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sexta-feira, outubro 06, 2006

C'EST FINIT

Eu queria ter coisas boas p/ dizer, mas infelizmente não posso.
Eu constatei uma grande verdade, que talvez até muitos já saibam.
Nós não somos nada.
Que a nossa fragilidade é imensa diante da morte. E só através dela, nos humanizamos.
Perante a dor da perda, a gente é solidário, é irmão... é melhor.



Desse grande nada que somos, nos julgamos ser alguma coisa.
Aah, nos julgamos ser muito.
Muitas vezes. Repetidas vezes, dias e semanas.
Nos julgamos superiores todos os anos.

Mas somos mesmo, grandes nadas ambulantes.

Podia ter sido um dia normal, como outro qualquer.
Um dia com solzinho frio de manhã, irmã tagarelando no banco de trás, risos e brincadeiras no trabalho... não fosse o telefonema que receberíamos.
Ela concentrada no trabalho em meio a toda aquela papelada que deveria ser posta em ordem. Ela c/ pensamento no blog que há dias não era atualizado.
A vontade latente de visitar os amigos, projetos a começar, brigas homéricas c/ o espelho, quando soa mais uma telefonema.
Era o amor dela q chamava c/ voz chorosa.
O coração doeu...

Sim, o pai dele estava morto.
Primeiro foi um soco seco no estômago. Depois um vazio...
Não q ela tivesse grandes amores, ou fosse admiradora tenaz do Seu José. Não era. Mas a dor do seu marido a comovia.
Por sorte, ela tinha ficado c/ o carro e assim, pôde pegá-lo no trabalho e levá-lo até a casa de seus pais.
Ele só chorava. Parava e começava de novo. Desse jeito por todo o trajeto.
Lágrimas de dor, de medo, de dúvida, de perda.
Ela... mal teve tempo de avisar à algumas pessas próximas e desmarcar o encontro q teria à noite c/ as amigas. Sairiam p/ dançar. Não mais!
Seu amor, tinha o peito dilacerado. Precisava tanto dela...

Ao chegarem na casa, todos consternados, o corpo jazia na cama.
Tantos prantos, lamentos...
A boca entreaberta, roxeada, os dedos imóveis, olhos cerrados, sem vida. Tudo congelado pelo segundo massacrante.
Tudo naquela cena congelada.
Aí ela se deu conta outra vez, de quão frágeis nós somos.
Num minuto, estamos sorrindo, no outro já não existimos mais. Então prá quê tanta desavença, tanto egoísmo, tanto sentimento mesquinho, se o fim de todos nós, vai ser aquele pedaço de carte inerte em cima de uma cama. Quiçá de uma cama?!

Aí vem aquele monte de gente se solidarizar... muitos daqueles, provavelmente não te davam nem bom dia, quando vc passava apressado p/ o trabalho.
Vc mesmo, nem via ninguém tamanha pressa... e é assim q vivemos. Com pressa, correndo, sem olhar pros lados, com medo...
Prá quê medo? Ela se pergunta. Se o destino de todos nós, mais cedo ou mais tarde, será o retorno a pátria espiritual.

Àquele grande lar, onde todos vão se encontrar irrefutávelmente. Sim é uma certeza.
E quão grande é o despreparo humano p/ esse momento?!
Uns acarinhando o braço gelado do morto, que não estava mais ali. Não é mais ele. Ele se foi. Ali, só jazia a carne.

O corpo expulsando impurezas, que os algodões teimavam em reprimir.
Não. Não existia mais nada!
E as conversas, burburinho e falares de coisas q não vinham ao caso, estando na frente do corpo.
As pessoas não tem consciência do que se passa.
Vinha vizinho, vinham queridos, veio o pastor e sua esposa.
Este? Menos preparado que todos os outros:Porque o cenááário polííítico... dentro do quarto onde jazia o corpo!

Não. Não é assim q se faz.

Não é preciso pranto copioso e desesperado! Gritos de histeria coletiva porcausa de quem já foi, mas silêncio e oração, p/ que o desligamento se processe. O morto quer paz.
O morto não quer saber quem vai ganhar as eleições, mas quer saber de seu atual estado e o q vai acontecer com ele agora.
Só que os vivos ignoram isso completamente. Mas ela não, né?!

E o tempo passando, o entra e sai aumentando, seu marido se tranqüilizando e dando apoio aos demais.
Ele é realmente lindo. Até na dor ele é lindo. Ele é de verdade. Ele é nobre. Às vezes penso que não existe.
Enquanto ela?
Respirava morte e rezava. Ela só constatava...
Que essas verdades inexoravelmente vão acontecer com ela. Com todos.


E hoje, ela está assim.
Lembrando do rosto dele, dos dedos inertes, do cheiro de morte dentro do quarto e não entende.
Não entende como tem tanta vida ao seu redor?
Acha esquisito ter risos, ter vida, ter verde, espelhos... quando do mundo do qual foi expulsa, o cheiro...
... o cheiro ainda é de morte.

domingo, outubro 01, 2006

Querido Diário...

Ontem, dia 30 de Setembro de 2006, eu e Engraçadão fizemos 12 anos de união.
Não vou vir com aquela de parece que foi ontem, porque realmente não foi. Tantas músicas passaram pela gente, tanta moda, tanta praia, viagens, sol, cosquinhas embaixo do edredon, saliências em vários pontos da cidade e alguns motéis também!
Aí... aos 44 do segundo tempo, a gente resolve q vai comemorar.

Acho q a última vez q comemoramos foi c/ 10 anos. Depois q a grana ficou curta, reconheço, está mais difícil comemorar essa data. A gente só relaxa um pouco, porque tentamos fazer da nossa rotina, pequenas comemorações diárias. Senão...

Então a programação de ontem, foi surreal!!!
Começou c/ uma manhã de sábado chuvosa. Friaca, chuva e agenda lotada só p/ começar o dia!
Eu e Engraçadão cismamos em convencer Pacotinho a ficar na casa da Vovó Engraçadão. Ele ficou de manha. Aliás, como Pacotinho anda manhoso. Com argumentos prá lá de melodramáticos, tipo:


PACOTINHO E SUAS FRASES ESPETACULARES


_ Eu nunca tive isso!!!
_ Mas mããããe, eu preciso tanto ver a Pinky Dinky Doo!
_ Pai, eu nunca vejo o desenho na sala! Eu preciso da televisão da salaaaa! (Isso porque ele passa visgo na TV da sala e ela fica só p/ ele...)
_ Mãããe, eu preciso das figurinhas do caaaarrros mããããeee! (Isso porque só faltam 4 p/ ele completar o álbum)

Acho q precisamos colocar ele p/ vender limão no sinal... já é hora!
Daí acordamos relativamente cedo, p/ comprarmos as coisinhas p/ a festinha da creche em comemoração aos 4 anos do Pacotinho. Sim! Ele faz 4 anos amanhã e na agenda constava comprar bicicleta escondido inclusive!

Peguei o gostoso e fui de ônibus p/ a loja, munida de criança, bolsa e guarda-chuva. Engraçadão foi de carro comprar a dita.
Na loja de doces, Pacotinho foi possuído pelo espírito-compradô! Tava igual a um pinto no lixo de tão feliz e eu c/ meu cu tão apertado quanto alguém q levaria uma bela comida posteriormente!

A vendedora munida da calculadora insana, empacotou tudo como se eu fosse um negão parrudo de 2m de altura. Saí da loja estatalada c/ 6 sacolas na mão, bolsa, guarda-chuva, Pacotinho e meus olhos esbugalhados ao me deparar c/ uma chuva q molhava de verdade, quando um taxi me pegou.
Lá se foram meus R$ 10,00. Alegria de pobre dura pouquíssimo!
Tive q voltar p/ casa, pois teria minha santa manicure de cada sábado a me esperar e em algum momento, deveria almoçar, dar almoço ao meu filho, depilar geral, abastecer meu celular, ligar p/ a
Dog combinando hora e lugar da night e no meio disso tudo voltar p/ casa!

Já no salão, Engraçadão pegou Pacotinho e levou-o p/ almoçar.
Terminada a unha, rumei p/ o Shopping Tijuca p/ abastecer o celular e almoçar, enquanto aguardava a vez da depilação. Comi Japa food (nham-nham!) e fui ao êxtase. Ai, ai... só de lembrar já salivo.

Passagem de tempo:


TEMPO



Chegando em casa, estavam minha cunhada, seu namorado consertando a máquina de lavar q ultimamente estava mais p/ helicóptero q máquina de lavar... aproveitamos p/ convencer Pacotinho a ir c/ ela. Ele topou!
O quê????
Ele topou??
Siiiiiiiiiiimmmmmmmmmm!
Caralho!

Foi a primeira vez q ele dormiu fora de casa, e eu e Engraçadão parecíamos dois deslocados sem ele lá.
A casa fica um silêncio, volta e meia a gente esquecia q ele tinha saído e pensava q ele estava dormindo e se pegava falando num tom de voz mais baixo. Não era efeito de El Porro não. Não ainda...

Quando finalmente saímos de casa, fomos parar no Cine Ideal na Lapa. Mais precisamente, Rua da Carioca! Dog e Carlitos já estavam lá.
Engraçadão adorou a festa Biiiiiiiiitch. Ou seria festa Bitchaaaaaaa?!
Resumindo: Engraçadão nunca foi chegado a festas GLS, aí, quando resolve ir p/ um local mais alternativo, cai de pára-quedas justamente numa festa gay.

Prá mim... problema algum. Me senti a própria Carrie Bradshaw metida num daqueles inferninhos c/ seu amigo Stanford a tira colo, no meio daquele monte de "homem" bombado e sem camisa dançando rebolativamente, sarrando e beijando na boca de outros iguais.
Aliás, aquele papo de q homem bombado é tudo biba, pode crer q sim!! É tudo verdade salvo raríssimas exceções!
Engraçadão ficou na boa.
Melhor do q eu esperava. Só não conseguiu desfranzir a testa. Mas dançou, beijou minha boca... só Zé Guilherme é q não respondia! Eu beijava, beijava, até dava uma alisadinha mas... Zé Guilherme és muerto!

Depois de dançar por umas 2 horas, resolvemos ir p/ o cinco letras.
Pobre é uma merda mesmo!
Chegamos lá sem poder e eu exigi! Meninos eu e-xi-gi a suíte super-dupper-master da parada! Tinha até sauna!
Então... depois de um ta-pa, banheira cheia, sauna ligada... demos umazinha e caímos desmaiados na cama.

Surreal não?!
Eu disse q era!

Calma q nem tudo estaria perdido.
Hoje de manhã, fomos acordados de súbito pela cunhada querida, avisando q Pacotinho estava c/ saudade! Foi aí que pegamos aquela sauninha, namoramos mais, tomamos altos banhos (da hidro p/ a sauna, da sauna p/ a hidro... comendo Engraçadão... Oooops!) e fomos embora.

Hoje sacramentamos nosso amor e reafirmamos q é juntos que somos mais fortes e nos completamos.

Aí hoje... bem, hoje eu não fiz a urna de privada.
Foi isso!

quinta-feira, setembro 28, 2006

NÃO TÔ PODENDO!

CAUTION:

ESTE BLOG ESTÁ PARADO TEMPORARIAMENTE POR MOTIVO DE AUDITORIA NA EMPRESA EM QUE ENGEÇADINHA TRABALHA. VOLTAREMOS EM BREVE C/ NOSSA PROGRAMAÇÃO NORMAL OU ATÉ ENGRAÇADINHA DESCER DO TRONCO!



domingo, setembro 24, 2006

MENINOS EU VI!



Depois de tanto enrolar, enrolar e enrolar, assim como estou fazendo agora, finalmente tomei "a" decisão: Assisti a tragicômica história 2 filhos de Francisco, embora ele tenha tido apenas 7 (essa parte c/ colaboração de Engraçadão que fazia questão de contar a cada aparição dos cabeçudos à mesa!)

Que q eu achei???
Achei nada não.
Ah! Sei lá!
Estou banhada de preconceito até os cachos e cílios.

É que todas as vezes que eu começava a gostar do filme, a voz de Camarrrrgo (o de verdade) e Camarrrrrguim, entravam pelas orelhas adentro e eu ficava puuullllta da vida.

Sic!


Sic II!

Ok.
Mentira.
Eles foram super cuidadosos na escolha das músicas, c/ o roteiro, locação, fotografia, figurantes na rodoviária e figurino de shortinho e camiseta!

Ok.
Mentira.
De novo.
Eu só gostei do filme (eu re-almente disse isso???), porque o Seu Camargão era o Ângelo Antônio, porque a Dona Helena era a Dira Paes e o Zezé de Camargo o Márcio Kieling.



Tá bão.
Menti de novo!
Eu achei o filme maneirinho porque a Zilu era a Paloma Duarte e porque a Uanessa Camargo entrou muda e saiu calada!!!



Tá! Tá! Táááááá.
Mentira.
Tudo mentira.
Eu gostei mesmo porque tinha acabado de fumar El Porro e tava doidona. E porque lá fora da janela, tinha um corno fazendo aniversário numa casa, que tava dando show tipo um banquinho um violão, alto prácarálho q toda hora eu aumentava o som do Home e Engraçadão pedia p/ eu baixar o volume.

Na verdade mesmo, eu gostei foi da foda antes do filme!
Oooooooooopssss!
Nããão.
Bem... o filme não é ruim não.
Ah! Tipo assim, né?!

Qual era o assunto do post mesmo?!

sexta-feira, setembro 22, 2006

OBEDECENDO A ORDEM E SEQÜÊNCIA: A PESCOÇUDA!

Nunca plantei nada na vida.
Ao contrário de quem tem o dedo verde, tudo que eu toco morre. Mais cedo ou mais tarde! E é justamente por isso que meu sonho de consumo é ter um CACTUS.
Até hoje não coloquei o plano em prática, mas um dia vai! Já matei até COMIGO NINGUÉM PODE.

ESSA MOÇA, amiga minha de longa data, bicha, poeta e tão escorpiana quanto eu, lembrou e acompanhou essa época.
A época q eu revoltada c/ a posição do país em relação às drogas de alto escalão, resolvi não compactuar c/ a exploração, tráfico de drogas pesado-ilícitas-ilegais e seguindo à risca conselho dado por aqueles rapazes da banda que mais entende do assunto (PLANET HEMP'A) - conforme a música: NÃO COMPRE PLAAANTE! Foi o q eu tentei fazer. Lórrico.



Comprei vaso, terra adubada, peguei as sementinhas q sempre iam p/ o lixo e mandei ver.
No início, a gente acendia uma lâmpada forte durante a noite p/ aquecer a terra e ela morava em cima da pia.
Óbvio! Seqüelada do jeito q eu sou, não peguei nenhum manual, nem bula p/ ler antes de seguir em frente c/ essa idéia. Simplesmente mandei ver.
E o tempo foi passando e um trocinho verde foi aparecendo.

Nunca me dediquei tanto a uma plantinha como c/ a pescoçuda. Eu regava todo dia depois de enfiar o dedo na terra p/ ver se estava úmida, eu conversava c/ ela, eu colocava no sol de dia e na lâmpada de noite, eu... eu... eu...



Bem, ela foi crescendo e ficando pescoçuda. Daí o nome!
Meu aniversário chegou (2004) e ela já estava em tamanho bom p/ colheita.
Burra toda vida, peguei as prantinha e juntei cas coisinha devidamente desberlotada e mantive o respeito.
Enquanto eu tinha El Porro de verdade, usava a prantinha misturada. O efeito não mudava tanto as coisas... até o dia em q El Porro de verdade acabou!
Putz.
Aí butei a pescoçuda no forno p/ acelerar o processo de secagem e depois da bichinha ter ficado preta qui nem carvão, eu fiz que nem D2 mandou na música:



É só jogar na seda, no boing, no pipe...

E esperar:

Aperta aquela tora q tá tudo tranqüilo, mas sem essa conversa de perninha de grilo, certo?!

E esperar:

...acende, puxa, prende, passa. Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Nada.
O grande, velho, amigo e companheiro nada!
Repeti o processo de novo:

Aí butei a pescoçuda no forno p/ acelerar o processo de secagem e depois da bichinha ter ficado preta qui nem carvão, eu fiz que nem D2 mandou na música:

É só jogar na seda, no boing, no pipe...

E esperar:

Aperta aquela tora q tá tudo tranqüilo, mas sem essa conversa de perninha de grilo, certo?!

E esperar:

...acende, puxa, prende, passa. Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Sim. Vcs já leram isso, não estão doidões ainda...

A boca ficou seca mesmo e c/ aquele gostinho de El Porro. Não tardou e a larica apareceu, mas... e a onda??
Onda nenhuma.
Pescoçuda era uma fraude.
Ela conservava as propriedades de El Porro, todavia c/ as piores partes.

Aí, um dia eu fui à casa de um amigo querido, comer um churrasquinho de lei, regado a El Porro da melhor qualidade e um dos temas daquela tarde foi a pescoçuda.
Porra. Meu grande amigo entendido do assunto, estudioso e leitor, me explicou q as sementes deveriam ser fêmeas.
O puto tinha até uma revista descritiva de Como fazer p/ ter sua própria pescoçuda! Faça vc mesmo - Manual prático em 5 passos!. Eu fiquei arrasada!

Tava mandando macho há 2 meses, sem ao menos ter plantado uma fêmeasinha sequer.
De fato! O mundo é das mulheres. Somos férteis até no mundo das drogas ilícias pesadas e ilegais de baixo calão!
Eu me fodi mesmo e resolvi voltar ao submundo do shopping.
Deixei de dar água a Pescoçuda e ela se despediu do mundo assim como veio. De uma hora p/ outra.

Agora, por favor!
Façamos um minuto de silêncio em homenagem à falecida Pescoçuda.



Snif! Uma lágrima rola por minha face displicente...

quarta-feira, setembro 20, 2006

Tá na hora de sacudir a poeira!

E por falar em Cinema, aquele dia que eu lancei um pedido desesperado por um tema, o segundo que respondeu sem sacanagem, foi o Cláudio.
O primeiro foi o Max, só que falar sobre a água, requer mais inspiração do que eu tenho hoje, então, vamos começar por Cláudio!

Ele deu várias idéias, como filme, roteiro, direção e o caralho A4, mas se fosse falar disso tudo, é óbvio que não seria eu falando, então, vou falar qualquer merda sobre cinema.

O cinema entrou na minha vida muito cedo e como num círculo vicioso, eu estou passando essa paixão já p/ o Pacotinho que no mês que vem faz 4 anos.
Eu lembro que no meu tempo de pequena, cinema tinha censura. Então não era qualquer filme que eu podia entrar. Só que a censura lá de casa, era bem mais flexível e antes mesmo de ser considerada subversiva, o Sr. Engraçado já me alertava:

SR. ENGRAÇADO - Se te perguntarem qual a sua idade, diga que vc tem 4!
EU - Hum-hum! Posso falar antes??
SR. ENGRAÇADO - Não, senão não adianta. Só se te perguntarem vc fala! Se não perguntarem não diz nada.

Óbvio, minha astúcia ia muito mais além. Eu lembro de ficar na fila da roleta e de o moço-que-recolhia-o-bilhetinho não fazer pergunta alguma p/ as crianças da fila, mas quando minha vez ia se aproximando, eu usava aquela velha tática (nunca ensinada por ninguém, claro! - e é por isso também, que acredito em reencarnação.), de olhar bem fundo, dentro dos olhos do moço-que-recolhia-o-bilhetinho e a pergunta vinha mais do que certa, seguida da resposta mais do que orgulhosa: QUATRO.

E lá ia eu, toda empinada, nariz no alto, me sentindo super-foda, só porque conseguira enganar o moço-que-recolhia-o-bilhetinho.

Foram os trapalhões, TODOS os que eu consegui ver.
Foram os Super-homens (aí eu já era maiorzinha), foi a época de ir ao cinema sozinha.

A minha primeira impressão de cinema, foi esquisita. Eu reparava muito mais na ante sala, do que no resto. Na minha época de criança pequena, os cinemas, não eram esse enlatado esquisito de hoje. Um bate-pronto, toma que o filho é teu! Nãããão. Envelhecer é um saco e encantador ao mesmo tempo... tinha a bomboniére, tinha candelabros que pendiam do teto, tinham assentos acolchoados p/ quem chegasse cedo e quisesse folhear o jornal... tinha já uma magia na entrada. Os cinemas da Cinelândia então, eram os melhores. Muito mais imponentes. A gente chegava quase sempre atrasado, mas num piscar de olhos, eu era capaz de perceber tudo isso. E me sentia pobre.
Sentia que não pertencia aquele luxo todo.

Perto da casa que eu morava no Rio Comprido, tinha uma galeria c/ um cinema - o COMODORO, bem ali na Hadock Lobo (hoje, lógico, pertence à Universal do Reino do Dinheiro Rápido - conhecem? Então?). A gente já morava lá há um tempão, mas nunca ia nesse cinema, que dava p/ ir andando.
Um dia, já com uns 11 anos, pedi a minha mãe p/ ir comigo assistir à História Sem Fim. Ela não quis e eu aproveitei então, para pedir p/ ir sozinha; Lógico, tratei de deixá-la tranqüila de que estaria bem; e ela topou.


Chegada ao mundo dos Sonhos


Adam se transformando em Atreio.

Não, a sensação de independência é formidável. Me senti gente! E a história então... caía como uma luva p/ os meus 11 anos. Lindo filme.
Depois veio A Cor Púrpura no ano seguinte. Bom, esse é um tapa na cara já de entrada. Com Whoopy Goldberg, Denny Glover, Oprah Winfrey (goooorda) e outros atores negros de responsa, com muito choro, lençóis brancos no varal, blues, jazz, música gospel e porrada. Esse filme, eu tive de ver várias vezes, depois em vídeo e um dia pego ainda em DVD, para digerí-lo c/ gosto.
Engraçadão acho, ainda não conseguiu ver esse filme todo, porque dorme. Ser insensível esse...


Nettie e Sally - as personagens no início do filme.

Aí chegou a época de abstinência de cinema. Fui morar em Piedade, depois Rio Centro e entre a dureza e a distância, o mais barato era alugar filmes.
Engraçadinha não perdeu tempo! Foi trabalhar numa louuuucadora!
Dona Engraçada só faltou pirar. Naquela época, ela comprava as coisas p/ ter e não p/ usá-las de fato. Então eu chegava c/ aquele bando de filmes p/ ver no fim de semana. 6!
Dois sexta, dois sábado e dois domingo. Entre um filme e outro, dava tempo p/ fofocar no telefone, sair à noite, dormir depois do almoço, às vezes ajudar na cozinha e a viagem era tanta...

Às vezes o rolo de papel higiênico acompanhava as sessões. Às vezes passava mal de tanto rir... às vezes fingia q a mocinha era eu.
Em a Rainha Margot, eu era a própria, transando nas vielas de Paris, com aquele ilustre desconhecido mascarado, que por coincidência, era a cara do Engraçadão quando ainda tinha cabelo grande. Aí fodia tudo, né?! Eu o encontrava à noite, ainda sob o efeito daquele filme tão impactante. Ficava ansiando prá que o amor dele por mim, fosse daquele tamanho. Ainda não era...


Antes da coroação, na noite fatídica... humm...


Pena q essa é pequenininha...

Bem... Sr. Cláudio, espero ter satisfeito suas expectativas e as minhas também.
Taquem pedra na Geny!
Não, taquem não que o tema da Geny é música e esse é cinema!
Alto lá.

Bj na boonda, felows... d'ua égua!

segunda-feira, setembro 18, 2006

UMA PONTINHA

Antes de mais nada, quero agradecer pelas idéias.
Mas hoje, não vou falar sobre nada disso.
Eu vou sim, aproveitar vários temas p/ quando estiver sem inspiração.
Hoje, não sou eu quem vai postar, mas minha alma. Vou deixar ela falar por mim.

Eu queria tanto o silêncio. Tanto, mas tanto, que foi exatamente o q consegui.
Não. Eu não queria escrever nem falar sobre isso, mas às vezes botar p/ fora é preciso. Mesmo que seja sobre o nada.
Hoje, eu não estou sentindo nada.
Nem raiva, nem dor, nem vontade de chorar.
Estou olhando p/ a tela, piscando e esperando alguma resposta que não virá.

Ela entrou, trouxe o sol, risos e estrelas, mas quando bateu a porta e saiu, só deixou o silêncio.
Ela acha verdadeiramente q é o certo se apiedar de si própria e culpar os outros. Afinal, esse é o caminho mais fácil, mais curto.
Já eu... eu não.
Eu quero mesmo ficar só olhando.
Eu quero viver, ter amigos, ser ouvida e ouvir. Sou mesmo capaz de ouvir até meus ouvidos doerem. Ouço daqui, ouço de lá... mas não vou mover uma palha na história q não me pertence.
Não quero perder o q é tão difícil de encontrar. As pessoas queridas, os amigos do coração.

Estes...? Eles às vezes entendem, outras não. E saem. Batem a porta.
Passam a chave por fora e te deixam só.
Beleza.
Vou ficar aqui olhando e piscando. Vou ficar catatônica.
Eu podia fazer tudo diferente.
Eu poderia xingar, mandar todo mundo se foder, rodar a baiana e deixar a impulsividade tomar conta do meu ser... mas, como , se já estou a um passo a frente?
Andar p/ trás? Não. Nunca. Engraçadinha quer correr em direção ao horizonte, não ao abismo.

E justo hoje, houve esse julgamento, essa batida de martelo e por quê?!
Só porque se quis a paz?
Sabe? Eu estou cansada. Hoje, eu estou c/ sono, estou cansada, c/ o cabelo feio e dura.
Eu nem queria postar mesmo... prá falar de coisas q daqui a 5min. estarão mudando.
Sim... pode ser até p/ pior, mas hão de mudar. Então prá quê?

Eu não quero brigar, disse-me-disse nem desentendimento.
Eu tenho sim, o direito de virar a página. Mas nem todo mundo é corajoso o suficiente p/ fazer isso. Virar a página, requer muito fôlego p/ se calar.
Requer peito p/ não mover uma palha.

O que eu vejo, é q as pessoas querem é ter do q reclamar.
O ser humano, ama reclamar. Essa é a grande paixão.
As pessoas gostam de ser tadinhas!
Ah! Tadinho de fulano ó?! Tá chorando. Tá sem o amor. Tá sem dinheiro. Fulano tá gordo ó!

E o q q fulano faz p/ sair da situação??
Nada. Reclama, reclama, como um político diz, agora eu vou entrar na dieta, agora, eu vou parar de chorar por isso, porque não vale a pena.
Só q na hora do almoço, fulano está lá, bringando na fila pelo pedaço mais graúdo de torta.
E chora c/ gosto, porque ai... engordei mais 10Kg.

Pior. Fulano ainda briga contigo, porque te pediu aquele mc X-tudo e vc disse não.
Mas ué? Vc não disse q estava de dieta??
Disse. Mas eu quero.
Só q eu não quero uai! Acho q tenho esse direito não?!

Exemplinho tosco p/ ilustrar o quanto eu estou puta agora.
Estou. Muito.
Porque nesse momento só posso escrever e nada mais.
Nesse exato momento, eu só posso piscar p/ a tela. E isso me dá certa agonia.
Mas conitnuo firme no meu propósito. Não vou mudar, porque eu sei q estou certa na minha postura.
Nem q isso custe uma amizade.
Nem q isso custe ler pelos blogs da vida, o quanto vc foi injusto e deixou seu amigo sozinho quando ele queria encher a cara de torta graúda. Mesmo pesando 200kg.

Eu sou essa aí!
Eu sou essa q vai te deixar falando sozinho, quando sentir q vc precisa esquecer.
Vou mesmo!
Vou tapar os ouvidos e não vou dar uma pontinha de trela p/ q a sua dor sare logo.
Eu sou essa q vai ser chamada de injusta e amiga da onça!
Diferente daquela q só participa das festas.
Eu não. Eu participo dos momentos de dor também.
Mas eu não deixo um amigo querido se afogando. Eu jogo a bóia, mesmo quando sei q ele não quer pegar.
E é justo nessa hora q eu não presto.

Mas quem é a safada, sem escrúpulos mentirosa e sem memória dos blogs?
Não sou eu?!
A vilã? A grande julgadora da banca de jurados??
Tchanaaammmm! Eis q eis-me.
Sou euzinha aqui.

Deturpar é fácil.
Assumir é terrível.

A vc leitor, desse espaço emporcalhado de letras, fique sabendo desde hoje, q eu não tomo partido.
Antes, de vc gostar de mim e se infiltrar na minha rotina, saiba, q EU NÃO TO-MO PARTIDO!
(Não confundir c/ falta de personalidade). Nem adianta q eu não vou aplaudir sua queda, viu querido leitor. Nem sou daquelas q vai torcer p/ o bicho pegar quando vc estiver se fodendo. ESSA NÃO SOU EU. Espere sentando se pensa q eu farei esse papel. Nã-nã-ni-na-não!

E é exatamente por isso q eu não presto.
Muito provavelmente agora, os queridos 5's leitores são 4's.

É... Ficou uma merda. Eu sabia!

sexta-feira, setembro 15, 2006

ISTO NÃO ESTAVA NO SCRIPT!!

Como pobre coitada q sou, todos sabem q não posto de casa, mas do local onde ganho o pão.
Não sei bem o q ocorre, mas todas as vezes q tento acessar a página, é esta mensagem q aparece:

Ué?
Não apareceu??

Buáááááááááá!
Snif.

Caraca!
Nem mostrar o erro q está dando estou conseguindo?? Tô lascada mesmo, snif!
Queria tanto saber se vcs estão conseguindo ver alguma coisa...
É claro q eu estava tentando usar o recurso do print screen!!! Não funcionou, porra!

Bem, queria muito q essa NÃO fosse minha mensagem de fim de semana...

Snif!

terça-feira, setembro 12, 2006

A SORTE FOI LANÇADA - ESCOLHAM VOCÊS!

Quer saber?
Eu estou sem inspiração alguma p/ escrever. Eu tenho passado por um dilema ultimamente.
Como meu lentium 100Mhz está morto, enterrado e finito, eu tenho tido inspiração justo no dia em que estou lá em casa longe do trabalho!
Ou seja, a inspiração bate justo quando eu estou impossibilitada de escrever.
E não me venha c/ o papo de anota no papel, Engraçadinha! que não cola.

Escrever á lápis ou caneta já foi.
Eu sempre fui das máquinas.
Com 8 anos pedi minha máquina de escrever e dali não saía. Quando pegava no lápis/ caneta/ papel, meu punho doía, doía tudo.
Então não me venham c/ essa.

Deixa eu ver.....................................
Posso falar sobre o quê?..................................

...
+++
----
===
///
***
...

Eu podia fazer um ballcat enquete sobre o que q vcs querem q eu escreva.
É...
Mas não vale Guerra no Iraque, Economia, o blowjob da Mônica Lewinsky nem Eleições.
Tá bom. Eleições até pode, mas procurem esquecer isso, Ok?! A menos q vcs queiram um post em branco.
Eu poderia dar os temas mas como ambogüidade é uma das minhas características marcantes, eu vou ser extremamente generosa e deixá-los escolher o assunto. Pó-rém, no final da história EU-ZONA vou ficar c/ o tema, Okay?! Generosa e ditadora como o velho e ruim Adollllf.

A sorte está lançada!
E algo me diz q eu vou me arrepender e muito de ter inventado mais essa.

Bj na boooonda se é q vcs me entendem!

terça-feira, setembro 05, 2006

ENGRAÇADINHA PEREBENTA

Foi num daqueles dias dos meus 19 anos, em que eu não tinha trabalho, não tinha dinheiro, minha melhor amiga era dura fodida e mal paga, que a gente decidiu sair.
O tempo estava um cocô. Tal qual o dia de hoje. Normalmente não gosto de reclamar do tempo, porque o q está um cu p/ mim, p/ as plantinhas está um Yoopiiii! Mas isso não me impede de expressar minha opinião, não é mesmo?!
Então?!

A gente moravamal.com.br lá nas terras do Riocentro, q Deus o tenha!
Dona Engraçada não liberava a grana nem fodendo, que dirá pedindo. Eu não contava c/ ela.
Minha Santa Vózinha (Q Deus a tenha) é q se apiedava de mim, uma garota dura e com os hormônios gritando, de pais pão-duros q davam tchauzinho de mãos fechadas.
Esta sim, me deu o dinheiro da passagem e liberou o do refrigerante. Eu poderia brincar c/ o casco depois!
Era sábado.

Naquele tempo, eu já conhecia El Porro, mas não ia atrás. Ele é q vinha até minha pessoa. Só q aquele dia não veio.
Ninguém tinha.
E eu e Lolô na merda, resolvemos pegar carona c/ outro amigo dela fodido p/ chegarmos ao nosso destino: Uma danceteriazinha de merda num sub-bairro de Jaca-city q eu nem lembro o nome.
Ele nos deixou lá e vasou! E aí, juntou meu pingado c/ o dela e resolvemos encher a cara.
Pedimos no bar uma coca-cola e completamos o copão de 500ml c/ 51.
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmm, meus queridos 5's leitores, 51 (vcs estão vendo tudo direito! Ainda!)




O troço estava tão ruím, que a gente já estava quase vomitando dentro do copo.
Chegamos lá dentro e tocava pagode. Imaginem minha cara!
Dei uma geral c/ um dos olhos (o outro estava semi-aberto) e só bicho feio c/ filhote de cruz-credo. Eu tinha mesmo jogado pedra e acertado o saco do Filho do Homem...bem no meio. Uuuuuuiiiiiii!
Well, mudou a música. Funk na cabeeeçaa! Mas eram outros tempos.
Era tolerável. Mirei daqui, mirei dali e vi um conhecido da night q na época só cumprimentava c/ a cabeça.
Era gatinho, cabeludo e foi nele q eu grudei.
Bebi, bebi, bebi, beijei, beijei e na ida ao banheiro levei um tombão e ainda arrastei Lolô p/ o chão comigo.


Levantamos as duas às gargalhadas, uma se apoiando na outra e mijando de rir.
O lance c/ o carinha não levou a lugar nenhum! Ficou só nos beijos mesmo. Não tinha absolutamente nada a ver. O beijo era tolerável, mas eu estava bêbada.
Bêbada daquele jeito q nem dá prá beijar, porque roda tudo. Eu tava assim! Não sei como ele agüentou o bafo de cachaça.
E no vai e vem da mesa p/ o banheiro, tropeções, vacas e semi-tombos. Tinha eu degráusinho féla da puuuulta bem no meio do caminho e o piso era de ladrilho, molhado pela garoa q caiu naquele dia mesmo.

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Dia seguinte, minha boca tinha um leve inchaço no lábio inferior.
Minha mãe como já sabia q eu não era mais virge, começou a me dar esporro, porque ela achava q eu não ficava mais só de beijinho.
Na cabeça dela, eu já devia ir enfiando o pau todo na boca sem cumprimentar! eu era uma devassa! Que nada. Hoje q eu vejo como sou conservadora!
E me mandou ir pro médico. Eu sempre tive a mania de morder a pélinha q solta dos lábios ressecados, mesmo q sangre eu tiro. É compulsivo, já q não rôo unhas...
Daí, fui ao médico.
Ele examinou e deu a porra do veredicto.

MÉDICO DANDO O VEREDICTO - É HERPES.
EU (me sentindo uma devassa) - O quê Dr.?
MÉDICO DANDO O VEREDICTO - Herpes. Herpes labial. Isso não é nada não, minha filha!
EU - Como não é doutor?! Minha mãe vive me chamando de piranha e agora eu tenho herpes?? Eu sempre uso camisinha! Tô lascada agora! O que q minha mãe vai dizer?
MÉDICO DANDO O VEREDICTO - Mas isso é hereditário minha filha! Se vc tem, é porque alguém da sua família tem também, mesmo q não tenha desenvolvido. Isso pode ser stress, pode ser excesso de sol, ou mesmo de frio. Agora, vc tem q separar suas coisas e blá-blá-blá...


Não adiantou reproduzir a conversa do médico em casa. Eu era a devassa e pronto!
Mais uma vez ela veio c/ aquele discurso, me chamando de piranha p/ baixo devassa, fácil e mais um monte daquelas coisas q uma mãe nunca deveria dizer p/ a pessoa q saiu de dentro dela. Se eu tiver uma filha, ao invés de ficar falando merda, vou ensinar p/ ela o caminho das pedras logo de uma vez!

Fiquei ainda uma semana c/ aquela buceta aberta na boca e depois ela sumiu.
Não adianta tomar os cuidados necessários. Se eu me abalar hoje em dia e levar o tipo de vida q eu levo, c/ o contracheque q eu tenho, a merda da herpes aparece.
Nesse período, eu não beijo na boca, não dou a xereca, não chupo nada q não seja picolé ou pirulito e trepar... prá quê trepar se a herpes compromete 80% do ato sexual né?!

Bem, nesse exato momento, ela está aqui. Não está das piores, porque não chegou a deformar a boca, como de outras vezes, mas está aqui.
É incômoda.
Bj no Pacotinho, só de cheiro.
Bj no Engraçadão, só de cheiro.
Meu cabelo está feio.
Tô de chico...
É! Acho q hoje vou beber. Siiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmmm, eu vou.



Ok. Bj na bunda não pode hoje!

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