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quarta-feira, maio 30, 2012

DEUS NÃO ALIVIA

 
A vida é muuuuito esquisita.
Primeiro, a gente leva eras pra saber o que quer.
Aí a gente descobre. Finalmente!
Então leva mais algum tempo pra tomar coragem de tomar as decisões necessárias.
Enfim, esse dia chega e vc vomita sua decisão.

Leva um tempo pras coisas se concretizarem, mas não raro, Deus fica te testando. Só pode ser ele.
Aí vc começa a visualizar seu futuro e traçar sonhos brilhantes e felizes pra vc.
Vc planeja, vc se vê fazendo o que gosta, vc consegue até enxergar aquele rio de dinheiro caindo sobre a sua cabeça.
Mas Deus... sempre Ele.
Ele testa vc. Oh se testa!
E testa e testa e testa... testa tanto ao ponto de vc começar a ficar em dúvida se o que queria estava certo mesmo.
Não sei, acho que ele quer ver o quão forte a gente é.
Ou é isso, ou é Ele tentando te dar uma chance de mudar de ideia. Mas qual o propósito? Qual é o propósito DEUS??
Logo eu que sou insegura, ansiosa e me questiono aos montes.
Será que ele poderia só dessa vez dar uma facilitada pro meu lado?
Grata.

sexta-feira, março 16, 2012

MINHA PRIMEIRA DECISÃO - Parte I

Não sei se é a terapia, não sei se sou eu mesma chegando a alguma conclusão de tanto me analisar, fazeendo um comparativo da minha vida de 20 anos atrás (posso dizer assim) com a de agora... fato é que preciso pegar as rédeas sem medo.
 
Vejo que apesar de ser uma pessoa bastante determinada (quando quero), para certos assuntos sou deveras cagona, indecisa (?).

Uma pergunta simples bate à minha porta desde que me entendo por gente.
O que você quer ser quando crescer?
Não riam.
Não é tão fácil quanto parece. E morro de medo de algum dos meus filhos terem esse mesmo problema. O da dúvida.

Esse problema me atormenta não é de hoje. Digno daquelas pessoas cheias de qualificação, cheia de opções, mas totalmente sem saber pra onde vai! Perdidinha.
 
Dona Engraçada contava que muito antes eu queria ser enfermeira. Duvido. Ela me serviu de espellho em tão tenra infância, que já aos 5 anos tinha esquecido que era isso o que queria.
Aí depois encasquetei que seria professora. Demorei muito a decidir. Porém aos 12 anos plenamente convicta de que seria professora, mãe e vó me desmotivaram.
A mãe principalmente, dizia que se eu continuasse a dizer isso diante da família, que eu a estava envergonhando. Professora ganhava mal demais e a reprovação era de geral. E olha que eu daria uma excelente professora! Seria daquelas que explicam com paciência, até o aluno renitente perguntar 2 vezes a mesma coisa e ganhar um apagador no quengo como resposta. Ah...
 
Passei por cantora, atriz e modelo aos 14 anos. Nada disso veio à baila. Nem de perto!
Cantar, cantava bem. Meus amigos que me conhecem sabem q era verdade. Teve coral, 3 bandas, concurso, bar com voz e violão; botando voz em fita para novos compositores...
A merda foi a mania de querer emprego fixo, repetindo o exemplo dos meus pais. Sempre eles. Isso realmente boicotou meus dons artísticos!
 
E modelo... bem... não tive apoio, nem altura, nem cabelo. 
Só magreza. Não dava né?

Mas atriz, fiz alguns sacrifícios. 1 ano de Comedia Dell'Arte, vendendo rifa, aprendendo, me apresentando e nada. Naufraguei no nervosismo e no tom da pele do casting selecionado. Pena.
 
Aí entrei em crise aos 26 anos.
Morando sozinha, ganhando mal, sendo tratada como mero número, com um pé na dívida, sem condições de bancar aquele sonho todo.
Queria sair do país, queria trocar de homem, de casa, de responsabilidades... me sentia sufocada e doente.
E de fato, adoeci. Aprendi a comer, porque nem isso eu conseguia fazer direito.
Depressão.
 
Então tudo o que eu tinha para decidir, a vida foi seguindo o seu curso e decidindo por mim. Era tempo de me curar. A faculdade foi ficando, porque comprar um apartamento era muito melhor aos 28 anos.
E a pergunta também deixou de ser respondida naquele tempo. Ainda não sabia o que queria ser quando crescesse.

Não houve crise dos 30, claro que não. Eu estava ocupada demais sendo mãe.
Só que a vida sempre volta pros pontos mal resolvidos. Aliás, a gente vem aqui pra resolver. Se não resolve, mais cedo ou mais tarde é chamado à responsabilidade! E de novo isso está acontecendo.
Eu estou naquela velha encruzilhada amiga minha. Mais uma vez estava inclinada a escolher o que queriam que eu fizesse, ao invés do meu dom, da minha paixão.

Ah não contei?
Pois é... no meio do caminho, mais precisamente eu me recordei de qual era a coisa que eu mais sabia, mais fazia, mais inventava quando pequena. Adivinha?
Era escrever. Siiim, eu escrevia e ficava horas fazendo isso. Novelas, peças de teatro, poesias, pensamentos... as palavras saíam no xixi e eu pude ir aprimorando.

Com o advento do blog, eu finalmente encontrei o meu clube e isso me ajudou a decidir. Só que a vida sempre me botou na encruza da paixão versus razão. Eu nunca, jamais em tempo algum tive a coragem de pegar as rédeas do meu sonho.
Era sempre privilegiando fazer o que a vida me empurrava pra fazer e não aprender a lidar com meu sonho. A Comunicação.
 
Pense estratégico, se forme rápido, faça o que tem haver com o seu trabalho! - Ela berrava.

Não é nada disso. A Xuxa já dizia! Os sonhos são possíveis... lua de cristal, que me faz sonhar, traga meu amado em 7 dias e blá-blá-blá!

É isso. A gente vem aqui pra ser feliz, mesmo que essa felicidade dure só 3 horas, mas é nossa obrigação reconhecê-la e vivê-la em sua plenitude. Simples assim. E a simplicidade deprime não é? Quando se sabe q a felicidade está logo ali, o quão simples ela é, muitas vezes a gente fica complicando o bagulho, colocando uma série de e ses? na frente.

E se? nada. Vai e faz!
Bem, eu cansei de e ses?! Cansei mesmo com todas as minhas forças.
Acabei de romper com aquilo que não me faz bem. Defini o que não quero mais. Vomitei metade porque a outra metade, vomitarei daqui há 1 mês aproximadamente.
Mas fato é, expelindo aquilo que não me faz bem, deixando de me sujeitar àquilo que me envenena, o bom virá.
E não me venha com lamentações estéreis sabe? Isso não cola mais.

Eu sou uma mulher que rala desde a mais tenra idade, carreguei e tentei consertar o casamento falido dos meus pais nas costas; saí pra batalha aos 18 porque não me deixaram antes; construí uma numerosa família quando achava q ainda não estava pronta e agora, vou romper com tudo para ir em busca de myself.
É simples. Mas claro, poderia ter pego vários atalhos, só que eu sou lentinha. Preciso entender, aprender, vivenciar, respirar aquilo que aprendo. Senão não vale de nada.

E está decidido.
Ponto.

quarta-feira, setembro 14, 2011

PELA DEFESA DO CONSUMIDOR: NO CASO EU

Todos que me acompanham que nem novela, sem exceção estão carecas de saber que sou uma mulher pheena. Pheena, pheena, mas daquelas pheenas que encarnou no corpo errado, com orçamento trocado.

Eu tenho espírito daquelas mulheres da alta. Mas não da alta brasileira não, q isso é chinfrin! Não que eu queira desmerecer a nata brasileira, nããão. Mas é q se vc for puxar a história desse país, vai ver nossa procedência e certamente constatar como eu, que tem de tudo, menos nata!

Eu fico imaginando de onde veio o meu espírito... deve ter vindo de Mônaco, ou das terras de cima da Inglaterra, tipo Glasgow (Inglaterra) por exemplo, ou... ou ainda sei lá, meu espírito veio da super-mega-bombante Toulouse (França), ou sei lá do Centrão nervoso de Paris (Ok, me refiro ao século XVII).

Toda essa embromação para dizer que sujaram meu nome em loja de pobre. Sério.
Não sujaram numa Tiffany & Co., muito menos numa Louis Vuitton ou numa Dior do caralho. Sujaram em três ou quatro lojas de pobre mesmo. Simples desse jeito.

Estava eu lá na minha casa quando abro a caixa do correio e encontro um cartão de crédito de loja de pobre. Imediatamente a pulguinha mascote que tenho escondida atrás da orelha direita (eu sou destra) pulou. Lembrei de uma matéria do Jornal Nacional que informou q ficava proibido, enviar cartão pra casa dos outros sem autorização dos mesmos, porque teve uma época aqui que estava um verdadeiro desbunde em termos de enviar cartões para a casa alheia. O órgão de defesa do consumidor brecou a putaria.

Daí que eu nem abri o tal cartão. Joguei no depósito de lixo q é a minha bolsa e guardei. 15 dias depois (aproximadamente) chegou a primeira fatura. Oi? A loja era lá em Duque de Caxias com sede no Espírito Santo, suuuper longe da minha casa, do meu trabalho e da minha vida. Guardei essa também.

Na mesma semana chegou outra fatura de outra loja. Dessa vez, uma conhecida loja de empréstimo filiada a uma famosa loja de roupas que usa uma modelo internacional como garota propaganda. E mais uma vez guardei a fatura. Não peguei dinheiro lá, nem pego dinheiro em lugar nenhum. Eu costumo dever ao banco e só.

Para resumir, eu recebi algumas cobranças depois disso e o aviso de que estariam entrando com meu nome no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC para os íntimos). Ou seja, eu estaria com o nome sujo por causa de 3 lojas de pobre. Isso doeu!

Fiquei nervosa arrancando pele da boca até sangrar, chorei, me descabelei, entrei numa fase negra. Tudo isso, antes de pegar o Scénic. Não cheguei a pirar, mas fiquei caída.
Então juntei as poucas forças que me restavam, reuni as provas todas, levei na delegacia mais próxima e dei queixa: Clonaram meu CPF. =O

O investigador que me atendeu tadinho, cheio de boa vontade, tinha praticamente sido apresentado ao computador naquela semana. Então a briga foi boa! Fique umas 2h na 19ª dando depoimento, assinando papel, contando a minha história triste 200 vezes, até pegar o bendito B.O. Feito isso, pude morar algum tempo na Defensoria Pública, onde no Juizado Especial Cível montei minha barraquinha até ser atendida e partir para a primeira audiência de conciliação.

Foi hilário! Eles mentiram em juízo alegando que abriram crédito para alguém q seria eu, sem nem ao menos pegar um documento comprobatório (na época eu não tinha as provas do inquérito q dão conta dos documentos fraudados. Senão eles estariam tri-fodidos!) e queriam me oferecer uma indenização de 900 Merrecas (enfia no cu)! Eu virei onça. Ou será q eles não perceberam q apesar do meu óculos ser de camelô (na época era! Agora, não mais!), eles estavam diante de uma mulher de alma pheena?! Bati o pé, fiz beicinho e disse que queria R$ 10.000,00. Ok, eu sabia q não ia ter isso, mas se pingasse uns 5mil na minha mão já ficaria contente.

Eles espernearam, cuspiram na mesa, espumaram e babaram em uníssono. O véio, dono da loja mais pobre de pobre, gritou para eu aceitar o acordo. Eu claro, fiz a pheena e caguei solenemente para ele q nem estava na mesa da audiência.

Só sei q o bagulho foi parar na mão de uma juiza leiga tempos depois, que me deu ganho de causa em 1ª instância. Ok, não foi nem os 5mil que eu esperava, ainda sim, eles se fuderam porque também não foi as 900 Merrecas q eles queriam pagar. A multa foi solidária e eles podem até rachar e a cor do dinheiro eu vou ver daqui a alguns meses. A-mém.

Vou ensinar a vcs como é que faz!
Rezem todos os dias antes de dormir e peçam a Deus que entregue dinheiro pelo correio. Eu fiz isso algumas vezes e deu certo. De maneira torta, ainda sim chegou e eu vou receber (isso se a carga não for extraviada #PiadaInfame).
 
Veja bem, eu não paguei as faturas das lojas de pobre; perdi algum tempo da minha vida? Perdi, claro, no entanto, fui beneficiada com isso.

Chega de ficar sentado lamentando a sorte sabe? Meu nome agora é Processo. Se eu tenho a lei que me garante, por que eu não devo usá-la? Por preguiça? Fala sério!
Bora acordar?

domingo, agosto 23, 2009

E os mortos ressucitam!

Coisa estranha.
Ontem fui a um aniversário de criança.

Me senti dentro do programa de Bruno Mazzeo - Cilada! Primeiro porque o aniversário rolou no meu horário de soninho dos sábados! Às 16h, em Jaca City.
Mas o amigo do trabalho valia.
Aquele cara bonachão, na dele, q não perturba ninguém, não bebe com a galera, mas q sabe não ser demais numa roda. Todos gostam dele e isso é indiscutível.

Peguei a família pelo braço e fui.
Assim, com a cara e a coragem, sem dar bola pro sono.

Engraçadão teve um encontro abre-apetite com seu fortificante predileto - El Porro de Male e ficou chapadão dando adeus pra cama. Eu não sou chegada a masoquismo...
Chegando lá, todos felizes e contentes, fomos logo recebidos pelo meu amigo, tão fofinho, q me apresentou à esposa e mostrou o filhinho.


Pacotinho desembestou atrás do saquinho de batata frita e Kbça de Bolinha avistou logo o escorrega, fazendo dele seu melhor amigo. Já Engraçadão como não viu nenhum conhecido por perto (sim, ele morou em Jaca City até eu arrancá-lo de lá, trazendo-o para Tijuca), ficou de olho no Kbça de Bolinha.


Mal aterrisamos na festa, encontrei um ex-vizinho Tijucano, q me convidou para dividir a mesa - mundo pequeno!

Ele era o tímido da turma, lá pros idos dos meus 15 anos.
Aquele cara bem branquinho, q quando dávamos beijinho no rosto, ele ficava vermelho como um tomatinho. Então, eu sempre encapetada, danava a falar coisas picantes-embaraçantes só prá ver seu rosto corar.
Pra mim aquilo era inédito mesmo, afinal, sempre fui preta e preto não cora!
Esse ex-vizinho é apenas 1 ano mais novo, mas não sei porquê, sempre o enxerguei como alguém muito mais novo.
Bom, ele agora tem 2 filhos, um casalzinho e ficamos lá trocando experiências acerca da paternidade e das façanhas dos nossos rebentos.


Quando estávamos já rezando pro parabéns ser anunciado, eis q ei-lo!
Eu ainda ia em Neverland pegar Dona Engraçada (srª. dona minha mãe) q como prometido, iria dormir de conchinha com Engraçadão aquela noite (Kuááááá, só pilha!).


Mesa do parabéns.

Pacotinho posicionado de barriga no bolo, Sr. Kbça de Bolinha recusou meu colo, se contorcendo prá descer e a dona da festa anuncia: - Olha pessoal, eu tenho essas bolas aqui (daquelas q parecem umas linguiças) e quando a gente cantar o parabéns, vcs balançam elas assim!

EU (pensando) - Hã...?
ENGRAÇADÃO (pensando) - Não... é prá enfiar no cu! (Esse cara anda lendo muito esse blog de linguajar baixo!)

E aí, embora ela tenha dito q iria distribuir, ela simplesmente entorna a caixa de bolas que pareciam linguiças na minha cabeça, cara, barriga, ainda não sei!
Sorte, q um dos taradinhos em frente à mesa, era meu filho maior e por isso não pisoteou o irmão menor, porque como eu havia dito, ele ficara no chão.

Só deu para amparar Kbça de Bolinha contra os ataques infantis insandecidos e bola de linguiça eu não peguei, porque me recusara!

O menino fazia 2 anos, mas no bolo tinham 4 velas! Uma das velas, era aquela q sai faísca. Por isso, meu filho mais velho encapetado, resolve enfiar a bola linguiça na vela, estourando-a com categoria!
Um primor!
Não sei se a dona da festa gostou muito...


Passado o trauma do parabéns, eu volto prá mesa e desovo Kbça de Bolinha em cima de Engraçadão, que por sinal, gostam de bolo.
Ao chegar na mesa, me deparo com mais um defunto. Para preservar sua verdadeira identidade, vou chamá-lo de Caroço.

Caroço...
Carooooço foi um cara q eu dei umas bitocas na época em q eu mais brigava com cabelo do q flertava, por assim dizer! Por conta disso, eu era o cupido da galera. E quando a galera cansou de me ver sozinha, me empurrou Caroço q nem era daquele prédio.
Só q Caroço já devia pegar as Patricinhas da Tijuca há muito e eu, só tinha beijado há 1 ano atrás.
De maneira q eu beijava e me apaixonava na sequência.
Com Caroço não foi diferente.
Só q foi beijinho de festa e pronto. Mas eu não esquecia Caroço. Alugava a galera, dizendo q queria mais beijo do Caroço, q no dia mesmo, nem gostei tanto assim.
Ele voltou lá algumas vezes, mas nem te ligo pra mim!

O tempo sabio como sempre, passou e eu saí de lá e nunca mais vi Caroço, até ontem!

Bem, como eu bem disse no meu último post do Mulheres a la Carte, Deus é sábio! Caroço estava lá ontem, mudou-se prá Jaca City, assim como o ex-vizinho, está baixinho, com as marcas do q foi um espinhal no rosto e não me pareceu nada interessante.
Para piorar, ao ser re-apresentado, ficou balançando os braços q nem o boneco do posto, todo sem graça, com sorriso amarelo. Por tudo isso, eu dei um ataque de riso e quase não pude me conter ao lembrar do passado e ver q de mais um ebó eu me livrei.

Na hora de ir embora, os quatro no mesmo corredor apertado, prestes a pegar o mesmo elevador. Eu pensei q se tivesse q pegar elevador com Caroço e tudo, eu teria um ataque de riso mega blaster e ficaria difícil de explicar, por q eu ria tanto!
É q eu acho patético homens q não sabem dizer:
Oi? Tudo bem? Quanto tempo! Cara, como vc mudou e aí?
E ao invés disso, ficam balançando os braços sem jeito, dando sorrisinho sem graça e dizem imediatamente:
Tchau, vou lá!

Aaah! Chuuuuuta q é macumba!
Ou melhor
ENTEEERRA Q É DEFUNTO!
Defunto bom, é defunto morto.

E salve o tempo!

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