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sexta-feira, novembro 23, 2012

PRA QUEM CURTE UMA CERVEJINHA


Não, essa não é uma postagem dando dica de outro novo bar que pipocou pela cidade. 
Se enganou quem pensa que também vou falar de uma cerveja importada do caralho que surgiu por aqui. 
Esse é mais um post da série chora-pitangas.
É que eu estou de dieta!
Pela enésima quinquagésima oitava vez, estou de dieta. E como a dieta é a mesma da vez passada, a Nota 10, eu estou liberada para tomar umas e outras ou todas, desde que eu não coma.

O caso, é que eu sou muito senso comum ainda, no sentido de que tem que comer arroz com feijão, farofa, saladinha e carne. A dieta permite por exemplo, que vc passe um dia inteiro à base de brigadeiro se quiser, desde que não ultrapasse sua cota de ração diária.

Carolina Dieckman é um exemplo da farra do brigadeiro. Por isso que ela não tem barriga. Mas tem  2 filhos!
Levando-se em consideração que desde q vc beba qualquer suco com adoçante (suco não doce, Ok?), qualquer bebida light e café com adoçante, q é a treva ao avesso, vc pode sim, encher seu tóba de brigadeiro o quanto quiser e ficar com a barriguinha sarada de La Dieckman. E digo mais! Não estou inventando, isso está escrito no livro. 

Mas eu não sou dessas!
Eu gosto de sal, não de doce. Eu sou carnívora até doer, sou das que ama manteiga, que Rosana Hermann não me ouça e a cervejinha? Pultaqueoparíl com PH, soy loka por ti na Sexta e sábado... ou se tiver festinha qualquer outro dia da semana... se me convidarem... por exemplo.

E pra beber aquilo tudo que eu gosto, eu teria que praticamente... sei lá, não lanchar? Ou tipo... comer brigadeiro no almoço...? ... e... sei lá, nem lanchar...? 
...
...

Ok, eu odeio doce e amo birita cerveja!
Cerveja bebida de pobre. 
Eu já contei pra vcs, meus queridos 5's leitores (kkk, quem dera. Esse número dimininuiu pra 2!) que eu já fui pheena e só bebeia destilados?
Ah era lindo.
Eu bebia vinho e apreciava, champagne, Cuba Libre, Tequila, Gim Tônica. Aí veio a recessão, a quebra da bolsa de 1929, os tempos difíceis, a era pós Revolução Industrial e eu tomei adivinha aondeee? Exato! No tóba. Vivia dura e não podia beber. 

As amigas cachaceiras só chamavam pro chopp. 
Pelo menos minha irmã teve mais sorte, pois o pessoal q ela anda é tudo pheeno e só bebe Absolut. No meu tempo não tinha isso de Absolut não. Era incompleto mesmo! Parcial, era Relatif. Então quem era fodido bebia cerveja ou chopp e queria me pagar. E o pior! Eu dura, não podia beber e quem bebe cerveja, nunca bebe uma só. É que nem a Elma Chopps mesmo. Quédizê...

Então meu paladar foi pras picas, eu comecei a beber esse negócio e não parei mais.
Hoje entrei pro time dos sem paladar, proletários, que movem a era pós Revolução Industrial amantes da cerveja e do chopp. E chopp pesa na dieta justamente porque a gente não sabe tomar um só! (Elma Chopps, lembra?)

Daí que hoje é sexta feira, dia de dar de beber às lombrigas e eu aqui fazendo conta, pra ver quantas cervejas eu posso tomar... aliás, meu marido também é culpado dessa danação!
Ele tem uma lombriga lá dentro, a Jupira, que ingere tudo o que ele come ou bebe, tanto que se ele cismar de derrubar 10l de cerveja, vai criar uma calombinho minúsculo próximo a área do umbigo e assim q ele der a primeira mijada ou digerir o troço (como se fosse ele, claro! Jupira se encarrega!), no dia seguinte os gominhos da definição abdominal estão lá. Já eu...

Daí q acontece o efeito da transformação.
Se estou em casa, jogo a calculadora na privada, me transformo em outra mulher e só sofro as consequências na balança que me apontam aquele emagrecimento bunito de 20g.

Se estou na rua, o efeito é pior ainda! Além da loka do cu da matemática, ainda viro a pheena e saio bebendo até destilado se duvidar, sem fazer careta! 
Faço a rycah e ninguém me segura. E a dieta...
Como lidar?

Justo porque hoje é sexta-feira!

domingo, junho 10, 2012

RIO COM ELA E A FEIRA DE SÃO CRISTÓVÃO


Rio com Ela é o site da Laila Sena, querida e grata pessoa que conheci por twitter. Simpaticíssima, de alma linda, preocupada com o que lhe cerca. Ela não é só mais uma na multidão. Longe disso. É inteligente, sensível, engajada, maravilhosa pra resumir!

Então ela tem esse site e hoje, depois de uma faxina homérica em que São Pedro resolveu fazer o hostess do céu... gente, ele tá lavando o Rio há 3 dias praticamente, eu sei q aqui tem sujeira, mas vamos combinar né? Podia fixar uma data, tipo 2x na semana... aqui se paga bem, ou não? 
Whatever, eu resolvi tirar o povo de casa, porque o bicho tava pegando, as crianças ensandecendo e eu também, portanto, vamos.

Ela mandou a dica depois do meu mimimi no Facebook e Twitter, daí que fomos todos pra Feira de São Cristóvão sem almoço.
Chuva fina, molecada animada, na expectativa, porque eles não conheciam lá. 
Então chegamos e o estacionamento era R$ 8,00 pra compensar a entrada de apenas R$ 3,00 para adultos (deixamos o carro lá fora, grata!).
O ponto positivo, é que crionças até 12 anos não pagam. De maneira que só pagamos os adultos (faça as contas!).

E entramos logo no corredor principal que tem saída para o palco/ pista de dança  ao fundo, que te leva à praça de alimentação. Cheiros, cores, gente, música, barulhada e muita animação foi o que eu percebi de quem estava lá. Rola uma felicidade espontância que paira no ar e te atinge. Impossível se sentir xoxado na Feira dos Paraíbas!

Entramos num restaurante depois de pesquisar rapidamente e o que nos pareceu mais vantajoso foi o rodízio de comidas típicas. Crianças free novamente o que faz pais de 3 caírem de joelhos agradecendo aos céus! 
E eu comi. Não fiz vergonha, peguei pequenas porções, mas segundo Engraçadão, larguei o braço.
Já viram homem linguarudo? Não, porque já tinha visto certos exemplares femininos, mas masculinos... 
Só porque eu comi frango, picanha suína, torresmo, aimpim, queijo de coalho, linguiça, baião de dois, galinha caipira, feijão tropeiro, feijão de corda, carneiro e carne de sol, só isso!

Bem... dali fomos dar um rolé pra descer o bagulho todo, porque né, andar faz bem. =B
E então demos com a pista de dança e tava rolando showzinho ao vivo, um rastapé gostoso de raiz, nada daquelas palhaçadas elétricas que acabam com a reputação da música nordestina. Forró é bom. Tem letra, melodia e ritmo gostosos que te embalam, não se parece em nada com aquelas bandas com nome de lingerie ou lubrificante íntimo à base de água! Então ficamos ali tirando fotos e dançando ao som da música, admirando as figuras e contendo as crianças q a essa hora estavam se soltando.

Não conseguimos fugir do bate-bag. Aquele brinquedo barulhento das bolinhas que batem e acertam seu pulso quando se está fazendo o duplo twist carpado dos bate-bags! Foram pros três e inacreditavelmente, a Miúda sabe usar o troço. Ela não faz o duplo twist ainda e juro q se ela fizesse isso, a teria levado imediatamente numa rezadeira! Inteligência precoce tem limite, oras!

Demos mais um rolézinho, eu não consegui tomar a minha cachacinha nem meu cafézinho, mas valeu. Vimos coisas, pessoas, cheiros, barraquinhas vendendo de um tudo: brinquedo, CD, DVD, temperos, calçados, vestuário e até simples botecos. 
Ah! Tinha night também, apesar de ser de dia. Era uns quiosques com luzes estroboscópicas tocando forró na Jukebox ou em alguma TV.

Adorei a dica.
O site tem programações quase diárias com coisas bacanas pra se fazer no Rio. 
Os locais, tem pros diversos bolsos e gostos.
Vale a visita! Ramo simbora nois tudo!

segunda-feira, maio 21, 2012

VOCÊ NÃO PODE POR QUÊ?


ATENÇÃO! PEGUEM A ALMOFADA, SENTEM EM CIMA QUE ESSE POST VAI SER LONGO!

A gente está acostumado constantemente a ouvir neguim falando:
NEGUIM FALANDO - Ah eu não posso! Ah, isso não dá!

Tsc-tsc-tsc!
CASAMENTO OU PENITENCIÁRIA?

Esse tipo de resposta é mais rápida, do que o próprio pensamento se pode-se ou não fazer qualquer coisa. Não é considerado pensar nesse caso. O não posso e o não dá vem antes mesmo de qualquer tipo de pensamento. É automático.
Legal se a temática fosse a vida dos peixes ou mesmo das baratas. Mas em se tratando de seres humanos, as coisas mudam de figura. Faz adoecer pouco a pouco tanta limitação que a gente mesmo se impõe.

Nós adultos que somos, vivemos de colocar impedimento para tudo. A gente se põe um limite, a gente se trava e a gente não vive.

Ainda mais quando se fala de casamento.
Muitos de nós nos comportamos como se casar significasse entrar numa jaula imaginária, cujo único papel dos cônjuges fosse personificar 24h por dia o mito de marido e esposa. Pai e mãe, quando existem filhos.
Só que a gente é muito mais que isso e no caso de filhos, sinto muito, mas é impossível fazê-los sem um dos dois players, portanto a responsabilidade de cuidá-los cabe aos dois.

Por q q eu estou falando isso?
Porque o santo trabalho do meu marido me proporcionou um dos melhores finais de semana, ever do último ano.
Estou atribuindo o mérito ao trabalho do meu marido, porque foi por causa dele que tudo começou.

Engraçadão trabalha naquela empresa jornalística desde sempre, só que o setor em que ele está atuando é subordinado ao Comercial, que volta e meia inventa umas firulas em forma de evento.
Sobra pra mim, claro. Desde o ano passado, inventaram uma tal viagem no fim-de-semana, dessas q ele vai sábado bem cedo e volta no domingo à tarde. Só que ano passado, já tínhamos a dona Miúda com 1 aninho, bem naquela fase mega dependente de mim e eu lidei com viagem num final de semana, depois ele teve plantão também fim-de-semana no jornal e no meio disso tudo, os dois fizeram aniversário cuja festa eu organizei 90%.

Daí que entre final de abril, até a primeira quinzena de maio, eu só queria morrer de tanto cansaço. Me prometi que teria um final de semana só pra mim também, o que acabou não acontecendo porque deixei passar muito tempo, porque ele fez drama, porque acabou o dinheiro, porque o tempo passou. No entanto não esqueci e quando eu não esqueço cumpádi...
Então esse ano sou pega de surpresa pouco antes do aniversário de 2 anos da Miúda e do aniversário dele.

Dessa vez o destino seria Búzios, cujo roteiro eu só fiquei sabendo na véspera!
Sim, da viagem eu sabia e fui trabalhando o meu psicológico praquele fim-de-semana. Mas jurei que teria meu findi de beleza FREE!
Quer ele gostasse ou não, esse ano eu iria.

E fiquei entre ir pra Jaconé repousar no chalé do senhor meu pai, ou gastar esse tempo curtindo as coisas da Cidade Maravilhosa que quase nunca posso aproveitar. Tinha a opção de ir pra casa da @MissMoura e ficar por lá, pois assim eu fiz.
Saí de casa na sexta que era para compensar o ano anterior que não fui, diante do bico enoorme de Engraçadão, lá fui eu com mala e cuia entre despedidas mal dadas.
Dona Miúda não dormia, quando os meninos já haviam desmaiado.

A sensação é estranha. É um misto de culpa e euforia, porque salvo ir pro trabalho, minha vida é fortemente fundida com a das crianças.
Não. É em função delas. E voltar a fazer tudo sozinha só pra mim, é deveras esquisito. Mas tínhamos toda uma programação delicinha pela frente.
Vai nessa Engraçadinha...

NA CASA DE SISTER


Plaquinha delicada na entrada
Chegay na casa da sister já passava e muito das 22h. Levei um bandicoisa que não usaria, claro, bolsa de mulher. Mal fechava a mala, porque resolvi levar roupa para caminhar, vestidos, salto, roupa de periguete, casual-roupa... coisa bragarai. Inútil.

O destino seria ir pra casa de uma amiga ali pertinho, esperar o delicioso @LuizGuimaraes chegar para irmos pro TVBar, onde o namorado dele (outro delicioso) gerencia. Resumindo seria um encontro delícia.
Já na casa dessa amiga, esbarrando na meia noite, ficamos jogando conversa fora e esperando o namorado dela chegar para então saírmos. Na verdade ela não iria conosco, mas o papo tava bom, o apartamento estava quentinho, encontro com el cuerpo de male queimando...

Maluco, chegou o namorado dela, chegou Luiz e logo eu estava inserida numa sauna, morrendo de sede e me perguntando entre uma gargalhada e outra quando iríamos sair, porque né?! A noite é uma criança e criança dorme cedo!

Bubbles in our head
O salto era grosso. Eu conseguia me equilibrar pelas pedras do Largo do Machado, então estava bom. Minha irmã e Luiz divagando sobre algum assunto lokarino e eu rindo como uma hiena. Aliás, esse final de semana eu me transformei em hiena, porque as pessoas são muito divertidas. Elas tem o dom de falar sobre assuntos constrangedores no taxi. Como por exemplo a história de calcinhas comestíveis, ou sei lá... na frente do taxista. E Luiz fala como se o taxista fosse sua amiga de infância. Não dá pro taxista ficar indiferente. Bem, contanto q a gente não bata o carro de tanto rir, tá leendo.

O TVBar é muito maneiro! Porque sendo um club gay, não tem o peso e o astral carregado como rola na Le Boy e outros que já fui, por exemplo. Tem de tudo lá, mas não rola promiscuidade, então nem dá vontade de ir embora. Tem TV no banheiro misto e é muito maneiro brincar com a câmera. O set list tocado também é muito legal. Toca de tudo com presença garantida das Divas: Madonna, Gaga, Beyoncé, Britney... além dos clássicos e do house. Vale a pena.
Senti minha noite começando ali, porque eles estouraram uma champagne pra brindar aquele nosso momento e foi tão Ooooown! Nós 4 ali, cada um num momento de vida diferente, sabe...? Foi fofo.
- Performance minha e do Luiz na pista;
- Performance minha e do Luiz em frente aos barmen.

Saímos de lá mais de 4h da manhã, porque o Luiz, namorado do Luiz teria de fechar o caixa, etc; de maneira que demora essas coisas. Ele pegou mais uma garrafa de bolhudas para assistirmos o nascer do sol em Copa.

Para tudo! 
Odeio ver o sol nascer! Me senti exatamente como o Edward da Saga Crepúsculo, muito embora ele ande por aí de dia.
Tomar no cu. Quero minha cama! Não quero ir, não quer ir!
Não adianta. O povo não fez a volta, não mudou de direção e eu fui rebocada pra lá. Cansada pra caráleo. E esses drogados, prostituídos e alcoólatras só queriam saber de tomar bolhas no gargalo e fazer mais bolhas com cigarro. E eu chapada, doída, rindo até de desgraça.
Então os primeiros raios de sol começaram a despontar no horizonte e eu fiquei loka do cu e comecei a surtar q queria ir embora e a me esconder do sol. Minha irmã se compadeceu, porque ameacei me jogar na frente de uma bicicleta q vinha a 10Km/h para morrer atropelada, só que não.

LARICA

Na pizzaria comemos até o cu fazer bico. Já ali entramos às gargalhadas despertando a atenção dos pheenos que comiam.
Aquela hora do dia eu tava cagando pra finésse. Só queria comer e dormir desse jeito.
Daí que pegamos um taxi que nos deixaria em Laranjeiras e seguiria viagem pra Santa Tereza.

Eu tive pena do taxista. Ele parecia mesmo querer se concentrar no caminho, só que Luíz não pode ver um taxista em paz, de modo que começou a falar q nem fanho, fazer piada de fanho e matar a gente de rir. De repente percebemos q o taxista tava calado e num surto coletivo, alguém disse:

- PARA LUÍZ! Já pensou se o taxista é fanho?

Claro, nessa hora vcs estão torcendo para que ele fosse. Mas não. O taxista me solta uma gargalhada pombagirística dentro do carro, o q fez com o q Luíz pegasse novo fôlego e decidisse matar a todos nós de rir. Eu já estava sem ar, arranhando o vidro, babando e tremendo pedindo para ele parar, porque não ria mais, eu só gritava. Foi uma histeria coletiva naquela porra e eu ainda não sei como a gente não bateu.

Conseguimos chegar com o dia quase todo claro, mas o quarto da sist'a é escurinho. Então deu pra dormir até às 11:30h, não mais q isso.

TEREZÃO

Surpresa: Vc toca a campainha
 e jogam o John em vc
(um piru de negão só que branco)
A casa do Luíz sem @, namorado do Luíz que tem @ fica em Santa Tereza e foi lá que me prometeram uma tarde inesquecível de muito filme, El Porro e comidinhas. Eu jurei que nunca mais iria rir na minha vida. Foi meio que fazer abdominal em pé com muita dor. Não estava preparada para mais gargalhadas como aquelas, então decidi ficar séria o tempo todo. De vez em quando esquecia e soltava uma gargalhada, mas logo depois disfarçava e voltava a ficar séria, mesmo depois de altas doses de fumaça.

O que é o Terezão? Terezão é a casa mais agradável que já frequentei. Daquelas q não dá vontade de ir embora. É enorme e tem beleza em cada cantinho. Na varanda, no quarto do Luiz sem @, na cozinha onde vive saindo bolos fresquinhos, no banheiro... por onde vc olha, tem beleza e é muito fácil fotografar assim, né?!

A gente falava de micos na noite anterior.
Micos do tipo radicais. Daqueles que só os pobres desclassificados cometem, do tipo... fazer cocô no restaurante Fasano, ou sei lá, peidar numa situação que vc e a outra pessoa sabem q só pode ter sido vc, ou ainda ir pruma rave e achar um bando de chinelos no chão e entrar numa pilha de q os chinelos podiam estar carentes e abraçá-los todos de uma só vez na frente de geral; Ou ver um casal gay se beijando e não conseguir conter o impulso de ir lá no meio deles e participar do beijo... essas coisas.
Até aí nada. São todos amigos, têm intimidade, portanto eu não poderia jamais participar do hall dos micos, certo?

Antes de sair da casa da Miss, haja visto tudo o q eu havia comido até ali, forcei uma barra antes do banho para obrar (se é q vcs me entendem), mas não rolou digamos assim, tudo o q deveria ter rolado. De maneira q quando comecei a fumar no Terezão, os movimentos peristálticos começaram a se manifestar e eu achei melhor avisar q ia ao banheiro FAZER COCÔ. Porque eu demoro às vezes e o povo é tão sacana, que antes avisar do que escutar de lá eles me zoando e ameaçando chamar os bombeiros pra arrombar a porta!

Luiz delícia sem @ e Miss Moura
Já estávamos rindo de tudo mesmo, a zoação era iminente, claro, assumi, embora seja um mico gigantesco vc ir à casa de alguém na primeira vez e jogar um barroso.
Gente, eu não podia evitar, senão ia sair merda pelo ouvido, ou seja, foi lá mesmo.

O banheiro um primor, uma coisa linda. Tão charmosamente decorado, de uma delicadeza e graaaande como só se acha nas casas de Santa Tereza!

Das loucuras q só acontecem comigo, o cocô não desceu. Quer dizer, só desceu parte. O principal elemento, o mais vistoso, ficou ali boiando. E eu me senti exatamente um cocô, porque isso não podia estar acontecendo, certo?! Errado. Não era um sonho, não era onda de bagulho. Era um puta cocô boiando no banheiro da casa de um dos melhores amigos da minha irmã e por mais q eu desce descargas homéricas, o bicho não descia. Eu comecei a me sentir culpada porque a sociedade diz q não podemos desperdiçar tanta água como eu estava fazendo, mas aquela merda toda tinha q descer! Só que não descia.

Fui em direção ao quarto, oscilando entre o NÃO, NÃO ACREDITO e o PORRA DEUS! POR QUE COMIGO? e com aquela cara desanimada soltei a bomba:

- Gente, eu tô me sentindo muito mal. Humilhada mesmo. O cocô não quer descer!


Doritos, vovó Brie e geléia
Foi gritaria, histeria, gargalhada e realmente eu não sei o q veio primeiro. Neguinho se jogando na cama, no chão e pela janela; nego anotando a data no Moleschini do Luiz sem @ como o dia q entraria para história, quando a Engraçadinha resolveu deixar um cagalhão boiando no vaso. Grata.
O Luiz com @ foi lá tadinho, resolver a situação. Das três descargas q eu dei, nenhuma delas foi sem culpa. Quer dizer, só a primeira. Então ele deu uma longa-master-plus e o bicho foi embora.

Desocupou um puta espaço dentro de mim. E foi aí que começou a farra gastronômica.
No menu: Doritos, Vovó Brie e netinhos mais geléia de morango por cima. Não vou ficar aqui explicando o sabor. Façam vocês depois me contem! É inacreditável essa combinação!


Upgrade: Olha a pasta!
Em seguida, a segunda rodada com requeijão derretido, pimenta dedo de moça, um azeite miraculoso cheio de ervas dentro, sal e noz moscada.
Putaqueoparíl. Esse foi acompanhado de torradinhas de pão integral feitas na hora.
E se vc acha q larica pouca é bobagem, saiba que ainda teve o china.

Yakisoba com tudo dentro, guiosa, doce de banana caramelada e doce de banana empanada com chocolate.
Maluco, de lamber os beiços.
Fomos pra casa.
A programação englobava noitada no Espaço Acústica depois de uma dormidinha, eu e sist'a.
Chegamos nas Laranjeiras às 22h, dormiríamos até 23:30h e partiríamos doucemant para a Praça Tiradentes.

Acordamos às 5h. Kkkkkk.

Raciocina. Vc passa sexta e sábado por quase 24h jogando inceticida na barata, uma hora ela vai cair de perninhas pra cima não é?! E foi o que aconteceu!

O mais incrível é q a sensação das duas era a de que dormimos apenas 2h.
Chorinho na praça
Ontem fizemos um programinha light.
Fomos à praça São Salvador, tomamos café debaixo de chorinho, depois fomos até à barraquinha de batidas (minha irmã é alcoólatra, perdoem!), ela tomou um saquê de frutas vermelhas (que delícia) e dali partimos para a Pedra do Arpoador.
O destino seguinte seria almoçar no Bar Astor em Ipanema. Só que tinha até ex-BBB na fila. Seria uma espera absurda de meia hora aproximadamente e eu jurei q voltaria pra casa às 17h.
Na pedra, um vento frio e molhado sacodia nossos cabelos e o Dois Irmãos quase me cegou a vista. Tanto, q eu esqueci de tirar fotos dele.

Irmãs descabeladas
Tivemos a companhia de um ilustre desconhecido q veio lutar jiu jitsu aqui, americano, atraído pelo cheiro da fumaça. Foi muito engraçado se eu não tivesse tão chapada q esqueci como se fala Inglês. Sist'a salvou e eles trocaram nicks para se falarem depois.

Encerramos num almoço no Banana Jack, não sem antes pagarmos el micón no Terzetto Ristorante.

Dona Miss tá acostumada a ir no Terzetto Café fazer lanche e me entra no Ristorante ma che, pensando q era do mesmo nível.

Anotem! Nós éramos as únicas de chinelo e short. Eu juro q quando o maitre abriu a porta, me senti dentro da revista Caras na sala de uma daquelas coroas da Soçaite cuja família tem brazão e o caralho a quatro.
E as roupas? Eu descabelada, chapada, de óculos embaçado, sem conseguir atinar o q era aquilo e a Miss com cara de blazé até abrir o cardápio e se deparar com os preços.

Não q não pudéssemos pagar, mas era absolutamente desnecessário e desconfortável almoçar com tanta gente daquela estirpe em volta. Não gosto de gente rica demais. Sorry. E me perguntei qual era a necessidade de estar vestidos daquele jeito para ir almoçar num restaurante pertinho da praia, num domingo de sol? Eles têm dinheiro, isso já não é o suficiente? Bom, ces't la vie.

Levantamos (eu toda dura como se tivesse com um cenorão no cu) e partimos pro Banana Jack sem olhar pra trás. Ufa!
Não que eu não saiba me portar num restaurante desses, mas vestida do jeito q eu estava à praiana e descabelada como um E.T., não obrigada!



A VOLTA

Voltamos para Laranjas, dona Miss enterrada até a sobrancelha debaixo do edredon enquanto eu partia, teria 1h de sono antes de pegar no batente com o delícia Luíz com @. Gente chique trabalha domingo sim, e daí?

Valeu cada segundo.
Sou grata demais ao marido que eu tenho e é bom saber q somos um casal que respeita a privacidade um do outro. Quando ele foi pra Búzios, podia ter feito o q quisesse, mas em nenhum momento fiquei matutando o q ele faria ou deixaria de fazer, porque da porta pra dentro o q interesse é o nosso amor e o que sentimos pela família q construímos.
Simplesmente não ficamos caraminholando sobre o q pode ser ruim. Concentramos-nos no que fica de bom (as crianças nem dão tempo pra isso!).É só isso o q importa.

Ele conseguiu sobreviver ao final de semana e viu no meu rosto como eu estava precisando dessa pausa.

Mas por que as pessoas se esquecem ou se impõem limites para viver suas próprias vidas, ou ainda um único final de semana sendo só quem se é?
Eu diria q isso é vital para a sobrevivência da sanidade de um relacionamento, do amor pela família, por si próprio.

Afinal, nós não somos um único personagem, somos um conjunto dessa massaroca chamada vida.

sábado, julho 17, 2010

E ele está de caipira

Pacotinho tem um talento nato para dança e puxou de não sei quem fui!
Sim, também é bastante humilde que nem um certo alguém como eu.

Então, como o tempo tá curto e na falta de palavras, entupo vossas retinas com imagens!
Quero ver vcs identificarem Pacotinho depois do mal de Parkinson do cameraman, que por sinal, não sou eu, mas Engraçadão.


Bjs nas bundas!

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segunda-feira, julho 13, 2009

Findi agitado

LÁ-LÁ-LÁ! LÁ-RA-RA-RA...



Muito embora eu tenha feito 5 anos de blog dia 6 de maio, somente por conta da cagada q eu fiz ontem, excluindo o haloscan sem conseguir colocá-lo no lugar, é q me deu a afliceta de mudar de layout.

Eu mudo uma vez por ano e quase q esse ano não rola de mudar. Por preguiça, por preguiça e também por preguiça e falta de tempo!
Então há males q vem pro bem e há males q vem prá te foder mesmo. No meu caso, façam suas apostas.

Mas neste fim de semana, Sr. Kbça de Bolinha se fosse paulista, eu diria q ele tava me tirando, meu!
Sábado acordou às 6.50h (prá ele todo dia é segunda feira!), dormiu pouco antes do almoço, zuou todas e ficou chato prácaralho!

Sequestramos a Dona Dani, responsável por consertar minhas cagadas e fomos à uma festa junina em Jaca City prá lembrar os velhos tempos de Engraçadão, qdo ele tinha apenas 75 anos e aprontava todas.
Pegamos Kbça de Bolinha já dormindo, levamos prá lá e na volta (às 2a.m.) pegamos e trouxemos prá casa...

No dia seguinte, ele só de sacanagem resolve acordar às 6.30h cheio de gás.

Aí eu me vinguei né?
Não deixei ele dormir antes do almoço! Dei um banhão nele, onde le se esbaldou na água, depois de almoço, com suquinho de limão, depois uma frutinha de sobremesa e ele capotou. Dormiu cantando, tentando enganar o sono, mas eu triunfei.


E aquela friaca de ontem? Ficar debaixo do edredon é coisa lindia de Deus!
Depois de uma derrota desonrrosa para Dani no jogo de damas, enxotei ela de casa e me meti debaixo das cobertas! Não sem antes dar muito cheiro naquela cabeça de bolinha cheirosa.
Ele roncava... sim, meus filhos roncam!!

Mesmo moída, esbagaçada e destroçada, hoje meu dia teve um gostinho bom da lembrança de ontem!

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