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sexta-feira, maio 11, 2012

Galega faz 2 aninhos. Eeeee!




Minha pequena hoje faz 2 anos.
Tem dois anos exatos que eu ando de 4 por essa dona que mora lá em casa.
E nunca imaginei que pudesse amar alguém com tamanha intensidade, mesmo já conhecendo bem esse tipo de amor.


É que a galega é bem diferente dos meninos, apesar de ser bem igual em muitas coisas.
A diferença está em ser dengosa. Menina faz dengo. Menina sem enrosca e não tem vergonha de ir-se chegando e aninhando nos braços da gente, mesmo sem ser convidada. Não sei se minha pequena é espaçosa (e é) ou se se trata de uma característica de meninas, mas ela se aninha.


E é brabinha que nem o pai. Engrossa até a voz para dar esporro a minha galega:
Galega sendo braba - Per Pacotinho! Più ampio di quello del giocattolo è mio, dannazione!
Que traduzindo para o bom Português quer dizer:
Para Pacotinho! Larga que esse brinquedo é meu, porra!

Que nada. Miúda não aprendeu a falar palavrone ainda. A gente não deixa.


Anda numa fase muito chameguenta com Sr. Cabeça de Bolinha e este, metódico como é, acaba repelindo. Porque os chamegos são sempre à noite na hora em que ele está puxando sono. E ela vai lá, alisa ele, joga a perna em cima da dele e ele fica puto. É um rapaz muito altivo, não gosta que lhe atrapalhem o pré-sono. Morro de rir.

E a bicha está linda demais! Fala muito, canta muito e dança até assobio. Bicha toda vida, porque adora passar hidratante, quer comer sozinha, não pode ver vestido e sapatos então... calça o de qualquer um que deixe ao seu alcançe.


Apesar de muito independente, quando escuta barulho de fogos, corre pra mim, agarra minhas pernas e fecha os olhos.
Ainda se estamos deitadas, ela pega as minhas mãos e tapa o próprio rosto.
Taí a diferença. Minha menininha, mulherzinha, feminina, tão terna e tão guerreira.
Feliz dois anos.
A mamãe te ama!

quarta-feira, maio 09, 2012

LIÇÕES APRENDIDAS

Uma das coisas que muito me perguntei durante esses oito anos inserida fortemente nesse mundo corporativo, era "o que eu ainda tinha que aprender?".
Claro, cerumano que sou, estou em constante aprendizado e as quedas ensinam muito mais que as alisadas de mão.
E a gente, cerumano topetudo que é, tem infelizmente q levar muito na face para guardar os ensinamentos, mesmo que na hora a gente grite, ajoelhe e se descabele (não necessariamente nessa ordem) gritando lágrimas de sangue: Poooor queeeeeeee?

Porque minha alegria incomoda muita gente, obrigada.
Eu sou o tipo de alegre chata.
Minha gargalhada é de pomba-gira e quando eu rio (não sei rir baixo), ela vem lá de dentro da alma. Mentira, vem ali do fundo do estômago mesmo.
De maneira que o cara que está ali puto com a medíocre vida dele, não entende esse solzinho saltitante bendizendo tudo que é vivo.

Vcs meus queridos... quantos leitores mesmo? Acho q os perdi... whatever, vcs aí do fundo que vêm aqui e ficam em silêncio! O q q eu tava falando mesmo?
Cara, tenho esquecido frequentemente as frases no meio. Pior, meus filhos tão pegando essa minha mania. Mas eles não usam drogas. Tadinhos...

Bem, a verdade é que eu amo viver.
Eu acordo puta, claro, porque acordo cedo e detesto. Mas depois que eu escovo os dentes e consigo deixar Pacotinho na escola, eu me sinto imensamente feliz, porque estou viva. Mentira. Eu me sentia assim há oito anos atrás, não mais. Pois é.
Quem me acompanha q nem novela já deve ter visto que eu ando chata pra caralho, só falando coisa chata, reflexiva até dizer chega e putz, um porre!
Cara, verdade q eu sabia todo o tempo q estava insuportável, mas fazer o q, se não dava pra evitar?!
Minha vida tinha um dilema, q lenta como sou, demorei uns 4 anos pra entender e tomar coragem e querer mudar.
Enquanto esse dia não chegava, eu ia falando mal dos outros, reclamava dos maus costumes, postava fotos dos filhos, q era a única coisa boa e q importava. Nada de ser positiva.
Com isso, acredito q espantei muita gente daqui.

Então, voltemos ao topo da pergunta. O q eu ainda tinha q aprender inserida nesse mundo corporativo de MeoDeos? Talvez a palavra seja RESIGNAÇÃO.
Sim, porque em 2005, 1 ano após ingressar numa multinacional francesa, eu estava verdadeiramente bombando.
Apesar de se tratar de uma empresa de grande porte mundialmente conhecida, a estrutura não era compatível com seu porte aqui no Brasil e eu, que viera de outras grandes empresas, apareci meteoricamente com meu jeitinho.

Não nego fogo, sou dessas. Tudo que estiver ao meu alcance eu faço e ajudar os outros é a minha especialidade.
Acho q não tinha muita gente assim nesse lugar, então sobressaí.
Daí que chamei atenção, principalmente porque coisas que ninguém queria fazer tomei pra mim. Sempre zoando todas, rindo muito, falando merda (minha outra especialidade), debaixo de muito humor... Me senti verdadeiramente invencível!
É... houve uma época que me senti invencível e infelizmente, as trevas estão em toda parte, assim como a luz. Tomei a primeira rasteira. Veio a queda.
Ninguém entendia porquê. Não mesmo, muito menos eu.

Claro que tive vontade de sair, mas já tinha Pacotinho e meu corpo gritava por outro rebento.
Foi bem nessa época que eu fui trabalhar com o Português da Padaria. Talvez para atribuir excelência no meu trabalho. Sim porque eu era boa, mas não era excelente. Não daquelas q se antecipa, q vai além. Eu era boa e só.
Infelizmente eu não fui inteligente o suficiente. Não estava na vibe, estava com minha auto-estima destruída e foi assim que fui parar nas mãos dele. Aos pedaços! Hoje eu sei que perdi uma ótima oportunidade de me tornar melhor ainda, mas naquela época estava ansiosa, não tinha essa maturidade e as coisas se perderam.

Mesmo debaixo de toda essa tempestade, o Sr. Cabeça de Bolinha veio né? E com as complicações pré-parto, fiquei afastada por uns 9 meses.
Foi gestando que exercitei paciência pela primeira vez e desse afastamento, mãe de dois, pude ver as coisas sob outra ótica. Foi aí, que Hugo Boss fez aquele bonito trabalho de resgate da minha auto-estima profissional. Então todos os desafetos que em 4 anos eu acabei cultivando (os verdadeiramente importantes, veja bem), consegui reverter pelas mãos dele e pelas minhas próprias.
Pude respirar.

Então com mais 2 anos trabalhando ao lado dele, eu voltei a irradiar alegria. Essa alegria irritante que tanto incomoda as pessoas.
Ele me dava muita moral né? Então eu muito provavelmente mostrava o meu pior. Não que fosse uma pessoa ruim, ou quisesse mandar nos outros. Muito pelo contrário, eu não mandava, só obedecia. É que eu conhecia tanto o jeito dele, as prioridades na cabeça dele, q os meus nãos deviam representar uma afronta para muita gente e eu era amparada por ele, que concordava com as minhas atitudes.
Na verdade, nem era isso. Eu obedecia ordens, mas pras pessoas, parecia que era eu quem as dava.
As pessoas confundem muito quando se está no papel de secretária. E eu, q não sou nada política, q tenho dificuldade de camuflar meus sentimentos... completem a frase vcs.

Depois que Hugo Boss deu àdeus, o que era motivação se foi. A equipe perdeu o controle, tudo se tornou guerra e teve uma época q pareceu que eu era o alvo. Aliás, era.
Foi então q eu fui sufocando, me calando, desaparecendo. Passei dois anos sem alegria, sem voz, sem nada.

Se vc leitor lá do fundo observar, não tem muito como uma pessoa que passa por isso transmitir alegria no blog, a não ser pelos filhos.
Foi outro aprendizado.
Muitas vezes a gente acha q porque têm um emprego, não pode viver sem ele. Eu confiava nisso piamente. No meu ganha-pão.
Mas antes de confiar nessa máxima, a gente tem q se perguntar se existe um relacionamento.
O q é um relacionamento? Acaso não é uma via de mão dupla? Dar e receber? Pois então?! Eu só estava dando.
Dando minha saúde, dando meu tempo, dando meu psicológico e não estava recebendo nada em troca.
Não tinha chance de ter mais conhecimento, não tinha roupas, não tinha saída, não tinha quase nada. Devia, devia e devo ainda. Todo mês.
Tudo que eu queira fazer, infelizmente respinga no meu parceiro.
Eu não posso, essa é a realidade. E quero muito poder, ô se quero!
E conhecendo todo o meu potencial, não poder estava me adoecendo. Descobri isso fazendo análise. A diarréia bimestral foi um sinal. Foi à partir dela que eu comecei a perceber que estava adoecendo por algum motivo que não conseguia entender. Já é sabido que a gente adoece primeiro no espírito para bem depois o corpo dar sinais. E essa estagnação já tinha muito tempo pra mim, apesar de vir camuflada por certas mudanças. O choro constante a cada saída de alguém legal do departamento foi outro indício. O abalo pelas mínimas coisas...

Foi então que comecei a questionar o porquê tinha q viver assim. Será q Deus ainda quer q eu aprenda alguma coisa?
Aprendi paciência, aprendi humildade, aprendi a ouvir mais do q falar... o q mais faltava? Resignação? Essa é a maior lição não é mesmo? E eu confesso q até agora nada!
Essa pra mim é a mais difícil. Talvez até eu tenha estado resignada por um tempo, mas SER resignada mesmo não sou.
Eu sou mais daquelas brasileiras que não desistem nunca, mesmo q isso signifique virar a mesa e quebrar a louça.

Daí q tomei coragem para fazê-lo.
Claro, não trouxe meu bom humor de volta, não totalmente, mas tirou um imenso peso das minhas costas e desde que pude descobrir esses sinais, a diarreia bimestral se foi.
Ainda tem luta pela frente, claro! Deus quando me fez apontou aquele dedão Dele e disse: Essa aí tem q ralar!
Portanto tudo meu é com luta.
Por enquanto eu decidi, porém nada aconteceu. Então eu só vou poder vibrar, comemorar de verdade, quando as coisas acontecerem.
Daí eu conto tudo e dou nome aos bois.
Por enquanto, oração e resignação.

segunda-feira, maio 07, 2012

NA PRÁTICA DA FALAÇÃO...


Qual é o prazer que se extrai na prática da maldade, eu te pergunto?
Que tipo de gozo se satisfaz quando é a lágrima de outro que está caindo?
Eu faço esse tipo de pergunta, porque me deparei com um episódio muito louco há pouco tempo atrás.

Um sujeito ficou sabendo que falavam mal de seu amigo.
Não sei qual o grau dessa amizade, muito menos a intensidade dela, ou ainda, se o que era chamado amizade não passava de coleguismo. Pode ser. Fato é que diziam-se amigos.

Então esse um ficou sabendo de uma história cabeluda que envolvia seu pseudo-amigo. Falavam muito mal dele. Mas quem era essa pessoa que falava mal do amigo desse um? Era alguém querido? Seria outro que se denominava amigo também? Não.
Sabe-se que esse que falou mal, nem queria saber de seu desafeto e pior, não tinha intenção de amizade em tempo algum. Simplesmente falou o que pensava e pronto.

Que fez o sujeito?
Contou tudo pro amigo. Pseudo-amigo. Mas esse contar, não teve a intenção senão de ferir, machucar, espalhar maledicência.
Ora, se aquele que falou mal não tinha intenção de ser amigo, ou inimigo de quem quer q fosse, esse que fale, esse que rasteje e nade em seu veneno. É inofensivo. Pode ter lá seus motivos, quem vai saber?!
O sujeito se amigo fosse, teria calado, emudecido, porque o bem estar de seu amigo é mais importante do que a língua alheia que haverá de falar para todo o sempre, amém.
Mas não. Sujeito sentiu prazer na prática da falação.

Coisa tão século passado esse negócio de fofoca.
Típico de quem não tem um tanque. Típico dos provincianos que vivem a vida através da vida alheia.
Vergonha.

E é esse tipo de prazer q eu queria entender.
Sim, porque deve haver algum prazer nisso certo? Em ver o pseudo-amigo se foder, em vê-lo chorar, em vê-lo sofrendo por alguém de quem ele nunca terá laços, q disse certas coisas q verdade ou não, não importa. Porque são palavras de gente que não liga pro que ele pensa.

Acaso você sofre por alguém que está cagando pra vc?
Eu não tô nem aí.
Se alguém q eu amo me desce a marreta eu sou capaz de morrer, mas se isso vêm de alguém q eu não ligo ou nem sei q existe, pode me chamar de feia q eu estou cagando kilos.
Então esse prazer em praticar esse tipo de maldade é desnecessário e eu não entendo.
Aliás, eu ando entendendo cada vez menos. Acaso isso se chamaria envelhecer?
Porque o último bafond do momento, a fofoca gratuita e desnecessária, as alfinetadas de um para outro, as marcações de território, nada disso me interessa.
Assim como os elogios gratuitos que na verdade fazem parte de um jogo de interesses, esses também estou foríssima!

As pessoas certamente pensam q eu sou boba. Que pelo fato de eu ficar quieta ou não pensar como elas, os dá o direito de dançar flamenco por cima do meu sobrenome. Eu estou vendo tudo e sei até onde uns e outros são capazes de ir para atingir seus objetivos. Eles se acham espertos com esse papo de amigo.
Se ilude quem pensa que me chamar de amigo significa ter a minha amizade.ão tenho problema nenhum em cortar laços. Principalmente se não fui eu que os fiz.

quarta-feira, maio 02, 2012

VOCÊ TEM MEDO DE CRIANÇAS? EU TENHO 3!

 
As pessoas costumam me respeitar ou me chamar de maluca pelo fato de eu ter 3 filhos. Isso ainda me soa estranho, é ainda!
Quero dizer que ainda me assusto com o tamanho dessa matemática e temo toda vez que tenho de ficar sozinha com eles.
Não tenho ajuda fora a de Engraçadão que é pai, mãe e avó, além de mim. Quando ele não está, ou me avisa que não estará, é mais sofrido o antes do que o durante. 

Felizmente eles são crianças ótimas. Não são daqueles que rasgam/ quebram/ pulam/ derrubam tudo.
Se vc colocar um DVD de música ou desenho, um atrás do outro, dá pra mantê-los tranquilos por um bom tempo. Não todo o tempo, lógico. Há os momentos em que a loucura eclode e todos eles sem exceção ficam aos berros, insandecidos, correndo pelo minúsculo apartamento. Nessa hora o que me segura é o fato de que não morrerei se me atirar pela janela. Portanto nem adianta tentar.

Nesse final de semana extendido, lindo, iluminado e chuvoso, vivi exatamente isso. Papai foi pra roça, mamãe foi trabalhar (cuidando dos três).
Nessas horas, a gente costuma dizer que ir para empresa é como tirar férias. Todo o trabalho fica em casa junto com quem ficou. Verdade. Por isso é raro ter sexo nessas ocasiões e nem adianta me tacarem pedra, porque né?! Oi.

Sábado levamos papai no trabalho aspós o super-café da manhã e voltamos pra casa.
Pacotinho normalmente ajuda nesses momentos, porque já vê a trabalheira que dá. Tive uma tirada de gênio, já que apesar do tempo nublado não tinha chuva, deixei o carro no posto de gasolina para lavar e fui andando até a loja de peixes.
É bem nessa hora que o atendente tem vontade mergulhar dentro do aquário. Todo o meu mundo barulhento preenche a loja. Peixes se escondem, faxineiros vão varrer o piso do almoxarifado e o caixa... bem... esse é obrigado a ficar imóvel na tentativa de que eu o confunda com uma estátua. Mas não tem jeito. As crianças são tão sociáveis que ninguém passa indiferente. Cravam-lhes de perguntas sobre essa ou aquela espécie e no meio de toda a loucura conseguimos gastar uns 30min dentro da loja para desespero dos funcionários e claro, PARA NOOOOOSSA ALEGRIIIAAA!

Levei dois espécimes.
Um deles tentou se matar no trajeto rede-saquinho se atirando por cima de outro aquário fechado, berrando - NÃO QUERO IR! NÃO QUERO IR!, só que não deu certo. O funcionário pegou-o de cima do vidro e lá foi o peixe suicida pra minha casa. Agora temos 5 dentro daquela caixinha de vidro minúscula, para desespero do Beta que é anti-social e sofre dos nervos (problema dele).
Ao chegarmos em casa, coloquei o primeiro DVD de uma série (Balão Mágico, Patati-Patatá, O Circo do Topetão, entre outros) e ao final, já era hora de descermos pro almoço. Assim foi feito. No restaurante, assustador como sempre! Dona Miúda não quer comer, fomos atacados durante o almoço por algumas abelhas, que felizmente, não nos mordeu mas incomodou muita gente e nos prometemos que o preço é bom, mas é duro comer espantando abelha. Da outra vez foi pombo e uma outra antes foram moscas. Chega né?
Não vou esperar chegar o dia de ter de espantar elefantes do teto. Não mesmo.

Na volta fomos pegar o carro no posto. Mais caminhada com Dona Miúda em seu passinho de lady, puxada pela mão sonolenta. A dormidinha depois do almoço seria a melhor se o Sr. Cabeça de Bolinha não ficasse interrompendo o tempo todo.
Ele está nessa. Vai precisar de chinelada voadora e muito castigo não necessariamente nessa ordem, para aprender a respeitar o sono alheio. Está foda todo dia isso.
Acorda às 06:40h mais tardar às 7h da manhã, passa o dia ligado. Não chega a importunar tanto, mas anda extremamente controlador. Então quer mandar na nossa forma de cantar as músicas de seus DVDs, paródias nem pensar, disputa os brinquedos com o irmão mais velho pau-a-pau, tem oscilações de humor que só com castigo a gente dobra, mas é capaz de se comportar lindamente se não for estimulado pelo irmão.
É dos poucos que entra no chuveiro quando se manda, escova os dentes de imediato e lava as mãos após o xixi. Impreterivelmente.
É bastante generoso. Divide quase tudo com os irmãos, além de ser um gatinho lindo na maior parte do tempo. Mas tem esse defeito. Não deixa a gente dormir.
Hoje eu soube que levou duas picadas de vacina e nem chorou. Queria ter visto.

Os dias que se seguiram teve chuva de pingo fino e pingo grosso. Teve ventania e eu precisei ser muito criativa pra dar conta.
Fiz pizza por dois dias e foi muito bem recebido. Recebemos filmes infantis da netmovies, o que foi uma baita coincidência. Esse fator também ajudou. Visitamos a prima no final de semana e esse foi outro atenuante. O que seria uma visita à tarde, acabou sendo à noite. Tudo bem, papai foi conosco o que tornou tudo mais prazeiroso.

Não, não é fácil. Foram 3 dias domando o povo. Algumas puxadas de orelha, porque chega uma hora que eu quero apertar o pescoço, então a orelha, sem exageros, recebe uma puxadinha de leve o que é suficiente pra o início de um berreiro.
Pacotinho não chora. Ele sabe que aquilo é mais um alerta do que uma tortura, mas o Sr. Cabeça de Bolinha parece que está morrendo, fica magoado e faz um puta bico.
Miúda ainda não. Todos os seus acessos de raiva são aturados, mas deixa só ela crescer!

Já estou sabendo que marido viaja prum final de semana de integração pelo jornal no próximo sábado. Ficarei sozinha com os três novamente, terei uma festa de aniversário em Tomaz Coelho de dia e outra numa casa de festas perto de casa à noite, ou seja, no sábado que vem, passaremos celebrando (eu morta, claro). Meu pai, o Sr. Engraçado, ficou de me acompanhar porque lá não sei chegar.
Domingo muito provavelmente serei internada por estafa, mas tudo bem, já não dói tanto. Eles estão crescendo.
Prometo que daí a duas semanas eu vou desaparecer do mapa e os deixarei com o pai. Ele dá conta e se não der... bem, sempre tem a janela... é inevitável olhar pra baixo e pensar duas vezes.

=)

segunda-feira, abril 30, 2012

VOCÊ SE PERMITE FUGIR DA ROTINA?




Se vc me convidasse para passar uma tarde entre amigas, só a gente, falando besteira, tomando alguma coisa, fumando algumas coisas, sem marido, sem filho, ou sem trabalho, eu muito provavelmente hesitaria.
Porque todas essas coisas que citei acima estão em primeiros lugares na minha vida. Os filhos, o marido, a responsabilidade, tudo isso está fortemente arraigado no meu ser e fatalmente, o bem estar de um bate-papo descompromissado numa tarde de dia útil, sem chance, não iria acontecer.


Aliás, quantas pessoas na face da terra se dão esse prazer?
Não vale mencionar os adolescentes.


Pois é.
Meu momento atual de vida, aquele recheado de incertezas e "e se's?" está promovendo várias mudanças no meu cotidiano.
A partir do princípio de que preciso focar no meu objetivo e ficar surda a apelos externos para atingir minhas metas, mesmo sendo elas anti-convencionais. Estou tendo que ser firme e forte, mesmo q isso signifique sair pela tangente. E acredite, mesmo debaixo de lágrimas eu tenho saído.


Foi numa dessas, que me permiti passar uma das melhores tardes, ever, dos últimos anos da última semana, na companhia de 3 pessoas, num apartamento, ouvindo música alta, tomando coca-cola light (essa parte não foi muito legal), fumando El Porro e rindo de quase tudo até lágrimas saírem dos olhos.


Rimos do acaso, rimos da desgraça alheia além da nossa própria, rimos do amor, das tomadas de cu inesperadas, q todo mundo toma mesmo. Falamos todas as besteiras e gargalhamos de doer a barriga. Foi histericamente hilário!
Fiquei brincando q aquela hospitalidade toda, de me fazer fumar El Porro de cada sabor, seria o mesmo que me mandar apoiar a cabeça num taco fincado no chão, girar e me soltar por aí! Todos riram e claro, me ignoraram. Fiquei chapada como há muito não ficava em todos esses anos, mas não fiquei na merda.


Nos prometemos outros encontros, regados à almocinho e espumante numa próxima vez. Claro, iremos repetir e ainda esse ano.
Voltei no ônibus vendo a vida alheia correr amarrada à rotina diária e me peguei pensando: cara a gente quase não vive né?
Óbvio q isso é sabido. Mas a gente anda tão no meio desse turbilhão chamado responsabilidades, q meter o nariz acima da cortina de fumaça é cada vez mais raro. E aí se vão nossa juventude, nossa saúde, nosso bom humor. Salvo nas vezes em q nos permitimos ir ao barzinho com os amigos ou em qualquer outro happy hour. 
Só q até essas escapadas, se vc reparar bem, podem cair na rotina. São protocolares. 


E nos casos em q se é mãe e esposa então... quantas de nós somos capazes de descermos desses personagens mães, esposas, donas-de-casa, pra dar uma pirada saudável? Para rir de verdade, mesmo q seja do próprio infortúnio?


Eu só tenho a agradecer a essas três pessoas, porque eu tive coragem, porque eu estive lá, por abrirem a porta de suas casas, porque no sábado, no domingo e ainda hoje, estou sentindo saudade deles, das risadas e de todo o amor que ali esteve presente.


Preciso agradecer à hospitalidade, às músicas com som de telefone tocando, ao álbum de fotos da Madonna, aos diversos Porros empurrados goela abaixo, à camiseta da Madonna te olhando no elevador, à companhia até o ponto de ônibus e mais garalhadas até o final. Vcs 3 são fofos demais, delicados, ainda mais em trio. 
Super recomendo e anotem, teremos de repetir em Santa Tereza, deitados na cama com a telona da TV vendo algum documentário do Nat Geo só pra gente viajar na tela.


Em casa, me percebi gritando menos com as crianças, fui caminhar  na pracinha q nem um zumbi empurrado por controle remoto, mas não deixei de me exercitar, passei o final de semana tentando ser alguém melhor e mais doce em família e esse dia me ajudou a querer ser alguém melhor pra minha família ao invés daquela louca do cu estressada.


Foi muito prazeroso.
Obrigada.

quinta-feira, abril 26, 2012

DA SÉRIE, MENINOS EU VI: SWEENEY TODD - O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET


Apesar de ter visto poucos musicais na vida, admito que comecei cedo.
Vi a montagem da Dona Baratinha algumas vezes à partir dos 3 anos e ainda lembro do "Quem quer ca-sar, com a Dona Barati-nha...". Amava chegar antes pra desenhar com as mãos sujas de tinta guache em folha de A3 antes do espetáculo. Essas sensações ainda moram em mim.

Depois aos 4 foi os Saltimbancos. Montagem de Chico Buarque com as filhas, com Miucha fazendo a galinha, Nara Leão fazendo a gata... tenho o LP e comprei o CD para dar às crianças lá de casa.

Já na década de 80, não vivi o frenesi causado por Flashdance e Grease fui curtir depois de adulta. Mas admito, é legal um musical bem feito. Taí High School Musical que não me deixa mentir.

Com o advento da Net Movies, estou com esse quase desafio de ver um filme por dia. Uns eu vejo só, porque a faixa etária não é apropriada para menores, outros eu assisto com os meninos.
Estou criando mini-cinéfilos em casa com muito orgulho, obrigada! E Pacotinho vem me surpreendendo nesse quesito, mais até do que o Sr. Cabeça de Bolinha que de todos, é o mini-cinéfilo mais declarado.
Agora, que ele superou a preguiça de ler legendas, que superou o hábito de ver filmes mastigados, como aqueles em q se sacodirmos o envelope pinga sangue, ou os de artes marciais ou ainda, os totalmente indicados para sua idade; estou apresentando outros seguimentos à ele.


Um bom exemplo é Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet. Corre lá na Wikipedia q eu espero, vai!
Adivinha com quem é? Pois é, abrimos a temporada Johnny Depp que está prestes a se encerrar, infelizmente.

Esse filme não é nada indicado pra faixa de Pacote. Primeiro que é surreal de tão incrivelmente arquitetado.

Trata-se de uma adaptação da peça de Christopher Bond (que eu nunca vi mais gordo), de 1973, que foi transformada em musical na Brodway em 1979 por Stephen Sondheim (aquele ultra-mega-boga compositor arranjador premiadíssimo e respeitadíssimo nos States). Tim Burton assistiu ao musical e desde então ficou com essa ideia guardada na cabeça. Ah, eu não contei a ideia?



Helena Bonham-Carter e Tim Burton: Um casal exótico
Então, ele montou na telona um filme cult de terror, originário de um musical extraído de uma montagem teatral. Sacou? Claro, poderia ser uma merda.

Todos os atores em cena cantando já é motivo suficiente pra ser uma merda. Mas não é.

Porque Tim Burton soube usar magistralmente o recurso da música quando os atores em cena pensavam em alguma coisa, ou planejavam algo. Fora isso, existe diálogo. Não é um musical do tipo: Oh! Encontrei uma rosa no chão lá, lá, lá.

É muito mais complexo! Eles abrem uma cena cantando, dialogam, cantam juntos ou quando estão apenas conversando com seus botões.
E o mais legal, é que Pacotinho amou o filme e viu duas vezes.


O enredo prende mesmo. Primeiro porque tem a dobradinha Depp x Helena Bornham-Carter, vista em outros sucessos (como A Fantástica Fábrica de Chocolate - 2005, A Noiva Cadáver - 2005, Alice no País das Maravilhas - 2010), pela sintonia e sincronia deles em cena e também nas outras participações (O Borat trabalha no filme, o Professor Snape também e aquele personagem de Harry Potter q é o ratinho do Weesley).

Todos cantam sem exceção.

A música é outro desafio, inclusive q eu teria de fazer outro post só pra contar o q é cantar aquelas músicas. Not today.



A trama é singela.

Johnny Depp é um marido apaixonado e infelizmente tolo. A mulher irradiava beleza e ambos causavam inveja. Essa inveja atingia o juiz corrupto da cidade - Professor Snape - que articula para que Depp fique na cadeia por 15 anos.

Ele cobiça a mulher de Depp que não cede às suas investidas e acaba perecendo. Nesse ínterim, a filhinha de colo do casal, vira tutelada desse mesmo juiz (que malandramente está criando p/ meter a piroca qdo ela crescer, rá!). Passados 15 anos, Depp volta em busca de vingança, se hospeda na antiga casa em que vivia num sobrado e que funciona uma loja de tortas no térreo, cuja dona, mulher do Tim Burton - apaixonada por ele, lhe dá abrigo e topa fazer parte do plano de vingança.

Depp é um excelente barbeiro e usa de sua profissão pra degolar geral. Enquanto Helena na loja de baixo em estado de penúria, se utiliza dos cadáveres para dar um upgrade nas tortas de carne, já que o preço desta estava pela hora da morte, sem trocadilho.
Ele assassina os corruptos, os maledicentes, os pedófilos e sua carne serve a toda uma cidade em decadência.


O filme claro, é trash, mas tão bem feito e sensível, que vc fica de olhos grudados na tela até o final. Tanto, que consegue inclusive atrair a atenção de um moleque de 9 anos.

Tim Burton e suas tacadas de gênio! Aplausos.

Vale dar uma conferida.

E sim, eu fiquei tão apaixonada que assisti ao making off e fiquei triste quando acabou!






*Leia os pormenores.

quarta-feira, abril 18, 2012

O PORTEIRO E A FERRARI


São duas situações distintas que se cruzaram na minha cabeça essa manhã e me deram esse insight.

Eu sei que eu ando chata, só falando de coisa séria, complexa demais pro que eu era há sei lá... 7 anos atrás. Às vezes nem eu mesma me aguento e sinto vontade de me tacar na lixeira e sei lá... bora fazer tudo de novo. Só que a gente não pode fazer isso quando se trata de vidas, então vamos lá me aturar enquanto dá.

SITUAÇÃO 1:

Domingo fui à praia com parte da família e então, enquanto guardávamos as coisas na mala do carro, na outra pista da Sernambetiba, passa uma Ferrari amarela e entra no retorno em direção à nossa pista. Quando a Ferrari entrou na reta, o motorista deu aquela acelerada, mas tão barulhenta, que a praia inteira parou pra olhar.
Uma Ferrari amarela acelerando é mesmo coisa linda de se ver. Eu tenho a impressão de ter visto foguinho saindo do cano de descarga. O barulho ainda está na minha memória e a imagem da Ferrari se afastando tão rápido em questão de segundos, foi verdadeiramente excitante se não estivesse inserido no contexto de que se tratava de um domingo de sol, na praia, onde havia até certa retenção na pista. O motorista, um babaca, claro. Ele queria tão somente se exibir e conseguiu.

MOTORISTA BABACA - Ei, ei, olhem pra mim, eu tenho uma Ferrari amarela e estou aceleraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaandooo! 

Afff! Me poupe. Isso é ridículo. Engraçadão disse q se fosse dele, ele passaria bem devagarinho pra todos olharem-lhe a fuça; já eu, tenho absoluta certeza que se Pacotinho estivesse conosco aquele dia teria desfalecido em nossos braços tamanha emoção.


Só que esse tipo de cara, que compra esse tipo de carro, com esse tipo de atitude, é fatalmente um merda. 
Que nem o cara do Camaro (o bumblebee do filme Transformers) que estacionou em frente a pracinha. Quando os moleques que estavam jogando bola viram o Camaro estacionado, o jogo parou. Fez-se a gritaria, alguns sacaram seus celulares capengas para fotografá-lo, debaixo de exclamações unânimes:

A MOLECADA - Um Camaaaaaaroooo!

Incluindo Pacotinho, enquanto o dono do lado de dentro permanecia imóvel fingindo que não via a molecada em êxtase. Pra quê? O que leva um merda desses a ter esse tipo de atitude? São só crianças, coisa que esse merda um dia já foi e certamente babou diante de um grande carro. 
Mas ele não. Não se mexeu, não encarou os guris e fingiu que eram todos invisíveis.

E aí eu escuto um colega de trabalho na cozinha dizendo que está fazendo um planejamento pra daqui há 10 anos comprar uma Ferrari. Um Tijucano. Aí me diga vc, o q q um Tijucano vai fazer com uma Ferrari? 

Deixa pra lá. Só acho q não tem sentido. Claro, pra ele tem. E deve haver sentido, eu é que teimo em não ver. 

É que soa pra mim como uma pessoa comum como eu, sismar em ter uma Birkin. Ah vc não sabe o que é? São bolsas tão exclusivas, que só as milionárias têm. 

Pra q q eu ia querer ter uma Birkin (da marca Hermès)? Pra andar de metrô? 
Got the point?!

SITUAÇÃO 2:

O zelador do meu prédio é um homem muito simples. 
Ele pouco fala e se atém a dizer bom dia, boa tarde e boa noite
Quando eu vim morar aqui ele já estava e muito provavelmente quando eu me for daqui, ele ainda estará. 
É, eu tenho planos de sair desse prédio um dia e ir morar numa casa com a galera, não pelo prédio, que eu amo. Pela família grande mesmo num apartamento pequeno. Eles merece uma casa, não acham?!

Mas eu acho admirável em certas pessoas, essa resignação com a vida que têm. Antigamente, pensava que a evolução se dava nos dois modos, espiritual e material, ou que uma coisa levava a outra. Só que observando melhor, quando vc olha um humilde, ele está cheio de sabedoria. E há uma muita sabedoria na inocência. 

Ele está ali há anos, faz seu trabalho diário, dificilmente falta, ainda cobre o turno de quem atrasa. Não sei se ele está insatisfeito com sua vida ou o seu salário, mas imagino que ele tenha o necessário, pois não o vejo reclamando nem comigo nem com os outros. 

Então eu me lembro das coisas que li e que dizem, o universo é trabalho incessante. O universo é movimento e nós, fazemos parte dessa máquina. Somos a centelha que ajuda o mundo a girar. 
Não estava escrito que a reclamação é mola prepulsora do universo, muito menos que o inconformismo era importante pra fazer o mundo girar. 

Daí que eu acho que às vezes ainda tenho muito muito muito mesmo que caminhar.
Minha alma ainda sofre daquele incorformismo, me falta resignação e eu adoeço se sentir que não estou evoluindo. Meu corpo combate a estagnação e não estou inventando. É verdade mesmo, eu adoeço. 
Aquela fome de crescer materialmente por mérito próprio, aquela vontade gritante de viver coisas novas e que alimentem a minha alma...

Já o sábio, tem absoluta certeza que essa vida aqui é transitória e que a verdadeira vida não é aqui, portanto ele carrega pouco e vive o presente, porque só o presente importa.

Eu... eu tenho a sensação que preciso preencher minha vida com tanta coisa, que preciso transmitir uma segurança, um conforto, uma vida de qualidade pros meus filhos, para que talvez eles se sintam protegidos. Contudo, a vida deles é deles e a minha é a minha, então lá venho eu  aqui fazer salada de frutas. 
Não tem nada haver alhos com caralhos. 
E como fazer o exercício de aquietar meu coração? Afinal, eu sou assim. 

Não, não vou ter a ousadia de terminar o post com uma pergunta. Ao invés disso, vou só concluir.
Tenho que comer muito arroz com feijão ainda pra aprender.
Quem sabe aos 60?!

segunda-feira, abril 16, 2012

Resposta ao Comentário da Baleia Azul

 
Como eu sou da old school blogueira, farei como nos velhos tempos onde tudo valia por um bom barraco e audiência. Até dar trela pra anônimo!

Querida Baleia Azul.
Você é mulher certamente e me lê, claro.
E diria mais, vc é gordinha, mal comida, se é q é comida e por isso veio falar merda aqui nos comentários.
Vou te dizer algumas coisinhas acerca da minha personalidade, porque eu acho q vc não me conhece direito, mas se doeu quando eu deixei certas dicas para seres ignorantes como usted no final do post passado.

Eu sou barraqueira sim, não levo desaforo pra casa e arroto minha falta de paciência pra quem quiser ouvir.
O blog é meu, não gostou, deita na BR.
Eu aposto como dois e dois são quatro, q vc é daquelas q além de preencher os requisitos acima, é daquelas feias q apontam os defeitos do outro e disso, felizmente eu não posso ser acusada.
Sabe? Quando eu era ignorante como vc, eu até convivia com gente igual dentro da minha família, q achava q humor era apontar o defeito do outro aonde quer q fosse, pra diminuir o peso da própria mediocridade.
Mas aí duas coisas boas aconteceram na minha vida. Uma delas, foi ter conhecido Engraçadão q me corrigia quando eu repetia os mal feitos aprendidos e outra coisa, foi eu ter parado pra me observar no espelho.
Eu não era feia, muito menos medíocre, nem esquisita, pelo contrário, era gostosa pra caralho, chamava atenção.
Então eu parei.
Entendo que isso não pode se aplicar a vc, porque né? O seu espelho deve quebrar...

Esse tipo de humor já não me apraz. É coisa de gentinha, de pessoas ignorantes de alma podre.
Nesses 7 anos de blog, vc vai achar de tudo, sobretudo eu metendo o malho em gente como vc. Gente sem educação, gente feia por dentro, gente q ridiculariza gente pra se sentir melhor.
Saiba que fora desse contexto vc não vai encontrar material pra se divertir.

Então aquela merda q vc falou lá no outro post, muito provavelmente se refere a vc mesma. Vc deve ser daquelas q tem blog pra atacar os seus desafetos né? Daquelas q monta um personagem que reflete o q vc gostaria de ser: Bonita, bem resolvida, chique e inteligente. Tsc, tsc, tsc.
Vc q deve ser mal arrumada, feia por dentro, escrota com quem não tem aparência privilegiada, relapsa até dizer chega... então quando vc me lê, vc se dói, porque no fundo queria ser como eu, mas não consegue.
E não vem com esse papo de na boa quando fizer crítica a alguém, honre suas opiniões. Deixe de molecagem. Não sou contrária a críticas! O q não tolero são calúnias. E vc tentou fazer isso comigo na caixinha de comentários.

Querida Baleia Azul, um conselho se vc me permite?
Reencarne. Porque plástica de alma ainda não existe.

P.S.: Eu não tenho absolutamente nada contra gordos. Não tenho preconceito algum. Tenho nojo de gente que reclama da vida, mas não move um dedo pra mudar. Desses eu tenho asco. Prefiro os gordos bem resolvidos, que comem com prazer e são felizes, do q aqueles que só reclamam da própria aparência e que se jogam dentro de 2 litros de milkshake pra afogar as mágoas.

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