané música chata o q?? Vc aos 3 anos, também adorava essa música.
PACOTINHO - 2 anos mãe!
EU - Whatever... vc está se contradizendo. Adorava essa música tanto quanto
eu!
PACOTINHO - Gostava mãe, mas não gosto mais. As pessoas mudam sabia?
EU - ...
PACOTINHO - As pessoas mudam de opinião sabia?! E eu não gosto mais.
EU - ... (sem fala) ...

Alguém viu minha cara rolando aí pelo chão??? Se viram, pega aí prá mim??





Engraçadinha mete lá: O motivo do meu desafeto - The Kill -
30 seconds to Mars

sexta-feira, dezembro 14, 2007

A DOIDA DA AMY

Quem nunca ouviu falar de Amy Winehouse q atire a primeira pedra.
Só não pode ser pedra de crack, porque senão ela fuma!
A moça vive nos tablóides e provoca tanto, de uma maneira políticamente incorretíssima, q rumores dos seus feitos há tempos chegaram por aqui.


Mas o q tem Amy de tão barulhento?
No big deal!
Ela bebe água q passarinho não bebe, usa drogas e de vez em quando se interna prá começar tudo de novo.




Nesse novo século do políticamente correto, Amy deveria estar do lado de fora, na sombra da obscuridade. Ou seria obscuridade da sombra? Mas não está.
Muito pelo contrário, ela está fortemente presente na mídia e fazendo muita merda, não necessáriamente prá aparecer.
O que ela tem de bom?

Bem, meus caros e cada vez mais parcos queridos 5's leitores, a mulher é dona de uma voz e estilo, daqueles q vc escuta o CD e ao fim da última música vc se pergunta: Mas já acabou??
Lembra as divas da década de 40, daquela mistura de jazz com blues com rockziinho swingado, bom prá dançar colado ou separadinho mesmo?! Pois então.

Eu peguei o CD Back to Black no





Mininova e não me arrependi. Ouvi tudo e ainda quis mais.

Antes de mais nada, lembremos q antes dela, houveram outros doidões amados pelo público, na época em q ser drogado não era algo imperdoável. Incentivar o uso de drogas sim, coisa q atitudes falam por si só. Como dissociar um do outro, quando todo mundo sabe o q vc faz?
Janis Joplin, Jim Morrison, Jimmy Hendrix, Curt Cobain e até o próprio John Lennon admitiu já ter fumado El Porro, não eram menos amados. Eram sim, idolatrados e o são até hj.
O problema da Amy, é q ela é junkie.

Outro dia assisti a um vídeo no iutubíl, onde ela tirava cocaína (vai saber...) da peruca e cheirava no palco, durante um solo da banda.



Numa outra vez, vi uma foto num site (não lembro qual), onde ampliada, mostrava o nariz dela com um troço branco escorrendo.
Uma pena. De todos q citei, ela parece ser a mais doente. TAlvez encoste no Curt, q também se apresentava logo após dar um teco. Não sei como eles conseguem.
De qualquer maneira, enquanto ela não se mata, a gente vai curtindo sua voz, seu talento e sua música.

Segunda feira, dia 17 às 21:30h, o
Multishow, vai mostrar um show dela. Quem tiver tv a cabo, pode conferir e dar sua opinião sobre o talento da moça.

Eu particularmente, estou me apaixonando pela música dessa doida.
E aí ao lado, na minha vi-tro-la, vcs curtem a música You Know I'm no good. Música essa, q começa a ser executada exaustivamente nas rádios cariocas.

Bj na bunda e bom findi prá todos.

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