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sexta-feira, abril 11, 2014

BRINCANDO DE SUPER-HEROÍNA


Salvar pessoas. 
Nem quando era pequena pensava nisso. Quer dizer, eu brincava muito de Mulher Maravilha ou Mulher Gato, ou Bat Menina, quando minha melhor amiga pegava a Bat Garota primeiro. Esse tempo ficou lá atrás.

Só que, como disse no post anterior, azamiga me deram uma missão e missão dada é missão cumprida. E nunca antes na história desse país, escrever fez tanto sentido. Foi essa arma que usei e não ouso reproduzir aqui, as coisas que disse, já que não quero expôr os envolvidos.
Fato, é que me pediram para fazer uma espécie de denúncia de tudo o que não funcionava bem. Pediram que eu colocasse a boca no trombone e contasse a quem de direito, todo o sofrimento, abuso e casos que rolavam naquele lugar.

Então foi isso que eu fiz. 
Curioso, que tudo foi escrito no domingo, enviado na segunda e quase nada tenha se movido do lugar hoje, sexta. Parece que passou um mês!
Curioso nossos batimentos cardíacos agitados pelo impacto das coisas que escrevi. Uma verdadeira bomba foi solta.

Ao contrário do que parece, eu me envolvi, eu me importo e não sigo indiferente. Afinal, a gente não veio aqui na Terra pra fazer figuração. 
Daí que consegui tocar as pessoas. Consegui fazer a diferença, mesmo sem ganhar medalha.
A medalha nesse caso, é saber que muita gente terá paz e infelizmente, outras não. 
As que sim, merecem por dedicação, por conduta exemplar, por ter plantado o bem.
As que não, semearam vento e hão de colher tempestade. A lei de causa e efeito, ainda que a ficha não lhe caia de imediato, ainda que não saiba que o que fazia era errado, era o mal.

A vida é assim.
Mais cedo ou mais tarde, sempre vai haver aquele que não tolera injustiça, que sabe um pouco mais sobre o certo, ou que tem a coragem que outros não têm. E esse dia sempre chega. Não adianta crer na impunidade. Não adianta se sentir acima do bem e do mal, porque existe um troço chamado livre arbítrio desde que mundo é mundo e todos, eu disse, todos têm o direito de exercê-lo em sua plenitude.

Eu detesto os não pode. E não confunda com insubordinação, porque certos não pode, não cabem. Essa palavra dá um nó no meu cérebro quando encontro esse tipo de situação.
Com dois meses de não pode, sabendo o que eu realmente podia ou não podia, decidi minha vida e graças a esse meu jeito, fui eleita para decidir um jeito para outros.

Bom, eu espero sinceramente que tudo dê certo. Estou ainda torcendo para que o desfecho seja positivo, muito embora eu já saiba que será. 
Que finalmente os que merecem, tenham o tão sonhado final feliz, porque os que plantam paz e trabalho justo, merecem bonança.

1 comentários:

Lulu on the Sky disse...

Desejo sucesso nessa nova fase da sua vida, tb vim avisar o bofe que vc indicou é o muso da semana no post de hoje.
big beijos

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