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segunda-feira, junho 10, 2013

OI NÉM!

Quis Deus que daquele cruzamento entre eu e Engraçadão, contrariando as expectativas sobre o nascimento de cães, gatos, narebas e cabeções, nascessem três crianças lindas. Futuros homens e mulher para abalar as estruturas e sambar lindamente na face da sociedade carioca, quiçá mundial!

Muito bem. Pacotinho é o primeiro. Como sempre foi meio à frente do seu tempo, dotado de uma inteligência emocional avançadíssima pra idade e beleza promissora, não é raro seu envolvimento com várias amiguinhas na escola. Nada muito sério. Daqueles namoricos mais de título, do que de fato. Mais de DRs infindas, do que de pegação. E ele sabe chamar atenção, ô se sabe!

Houver dois episódios na semana passada que me deixaram entre o orgulho e a gargalhada. 
O primeiro foi na quarta passada, em que eu tive que acompanhar uma gravação na TV Estácio e precisava ir sozinha. Por ideia dos próprios meninos, tive de deixá-los no integral da escola. Foi um favor que me fizeram, em consideração aos anos de casa e tals. Pois bem, Pacotinho já está engrossando a voz e em Julho próximo fará um ano que ele e o irmão deixaram o integral, cuja saudade é mútua. 

Tudo correu bem, horários cumpridos, gravação um sucesso, pontualidade na saída dos garotos, não fosse uma ressalva. Ao chegar na escola, fui recebida pela diretora que me confidenciou que o pessoal deu trabalho. Leia-se o meu pessoal. Seguindo a hierarquia da merda iminente, fui direto no Sr. Cabeça de Bolinha, já que ele está na idade de prometer, mas não cumprir. Dei com a cara na parede. Pacotinho fora o causador da balbúrdia. 

A secretária querida me contou que a sala de aula ardeu. Que foi uma bateção de porta,  histeria, descabelamento, gargalhadas, babado, confusão e gritaria, ao ponto de atrapalhar a aula da sala ao lado, inclusive, de duas professoras terem descido pra dar queixa.
Pacotinho ao ser interrogado só jurava de pé junto que não havia feito nada, que apenas estava conversando com todo mundo e que não entendia o por quê daquilo tudo. Inclua lágrimas nos olhos.

Bem, eu sei quando meu filho está mentindo e não parecia ser o caso. Não entendi bem o que se passava ali, algo não se encaixava e apertei a secretária, que me confidenciou:

SECRETÁRIA APERTADA - Aaah, minha filha! Sabe como são as meninas né? O fogo ardeu. Estavam enlouquecidas, numa agitação que há muito não se via. Mas deixa... E ele tá com um vozeirão né? Impressionante, porque só tem 10 anos... imagina isso  na copa?

Ou seja, concluímos que ele, exatamente, não fez nada. Apenas a força de sua presença abalou as estruturas e as mini-xanas ali presentes. Pode isso, Lombardi?

Vocês meus queridos 5's leitores (ou menos), sabem que moramos perto de duas comunidades, inclusive frequentamos uma, certo? Pois é, dois dias após o ocorrido, está Pacotinho saindo do mercado onde havia comprado pão, como o faz todas as tardes e ao parar no sinal para atravessar a Conde de Bonfim, ouve:

- Ném! Psiu! Néém. 

Ele olha pra trás, visão panorâmica e estão duas distintas com idade aproximada a dele mais um garoto. Elas se aproximam:

- Nééém. Qual o seu nome?
- Pacotinho.
- A minha amiga quer te conhecer, ném! Vc tem namorada?
- Tenho.
- Qual o nome dela?
- Rá, você acha que eu vou te contar?

Pacotinho monossilábico, boladasso e rezando pro sinal abrir, quando uma delas passa a mão em alguns fios de cabelo dele:

- Noooossa! Como seu cabelo é lisiiinho, ném...

O sinal abre, todos atravessam, mas Pacotinho toma a dianteira. E elas continuam:

- Ném! Néééém! Iiiih, como ele é calado. 

E foi bem nessa hora que já pela metade da Mal. Trompowski, que Pacotinho deu no pé literalmente. Saiu correndo. Mas correu, correu, correu, do pé quase bater na bunda.
Enquanto elas:

- Néééém! Nééééém! Não corre não hein! Eu vou te encontrar! Vou descobrir onde você mora. Minha amiga quer ficar contiiigoo!

Chegou ele aqui em casa arfando, morrendo de rir e me contanto a situação muito louca que tinha vivido. 
Ao ser questionado sobre as meninas, ele disse que elas eram feias pra caramba e que correu, porque tinha um menino entre elas, o que o deixou bolado se o garoto ia ou não fazer alguma coisa. Então correu.

Eu o adverti sobre ele ter sido preconceituoso em relação às meninas, pelo fato de elas não serem bonitas, mas reconheci, que se o coração dele o mandou correr, que ele tinha agido certo. Só porque as meninas eram feias, não significava que eram más. A gente sabe diferenciar quando uma pessoa é má ou não. De qualquer forma, ele agiu certo ao ser cauteloso.

A gente ainda ri dessa história, porque além de recente, dá um puta orgulho em saber que nosso filho faz sucesso, mesmo antevendo que quando a adolescência e os hormônios começarem a fazer seu papel, isso será traduzido em muuuita dor de cabeça. 
Ele agora é chamado de NÉM aqui em casa e ainda por cima atende!

sábado, julho 17, 2010

E ele está de caipira

Pacotinho tem um talento nato para dança e puxou de não sei quem fui!
Sim, também é bastante humilde que nem um certo alguém como eu.

Então, como o tempo tá curto e na falta de palavras, entupo vossas retinas com imagens!
Quero ver vcs identificarem Pacotinho depois do mal de Parkinson do cameraman, que por sinal, não sou eu, mas Engraçadão.


Bjs nas bundas!

AAAAh! A propósito, meu livro ainda está à venda. Para comprar e parcelar em até 6 vezes no cartão, recebendo no conforto do seu lar, clique:

terça-feira, maio 20, 2008

NOVIDADES - PARTE 1

Como diria Jack - aquele mesmo! - O Estripador, vamos por partes.

Pela ordem cronológica dos fatos mesmo, porque dá menos trabalho.

Naquele fim de semana chuvoso de sábado, fui fechar negócio no shopping Tijuca e pegar meu novo bichim.

Um Sony Ericsson K790a.

Deixei o carro no pé do morro e fui à pé até o shopping.

Por que perto do morro? Ora, shopping dia de sábado é um inferno prá estacionar, ainda mais em véspera de dia das mães. Nunca q eu daria mais de R$ 5,00 prá ficar rodando vários andares de garagem à procura de uma vaga, enquanto que no pé do morro, é só deixar o carro, pegar o retão e sair no shopping.

Se tem perigo?

Claro que não!! Ou vcs não conhecem a regra do morro?! Nas proximidades é proibido assaltar. Sujeito à punição exemplar. E vcs acham q os donos do morro são estúpidos a ponto de ficarem chamando a atenção da polícia de bobeira?!


Claroquidão! Estraga os negócios. E se é ruim pros negócios...


Meus queridos 5's leitores, O CRIME É ORGANIZADO! A polícia e os governantes, deviam aprender com eles alguma coisa (não me interpretem mal, nem me apedrejem).

Bão, o fato é q eu deixei o carro e fui rezando prá dar tudo certo.


De fato deu.


O cara é maneiríssimo (q me vendeu), me deu a maior força até no lance do desbloqueio, q a Vivodecuérola, tentou botar no meu, mas não conseguiu... eles não queriam desbloquear de jeito nenhum!

Não queriam, pq eu não tinha nota fiscal do aparelho. Ok, é prá minha segurança e tals, mas fala sério!! Quantas pessoas guardam nota fiscal de tudo por anos a fio??

Eu não guardo. E eu sou normal.

Bate bocas à parte com atendente q é quase um operador de telemarketing (ótimo exercício para provar o quanto a gente é inteligente e tem resposta prá tudo, enquanto deixamos eles putos, tendo q pensar - eles odeiam isso!), carteiradas da OAB à parte, conseguimos desbloquear o bicho.

Cheguei em casa tirando foto de mosquito, de parede, do elevador, dos pingos de chuva... filmando tudo, todos, e... cara, os meninos na maior agitação.






Foi legal.







O Sr. Cabeça de Bolinha está numa de ficar em pé e se soltar, tentando equilibrar sozinho.(Entortem o pescoço para ver o vídeo.)



Em tempo: ele completou 9 meses, semana que vem já faz 10!





Enquanto Pacotinho está quase lendo. Ele soletra tudo. Absolutamente tudo e agora, está juntando os vocábulos. Coisa linda!! Está tão inteligente!!





Agora está se amarrando em filmes.


Daí, a gente fica conversando sobre os filmes q a gente vê, tipo... Indiana Jones e a arca perdida, q ele viu outro dia e agora quer ver todos os outros... Transformers...


Ele até via alguns, mas eu tinha estimulá-lo prá ele ficar até o final, mas ultimamente não tem precisado. Ele presta atenção e fica vendo até o fim.


Bem, Dia das mães, fomos à Lan Sogra, reunimos toda a família e fizemos um churrascão que foi bem divertido.





Cheguei em casa ligeiramente morta da silva, mas tudo bem... nada se compararia à semana seguinte...


(Continua.)


P.S.: Tá tudo tão louco e corrido, que o blog fez 4 anos (6 de maio) e eu nem lembrei. Putz! Vou trocar o templaaaaateeeee!!!


Engraçadinha mete lá: AMOR ATÉ O FIM - Elis Regina

quarta-feira, março 19, 2008

E É POR ISSO...

Há quem diga o contrário, mas eu adoro carregar bebê no ventre.
Adoro quando eles nascem e tal... mas não posso mais.
Independente da questão financeira, decidi que não posso mais.
Pela ótica financeira não posso mesmo, mas principalmente não posso mesmo,
porque aqui não há mais estrutura emocional.

Eu sempre fui uma criança xameguenta e emocional.
Quando Engraçadinha-mirim, vivia trepada no colo de algum familiar, fazendo
carinho no rosto, dando beijinho, abraçando até enforcar e dizendo:
caiiinho, caiiinho...
Não tinha quem não gamasse.
Além disso, fui o tipo de criança educada, polida, que sentava com as
perninhas cruzadas, declamava poemas e cantigas, mesmo que dentro de um
ônibus.
Era verdadeira princesa. Primeira filha de Dona Engraçada, primeira neta de
todos os avós, primeira sobrinha dos tios... devia ser um nojo tanta
paparicação.
Mas essa verborragia toda, é só para ilustrar como eu era cercada de
carinhos e mimos.

Com o passar dos anos, a vida foi me dando uns CABOOOONGUEEES no
meio do cabeção e o mundo foi ficando menos cor-de-rosa. Mesmo assim, meus
carinhos ainda tinham endereço certo.
Com os namorados então... putz! Eu era o sufocador.
Engraçadão teve que me educar muito. E francamente eu a ele. Eu, para
desgrudar e ele para grudar mais.

Com o advento de Pacotinho nas nossas vidas, nosssssa, há amigas que dizem
q fiquei insuportável.
Tudo eu chorava. Se tinha cólica, eu chorava e fazia um dramalhão. Se tinha
dor de dente, outra novela mexicana, se se machucava, eu só faltava enfiar
a faca em mim mesma, para solidarizar com a dor. Cará-leo.
Outro dia tive um feedback da Tia Lu, q me fez ver, o quão insuportável eu
fiquei.
Mas tudo melhora. Eu melhorei.

Com o Sr. Cabeça de Bolinha, tudo foi mais fácil, menos dolorido.
Não chorei na primeira cólica, soube passar tranqüilidade prá ele; nas
viroses não perdi a cabeça, pelo contrário, me fortaleci na oração e nos
remédios e funcionou. Devo confessar q relaxei até demais.
Agora, são os dentes que estão saindo.
É foda, cara!
O cerumano nasce para sofrer. Não tem outro jeito. O problema, é q a
maternidade/ paternidade está em conexão, uma quase simbiose com esses
pequenos seres. E a dor que eles sentem, dói na gente. Porque são redondos,
rosados e indefesos.

O Sr. Cabeça de Bolinha, é um cara extremamente bonachão.
É daqueles que se vc falar no timbre de voz certo, olhando dentro dos
olhos, ele abre um largo sorriso de apenas dois dentes e estende as
mãosinhas para te acariciar (não necessáriamente precisa te conhecer). Não
tem quem não se encante.

Início do momento PROVOCANDO ENGRAÇADÃO:



VC ACHA Q ELE PUXOU A QUEEEEEEM HEEEIN ENGRAÇADÃÃÃÃÃO?!
Fim do momento ENGRAÇADÃO DEVE ESTAR PUTO:

Já dá umas gargalhadas, q convida todos a rir junto.
Mas há coisa de uma semana, vem sendo testado na dor.
Dentes estão surgindo e com eles, a febre, a indisposição, a falta de
paciência, a irritação. E dá uma dó do caralho, ver aquele pedacinho de eu,
sofrendo, de mau humor. Imagina um leonino de mau humor! Pois é. Não tem
graça nenhuma. Semana retrasada, foi uma virose q o derrubou. Chegou a 39.4ºC de febre.
Ficamos na vigília, trabalheira, preocupação... aquelas coisas.
Temperatura, pingar remédio no nariz, dar xarope, monitorar a temperatura,
nebulizar... tudo para ele não parar no pronto socorro de novo (é, teve uma
vez, princípio de pneumonia).
Agora, volta a febre, menos alta é claro, mas febre com uma singela corisa.
Diz Engraçadão q já foi embora, mas a febre apareceu por duas vezes hoje.

É por isso que não dá mais.
É triste, eu, mulher, relativamente nova e fértil, determinar q vou fechar
a fábrica, quando ainda me sinto tão grata por parir.
Mas sem estrutura emocional, não se é nada. E eu fico prendendo sabe?!
É como se tivesse prendendo cocô... porque o banheiro está longe?!
Prá não desmoronar, prá não chorar à toa. É o peso da famosa capa da Mulher
Maravilha.
Hoje estou meio manteiga. Estou fragilizada, por talvez ter cedido a vez
prá Engraçadão ficar com o Sr. Cabeça de Bolinha. Não dá prá ficar faltando
toda hora, mesmo sabendo q meu chefe hj não viria.

Ai, ai... é a vida.
A gente está aqui prá aprender, sofrer, sentir dor, com todos os adventos
da materialidade.
Quando eu for espírito, felizmente, sei q esse fardo carnal com todas as
suas implicações, vão dar é dor de barriga nos vermes, mas até lá...
E é por isso q não dá mais, queridos amigos 5's leitores e moscas, baratas
e teias de aranhas, amigas e alfabetizadas. Não serei mais mãe nessa
encarnação.
Desceu o pano.

P.S.: Tathi Bione já foi tarde!



Engraçadinha mete lá: When A Man Is Wrong by Seal

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