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sexta-feira, agosto 23, 2013

QUANDO A MATÉRIA CAI, NÃO QUEBRA


Aproveite que você escolheu administração para bater palmas. Vai ficar inserido na rotina até o pescoço e por mais que lide com as adversidades, sempre haverá uma saída. Um plano B.

Com jornalismo não é assim. Aliás, com TV não é assim.
Existe um termo em televisão e creio que em jornais também, chamado a matéria caiu. 
Os leigos podem pensar que o cair do termo, significa que seu computador caiu no chão, suas anotações, seus escritos... não, esquece isso. Matéria cair significa que ela não vai ao ar. E quando é a sua matéria que não vai ao ar, você tem que saber lidar com adivinha? Suas emoções, well done, Flipper!

Aliás, esse povo de comunicação é mesmo um povo muuuito estranho. Eu nem posso abrir a boca e sair chamando geral de estranho. Estranhos deveriam ser os outros que fui obrigada a conviver durante toda a minha vida, fora do meu eixo. Os de escritório, os da administração, os do operacional. Agora eu entendo porquê a vida inteira fui chamada de maluca. Porque claro, estava fora do lugar. E ainda não está claro pra mim, porque levei tanto tempo pra ter coragem de ficar com a minha galera, minha tribo.
Eu sempre fazia um pedido e uma piadinha, uma informação com uma gracinha... minha criatividade escapava pelo verbo, pelos poros, pelas piadas ou musiquinhas que inventava na hora e a galera da Engenharia adorava aquele meu jeito, felizmente até me respeitavam, porque sempre fui das que se entrega a uma tarefa. Ainda sim, isso não foi o suficiente pra me alavancar.

Agora, onde estou, faço uma piadinha e a galera faz outra. Conto uma historinha e o povo inventa junto, se canto uma musiquinha, ela é prontamente completada com outra. Estou parecendo aquela Zebra de Madagascar 2, que finalmente chega à Africa e encontra zilhões de zebras que nem ela, fazendo exatamente a mesma coisa. 

Tem o lado ruim também. Porque são todos criativos, sensíveis e claro, egocêntricos. Têm os estrelados e graças à Deus, tem os humildes que enxergam um talento em você. Mas absolutamente todos são mega sensíveis e sério, não faço ideia do porquê são assim. Claro, são como eu. Ah, vocês não sabiam que eu era sensível? Claro que sim. Só que eu aprendi a não morrer em cada derrota. Quédizê... cair e levantar sempre! Hoje segurando a onda pra não sucumbir por um tombinho.

E a matéria cai. Sempre cai em algum momento e a gente tem que rezar pra não ser o escolhido. Nas duas últimas semanas eu venho trabalhando numa ação conjunta entre Rock in Rio, Prefeitura do Rio e Estácio. A Estácio levou diversos voluntários a três praias da zona Sul pra conscientizar o carioca da importância de não jogar lixo no chão, começando pelas praias [precisava ensinar uma coisa básica dessa? Uns porcalhões!]. 
Foram distribuídas sacolinhas, muito bate papo e matérias foram feitas.
Uma repórter em cada praia, três produtores, eu incluída.
Acontece que na hora da edição, muito material tem de ser descartado. Faríamos uma única matéria incluindo as três. A minha repórter rodou na primeira peneirada e eu fiquei [APLAUSOS]. Ainda restam trinta pra sair e eu espero ser parte dos quarenta que vão formar o time de reportagem e produção no Rock in Rio. Fiquei trabalhando no material e essa semana, adivinha! Acho que quase tudo o que fiz com os outros dois produtores será mudado. 

Não que não estivesse bom, mas por estar incompleto. Com a desvantagem de essa edição estar sendo feita na Barra e não no meu Campus e isso implica em dividir as crianças, fazer com que alguns deles matem aula por mim e deixar o mais velho por conta própria até o pai chegar do trabalho. Pois é... estou me sentindo a própria Tutti. 
Claro, participei intensivamente por dois dias dessa edição, mas a mudança só veio depois que a professora deu uma olhada e optou pela mudança.
Não posso dizer que a matéria caiu, porque ela vai ao ar. Ela será exibida, só não estou me sentindo tão dona da história quanto antes. De qualquer forma, é muito bom poder experimentar certas situações sem sofrimento agora.

Aqui vai nosso último trabalho para quem ainda não viu. O grupo o qual fiz parte, contava com 6 integrantes e esse vídeo foi em homenagem ao nosso campus. Velha guarda e nova guarda. Os professores gostaram tanto, que nos autorizaram jogar nas redes e no youtube. 
Divirtam-se e comentem.



Bj na bunda!

segunda-feira, julho 08, 2013

FÉRIAS, HIATUS E NOVOS DESAFIOS, SÓ QUE AO CONTRÁRIO

Daí que mais um semestre chega ao fim. 
Pode não parecer, mas 2013 está indo pras cucuias. Parece pressa de chegar em 2014 para enfim enfrentarmos a Copa do Mundo. O que começou com comemoração e quase feriado em meio de semana com a notícia de que sediaríamos a maior festa do futebol mundial, após caída a ficha de toda a nação, ou boa parcela dela, tornou-se quase ódio da grande maioria, tão logo deu-se conta de que era uma boa e velha roubalheira anunciada.

O ex-craque e deputado de não sei lá das quantas, Romário, foi o primeiro a avisar que a cobra ia cantar no rabo da população. Só que nessa época estávamos todos anestesiados, sendo atendidos em hospitais falidos. 

Lembro-me bem, que nessa época estava ainda inserida no mercado de trabalho, lendo o email bomba da confortável cadeira com rodinhas da minha workstation, eu fui uma que deixou o queixo cair no teclado, no entanto o mesmo queixo ficou caído por uns três dias no máximo. Acredito que outros, nem conhecimento tomaram.

Me alonguei. Queria dizer que estou de férias desde o dia vinte e pouco de junho. Passei direto pelo segundo semestre, graças à Deus e apesar da loucura, que tem sido minha vida, a ideia de desistir passa correndo por mim. 

Ah vou falar a verdade. As férias andam me xoxando, não por serem férias, mas porque estou sofrendo mais pressão do que se estivesse só estudando. Sei lá qual é a relação. Aliás, não tem relação com os estudos, porque às vezes eu fantasio com a ideia de ser apenas mais uma aluna CDF. O que está me pressionando é o workshop. Porque eu saio de lá com a sensação de que não basta ser boa. Tem que ser boa, bonita, tem que querer pra caralho, tem que morar dentro da TV, tem que ter 20 anos, tem que fazer trabalhos semanais, tem que levar editado e todos têm de ficar o máximo. Se for menos do que isso, a chance pode se esvair pelos seus dedos. #ProntoFalei
Por isso eu não tenho escrito, por isso estou nesse hiatus, de mais de uma semana, mesmo estando de férias.

Aliás, houveram barracos consecutivos via facebook, porque as pessoas me atribuem um poder que não tenho. TV é lidar com egos, ainda que egos de ecos dos que já passaram pela sua vida e mesmo sem saber, já não o são. É como defuntos ressucitando pra te xingaraos domingos, porque acham que você deveria ter feito alguma coisa que não fez.
Então isso tudo resvalou no blog. Deu aquela preguicite de internet. Me joguei de cabeça no jogo Plants vs. Zombies que pelo menos ali, o único mal  são zumbis comendo meu cérebro sem proferir uma única ofensa.

Okaaay, esse é só mais um da série post reclamativo, porque sei q vocês estavam com saudadinhaaas, com patrocínio de MiMiMi Corporation.

Mas ó, a má notícia é a seguinte. Eu não vou desistir de nada, eu vou continuar encarando TV como um trabalho, eu vou fazer o melhor que eu conseguir com os recursos que tiver, eu vou entregar pontualmente o que tiver que entregar, eu não vou fazer a xuca babá de ninguém, vou cuidar mais de atingir as metas que são impostas e mais, mesmo não conseguindo morar na faculdade, eu vou me comprometer a ir lá ao menos duas vezes por semana.

Se ainda sim eu não me encaixar, é um workshop não é mesmo? Pois bem, eu vou comparecer até o fim. Na pior das hipóteses, vou ganhar experiência e mais um curso caríssimo no currículo, certo? 
Aliás, tem gente boa lá que já está fazendo isso! Então a perder, de verdade, não tenho nada.

sexta-feira, junho 28, 2013

UM POST SOBRE SONHOS

Os meus queridos 5's leitores sabem o quão teimosa eu sou, o quanto não me entrego e o quanto eu ainda sonho com meu futuro, apesar de estar na metade da vida, se considerarmos que eu morrerei aos 80. Posso muito bem já ter passado da metade e apenas não saber disso. De qualquer forma, deixar de sonhar, eu considero uma limitador, uma forma de se enterrar em vida, por isso eu sigo sonhando, fazendo planos e acreditem, buscando meu lugar ao sol, porque né, ainda não foi do jeito que eu planejei.

Às vezes eu olho pra trás, não raro aliás e fico pensando que as escolhas foram quase todas fora da ordem natural das coisas. Fui dar uma de esperta e não escolhi com inteligência. Contudo, ao olhar meus filhos, sei que eles foram fundamentais pro meu amadurecimento. São meus salvadores, isso é inegável, porque eu sou das que desarvoram. Ou seja, quem manda nessa porra é Deus!

Então, agora que completei 1 ano de dona de casa, estudante, do lar e todos esses rótulos que pairam por aí, (será que uso ou não o finalmente?) acho, encontrei-me com aquilo que nasci pra fazer. 
Bem, sabe o medinho? Ele está lá também. Pois é, porque o mercado exige juventude, ainda mais esse, o qual estou paquerando. 

Comecei com o projeto de TV na faculdade, assim que iniciei o segundo período em Jornalismo, não sem antes dar um pé na bunda da bendita Publicidade. Tudo começou porque a Estácio leva desde a última edição, alunos do curso de comunicação  ao Rock in Rio para cobrir o evento. A Estácio aliás, é a única universidade presente a fazer essa cobertura e tudo o que a gente quer, é ver os shows de graça  experiência no currículo; é ter um evento grande pra chamar de seu, óbvio!

Vou pular a parte do quem chamou, quantos barracos tiveram e quantos já entraram e saíram desse gurpo, Ok? O nosso programa aliás, foi criado pra nos ambientar com a câmera, com trabalho de edição, com roteirização, etc. Então, oito cabeças montamos o escopo do que seria, escalamos equipe, juntamos esforços com gente de outras disciplinas, porque uma andorinha só não faz verão e assim o programa foi indo. Não foi concluído ainda, precisamos de 13 prontos para oferecer em alguma emissora, mas ainda sim, entrar no Rock in Rio, pegar experiência e aprender é o grande objetivo. 

Só que entrar no Rock in Rio é algo semelhante a encontrar a chave da arca perdida. Eu simplesmente não fazia ideia de como aconteceria, se me chamariam e por fim, já estava me acostumando com a ideia de não ir, porque eram tantas histórias que me chegavam ao ouvido... sem contar que ajudei a derrubar pessoas que poderiam influenciar na minha ida. 

Ah, vai dizer que vocês não sabem que eu derrubo quem não produz, tolinhos? Pois derrubo. Não estou na faculdade pra fazer alianças, nem pra trabalhar pelos outros, aliás, já tenho 3 filhos e já está de bom tamanho. Trabalhar pros outros levarem a fama no MEU LOMBO, sinto muito, não rola. Não sou evoluída espiritualmente pra fazer trabalho além de mim, sem contar que é 0800. Eu ando que nem a rainha de copas do filme de Alice! Deu mole, eu corto cabeças. Isso, porque ainda sou nobody, mas a fama de filha da puta, ah essa...

Voltando, a boa notícia é que fui incluída nesse workshop preparatório para o Rock in Rio. 
Eu e algumas boas cabeças do programa que fazemos na faculdade. Estamos felizes, contentes, radiantes, estimulados... e já no primeiro dia, além de ter tido aquela sensação mágica de "encontrei minha turma", de "sim, é isso que eu quero pra minha vida", ou ainda de "eu nasci pra fazer isso, agora eu sei!", junto vem a cobrança interna de que não posso falhar. É que, lembram do primeiro parágrafo? Pois então, já estou na metade da vida e talvez minha cútis denuncie minha idade.

Não sem antes contar parte da mágica. Aliás, foi um chororô (meu). No primeiro dia, ao entrar na sala de aula, atrasadita claro, encontrei a moça que dirigiu um programa o qual fui âncora em 2009, que nem divulguei aqui por motivos de estou sendo cautelosa para não azedar o que ainda não existe. Pois bem, essa moça, Patrícia Cupello na ocasião, era professora de Fernanda Freitas, ex-aluna da Estácio do Campus de Madureira, para quem eu e amigas fomos quebrar um galho e aparecer, fazendo o A La Carte TV, baseado no blog Mulheres A La Carte. Aquele blog coletivo o qual eu fazia parte. Era um talk show de 30min, onde eu e Dani Antunes éramos as âncoras, Má Albergarias falava conosco via chat ao vivo e contava com 3 blocos e 3 entrevistados. Claro, falávamos de sexo, relacionamento, trazíamos perguntas do twitter e divulgávamos o twitter da pessoa... ou seja, super inovador pra 2009. Por isso tanto sigilo, por isso tanto segredo. A gente punha o twitter no palco com a gente, quando essa ferramenta nem tinha tanta notoriedade, por isso o medo de vazar e a ideia de  sermos roubadas. Nem a MTV procedia assim! No fim, nem uma coisa, nem outra. Tornou-se lugar comum pós-Show da Vida. 
Agora, Patrícia Cupello é minha professora de Reportagem e Produção. Não tinha como não ligar os pontos e se emocionar, até porquê a história de vida dela é de muita batalha e ela chegou lá. É um espelho, é um grande exemplo pra mim. Impossível não vazar pelos olhos!

Voltando ao presente. Adorei a sensação de segurar o microfone, adoro a sensação de ter uma câmera apontada na minha direção e quando isso acontece, de microfone na mão ou de lapela, baixa o caboclo faladô em cima e eu falo, eu apresento, eu brilho. E bicho, nessa hora dá um frio na barriga, porque eu tenho visão pra editar, eu tenho visão pra roteirizar, eu tenho visão pra dirigir, pra produzir... e isso é meio que uma merda, porque a gente precisa ter foco! Além do mais, tudo o que eu quero é ficar em frente a câmera e ser VJ. É isso o que eu quero, é pra isso que eu vim, mesmo estando na metade da vida, partindo da premissa de que poderei morrer aos 80.

Nada está garantido. Não ainda.
É um workshop eliminatório, onde os candidatos fazem exercícios todo final de semana e o grau de dificuldade vai aumentando progressivamente. Não sei em que ponto exatamente eles vão bater o martelo e dizer quem está fora, mas estou prestando atenção em cada palavra dela, estou me empenhando e fazendo tudo direitinho para ir. 
Claro, eu já me vejo lá entrevistando o Muse, me "vingando" de Jared Leto pelo show merda que eles fizeram aqui ano retrasado e mais que isso, participando de um evento desse porte, tendo a oportunidade de trabalhar na área que escolhi e com isso, escancarar as portas pras grandes emissoras, se Deus quiser. 
É isso e isso não é fácil. 
É bem parecido com aquele dito popular: Rapadura é doce, mas não é mole!

quarta-feira, maio 29, 2013

PRA FAZER TV DE QUALIDADE


1.
Pois é, quando eu resolvi mudar de curso da Publicidade para o Jornalismo, não tinha ideia de onde isso ia parar. Ainda sofrendo forte influência dos meus pais, me via trabalhando num jornal de grande circulação do Rio, de onde meu sonho de trabalhar escrevendo ficou enterradinho a sete palmos da terra  por muito tempo e que tão logo minha vida foi virando conforme a maré, mantive esquecido no santo sepulcro da minha mente.

Assim que reativei o sonho do Jornalismo, esse sonho pulou lá da sepultura tal qual uma janela de pop up pula na sua cara, sem mesmo você sequer pensar no assunto. Então eu fui convencional, até participar daquele processo seletivo de estágio, onde me vi segurando o microfone no início do ano. 
Claro, fui muito bem numa parte, fui péssima em outra, estava nervosa, mas não adianta. Meu bom jeitinho de falar está ali. E todo jornalista é róbert, salvo raras exceções. Mas o bichinho ficou lá... a espreita.

Então, um ex-colega de faculdade chamou uma galera de jornalismo pra fazer um programa pela faculdade. Ele tinha por objetivo nos capacitar e levar-nos pro Rock in Rio pela Estácio, que é uma das patrocinadoras. Porque já experimentou uma vez  participar do evento estando totalmente cru e tendo que se virar na hora, daí veio a ideia de formar-nos em tudo que fosse possível. 

2.
Oito adeptos comigo incluída. Esse foi o primeiro grupo. Mas nosso herói é um cara muito ocupado e promessas o vento leva. Envolvido em dois estágios, ele acabou deixando o grupo à deriva, que acabou desmotivado. 
Apenas eu e outra menina, putas da vida, resolvemos tocar o projeto mesmo sem ele. Criamos um grupo no facebook, mantivemos alguns da formação anterior, chamamos outras e tiramos todos os integrantes que representavam peso morto, inclusive nosso heroi, que claro ficou revoltado conosco e assim surgiu o programa Vai Vendo, de um dos nomes que eu sugeri, escolhido pela maioria por voto.

Péraí! Surgiu não. Está surgindo.
Aproveitando a pecha sugerida pelo nosso ex-colega em reunião de pauta, nosso programa atinge em cheio o aluno de faculdade. Ao invés de ficar empurrando coisas goela abaixo do telespectador, nossa ideia é colocá-lo em cena obviamente, junto com uma personalidade da grande mídia. E aí, pretendemos mostrar tudo de interessante da vida de universitário. 

Sim, objetivamos o UTV e pra isso, precisamos de pelo menos 4 programas gravados, mas pra fazer um programa de qualidade não basta ter um rostinho bonito, apresentado com um texto legal. É bem mais que isso. A gente precisa de uma abertura digna, com vinhetas descoladas e definir a marca do programa. Hoje, é justamente isso que nos impede de avançar. Porque não temos pessoal de Publicidade suficiente, interessado em nos ajudar. Só os de jornalismo se candidatam. 

E arrumar alguém verdadeiramente interessado é que é o X da questão. E digo mais, aqueles que já trabalham fora, com horários estabelecidos, com uma rotina, têm uma postura, os que ainda não, perdem o interesse tão logo esfrie a paixão e vire obrigação. Esses infelizmente, são o perfil do futuro publicitário que chega a nós.

3.

Claro, nós temos uma agência dentro do Campus que vai nos ajudar, no entanto, eles nunca, jamais, em tempo algum, tomarão a iniciativa de fazer por nós. Eles no máximo nos darão uma força, porque com 3 cabeças, atendem a uns 5 campus ao menos. Eles também recrutam jovens estudantes de publicidade para trabalhar voluntariamente lá, inclusive dão bolsa de estudos para quem for bem avaliado no quesito, produtividade, interesse, assiduidade, mas sofrem do mesmo mal que a nossa equipe do programa. A paixão se vai, junto com o candidato de PP.

Posso dizer que 70% do programa foi gravado. Eu e uma amiga de PP com veia jornalística roteirizamos, outros novos integrantes vindos do primeiro grande rodo, vieram com ideias primorosas e muito pique, então sou âncora, temos repórteres de rua, um fotógrafo na equipe e já concluímos as entrevistas.

4.

A fase final e mais difícil pré-edição, é concluir nossa abertura, trilha sonora e vinhetas. Sem falar da pós-produção que me leva a suspeitar que ainda estou nos 50% do programa.

Nos quadros de rua, é preciso mais que perguntas pautadas. Requer paciência, porque ao contrário do que se vê na televisão, brasileiro foge de câmera. Impensável até ontem, né? Mas é verdade!

Com essa experienciazinha na bagagem, vou preparar a malinha pro curso de férias que a própria faculdade vai oferecer, praqueles que almejam participar do Rock in Rio. 

Nem que eu tenha que morar 1 semana na minha mãe, nem que eu tenha que dividir as crianças, nem que... sei lá. Nessas horas, sempre aparece um jeito. Além do mais, Deus sabe que essa é a única ou última oportunidade que eu tenho. 

Legenda:
  1. No sentido horário: Eu, Taiga e Vanessa;
  2. Gravação dos âncoras: Eu e Igor Peres
  3. Entrevistando o músico e aluno de PP, Rafael Lobo, sob a atenta direção do Prof. Franklin
  4. Antônio, repórter nesta edição, entrevista Marília, gerente de uma das lojas de uma famosa cadeia de salões do Rio.

domingo, abril 14, 2013

SEMANA DE PROVAS QUANTA NOVIDADE

 
Pois é, essa semana que passou foi a temida semana de provas. Medo, suores frios e uma preguiça eterna de passar pelo transtorno de lidar com casa, crianças e um monte de coisa pra estudar.
Sem perceber eu fui me planejando com antescedência, fazendo os trabalhos mais cabeludos antes, tanto que Semiótica, meu mais novo capeta, foi entregue antes de prazo.

Resolvida a questão Semiótica, veio o fantasma Computação Gráfica e Editoração Eletrônica. Matéria essa que eu pensava ser moleza, já que sempre tive jeitinho com máquinas. Tsc, tsc, tsc, ledo engano. Estreamos no Photoshop e eu percebi que esse tal programa é um coo de tatoo. Não me dei. Simplesmente não me dei. Não sou capaz de fazer uma arte sequer nesse inferno de programa.
Nessas horas, o mais fácil é botar a culpa na fessora, que claro, saca tanto q não estou bem certa se o método de ensino dela é dos melhores. Saber pra caramba não é sinônimo de saber explicar à vera!
Essa inclusive, foi a única nota que já saiu. Míseros 5.5. Deveria tirar ao menos um 6.0 para não ir pra terceira avaliação, mas infelizmente não deu.
 
Faltam ainda as notas de Fotojornalismo, um trabalho que fiz sobre o fotógrafo Custódio Coimbra, de O Globo. Quem quiser conferir entre aqui; Metodologia Científia (a treva), cuja prova nem sei dizer se foi boa ou ruim; História da Mídia, que apesar de eu ter estudado bastante, subjuguei a matéria achando q me daria bem de cara, mas q no entanto... e Comunicação Comunitária, que se a professora não interpretar opostamente tudo o q eu escrevi, posso tirar uma boa nota.
 
Das coisas boas que aconteceram essa semana, foi minha volta pra academia.
Pois é, eu estava correndo e andando na pracinha ano passado. Entre idas e vindas, parei de vez na ocasião das provas de final do ano sem conseguir voltar desde então. Sabe aquela coisa, pracinha já deu? Então, não teve Deus que me fizesse voltar a caminhar.
Então eu parei e pensei, tá na hora de disciplina, tá na hora de pagar! Peguei a graninha q eu tinha reservada e paguei 3 meses de academia assim direto.
 
Sabe-se Deus o q vai acontecer nesse período. Fato é, voltei praquela academia q eu mais gostei e que não frequentava desde 2006, quando engravidei do Sr. Cabeça de Bolinha. Ali eu faço Localizada, Dança, Muay Thai, Hidroginástica, Spinning, Musculação, Natação, Yoga, Alongamento e sei lá mais o q. Claro q quem tá lendo isso deve estar pensando que pra fazer tudo isso eu terei de morar na academia. Não, não é bem assim. Cada aula dura cerca de 40 min. Então dentro do espaço de 2h por dia (inclusive aos sábados), é possível vc juntar 3 atividades ao menos. Tudo o q eu preciso é de diversidade. Não gosto de rotina e pra quem odeia se exercitar como eu, o melhor é poder fazer várias atividades diferentes de uma só vez.
 
Meu plano é ir 4 vezes na semana, já que a princípio só poderei frequentar por 3 meses, mas tenho fé que até lá, consiga um milagre, uma grana, um estágio, ou um emprego de meio período, qualquer coisa que me permita deixar os 3 cheques do trimestre da academia. Ah não contei né? Fui e voltei de bicicleta na semana passada e só essa viagem da minha casa até a academia já vale um post.
Por hoje é só pe-pes-soal!
 
Bj na bunda.

quarta-feira, dezembro 12, 2012

PASSOU-SE UM PERÍODO INTEIRO


Chegamos ao final do ano de 2012 e eu mal consigo acreditar que passei direto em todas as matérias na facool, com notas acima da média. 
Não necessariamente gabaritei, como meu mais próximo colega de facool, o Nilson Guimarães que conhece quantos habitantes por m2 contém cada estado brasileiro, mas fiquei ali coladinha, tirando nota máxima nos trabalhos, etc.

Estou mega-orgulhosa de moí! Melhor, estou de fééériaaas! E nem fodendo vou fazer a AV3 só de curtição. Fessor Marcelo que me perdoe, mas assim que acabarem as aulas dos 2 outros filhos, vou viver boiando dentro d'água com as crias, porque ficar em casa com esse calor... nem a pau, Juvenal!

Sabe o que eu achei mais legal? A minha turma era cheia de facções, né?! E existia de minha parte um certo preconceito de achar que porque os caras eram do turno da manhã, muitos desistiriam , ou não levariam a sério pelo fato de serem novinhos e tals ou quem sabe sustentados. É que eu já fui novinha, desistia fácil das coisas e já fui sustentada, portanto sei q essa é mais q as outras, a fase da preguiça. Nesse caso, o mundo corporativo dá um aulão. A gente aprende a ser gente com preguiça e tudo! Ou morre tentando...

Mas ó, falava sobre olhar torto pro povo que batia papo com o fessor explicando matéria, ao ponto de atrapalhar mesmo a aula, ainda q eles estivesse falando em paralelo sobre a aula. Não conseguia ver tanto interesse, então eu não colava neles, só nos intervalos e ainda sim... eu não colava (Rafa, Antônio, Alessandra, Cadu, Maíra, Gisele... me desculpem);  tinha a galera que chegava meeeega atrasada todo dia, ou quase sempre, porque moravam longe e por mais q a gente se encontrasse na hora do "recreio" e desse mega-gargalhadas juntos, ainda sim, a gente nunca fazia trabalho junto (leia-se Igor, Vanessa, Tairini, Felipe e aquele outro menino q não fala q eu esqueci o nome... ), tinha a galera muito estranha e esses continuaram muito estranhos e isolados até o fim do curso sem facção alguma, porque nem eles próprios eram uma facção. 
E vários singles sem facção alguma, tipo a Caroll que mais não ia do que ia, ou às vezes dormia, a Camille, q mas sempre tiravam boas notas e bombavam nos trabalhos, ou o Pedro Henrique, que putz, super inteligente, gente boa, q esse dava inveja mesmo. Porque eu queria ser inteligente que nem essas pessoas que guardam assuntos importantes na cabeça e sabem falar ou debater sobre quase tudo nessa vida. Essa não sou eu. Sou boa de enrolar, por isso confundo geral! 
Esqueci alguém?

Mas algo aconteceu no final da primeira avaliação com todo mundo! De repente, a turma começou a ficar mais coesa e parte do culpado foi o FAcebook, que uniu as pessoas numa mesma agonia. Foi hilário!

O povo contando as neuras, estudando junto, rindo um do outro, se conhecendo melhor, então aquele muro que separava as facções mostrou, que ali, está todo mundo interessado sim, só que a sua maneira. E mesmo aqueles q eu achava que não estavam muito a fim, ledo engano meu, eles se davam bem, tiravam boas notas, tanto quanto eu. Foi maravilhoso ver isso acontecer!

Daí, que eu tirei uma foto de todos eles, sem migo, claro, no último dia de aula e posso dizer que a maioria passou! E cara, foi uma foto linda, de um momento que eu vou guardar com muuuito carinho.

Sabe como é né? Quando eu me dei conta de que iria fazer mais uma besteira com a minha vida, boicotando meu grande sonho que era me formar em Jornalismo, eu parei tudo. Resolvi pegar as rédeas rapidinho. Porque eu sou dessas que se sabota em prol do material, do pé no chão, do tangível e dessa maneira vou adiando minha felicidade. Luto pra caralho, mas vou sempre pelo caminho que não me pertence e indo pra Publicidade estaria repetindo mais uma vez, esse cansativo padrão. Assim foi com o Ballet, assim foi com a música, assim foi com o teatro e ouso dizer, q até com a agência de modelos, quando meu telefone tocou e eles tinham uma única foto decente minha tirada pelo Paulo Teixeira, um fotógrafo q hoje mora em Paris, eu joguei a oportunidade pela janela sem pestanejar, porque tinha conseguido meu primeiro emprego numa empresa de merda, com meu lindo salário de merda! Essa sou eu...

Tá vendo como eu sou lenta? Eu falo e vcs não acreditam! Precisou passar 40 anos pra eu finalmente parar de me sabotar.
Que cu!

Mas que seja. Não é tarde! É difícil, mas não tarde. 
E foi assim que ontem eu pedi transferência pra noite, com habilitação em Jornalismo. Vou deixar esse grupo tão bacana logo agora q tava ficando tãão bom. 
Nossos encontros serão só no Facebook daqui por diante. Será um corte no real, porém acredito que continuaremos dividindo coisas boas e ruins virtualmente e guardando cada vez mais carinho um pelo outro.

Obrigada pela oportunidade queridos. 
Foi muito do caralho!

quarta-feira, dezembro 05, 2012

De onde vem o desempenho?


É o q eu tenho me perguntado frequentemente!
De onde vem esse desempenho? 
Ah já sei! Vcs vão dizer q esse é o momento certo. Por isso eu venho me comportando q nem uma nerd desvairada desde q voltei ao banco da faculdade.
Mas eu não conheço essa pessoa.

Pacotinho não. Desde q ele entendeu, q é na escola q ele vai aprender como gira o mundo e depois de uma passagem pelo integral e conheceu rotina de estudo, rapidinho se tornou um dos melhores da turma. Já eeeeeu? Eu nunca fui essa. Quédizê, até fui. Até a quarta série, eu fui bem. Depois degringolou.

Minha mãe não vai gostar nada disso. Principalmente se ler o post, não vai gostar.
É certo q num determinado momento, a vida conjugal deles passou a ser muito mais importante que a escola e logo depois disso, eu esqueci o q era ser uma pessoa interessada. Ela me contava tudo apesar dos meus 7 anos! 

Repeti a sétima, a oitava e o primeiro ano do ensino médio. Então fiquei com essa sensação de q não era boa aluna. De q não prestava pra muita coisa e isso sim, era uma coisa q me assombrava desde q resolvi voltar pro banquinho da escola. Ainda mais depois dos meus três mosqueteiros!

Daí a passar direto em várias disciplinas? Isso está me encafifando por demais.
Se eu estou feliz? Claro! Mesmo mantendo a sobrancelha levantada, estou feliz. É, estou com aquela sensação boa de q é o momento certo e q estou reencontrando aquela menininha q se perdeu na quarta série.

Então eu fico pensando... será q eu fiz tudo errado? Sofri por problemas q não me pertenciam e dos quais não cabiam a mim resolver, mas foram as minhas escolhas fazer o q? Daí essa certeza de q eu seja lentinha, só q as pessoas não acreditam...

De qualquer forma, esse reencontro está me fazendo muito bem.
Está fazendo mais bem do que minha conta corrente, mas nem com isso estou conseguindo me desesperar, porque creio q Deus como sempre terá uma carta na manga na hora H.

Por isso, eu continuo seguindo.

quinta-feira, outubro 04, 2012

SEMANA DE PROVAS... DE FOGO


Morrendo de medo que essa semana chegasse. 
Dia de prova. 
Meu terror: Economia.
Não pela economia em si, mas por achar que sou burrinha.

Meu ensino médio quando ainda era segundo grau foi tenebroso. Me envolvi demais naquele turbilhão conjugal q nem era meu e por raiva, tristeza e revolta fui de mal a pior. 
Repeti de ano três vezes, não queria estudar simplesmente, não entendia muita coisa e isso eu carreguei comigo. 
Sempre fui ótima repetidora e esforçada, mas inteligente mesmo, tinha um bom tempo que não me sentia assim.

Nisso a empresa a qual fiquei por mais tempo foi boa, porque ali eu percebi que tinha sim uma pontinha de inteligência, jogo de cintura e outras qualidades e isso me deu coragem pra romper com tudo e voltar pro banco escolar. Olha aí as coisas fazendo sentido! ;-)

Só q semana de prova, três filhos e eu burrinha...? Ai... seinão.
Então veio a primeira.
Estudar, estudei como Deus quis. Entre gritarias, correrias, bolas na sala, louça na pia, chão sujo e tudo espalhado. Abandonei a culinária e mesmo encarando um fim de mês com pouca comida na dispensa, eu priorizei os estudos e esbanjei criatividade nas refeições. 
Tudo como Deus quis.

Então a primeira prova foi de Sociologia. Ainda não sei a nota mas lá no íntimo, sei que acertei bastante. Saí de lá com as pernas bambas de tensão.
Análise Textual foi outra peleja q me dediquei bastante no início do período, mas depois larguei de mão,  vindo pegar só na véspera. Esta, uma prova virtual cheia de múltipla escolha, eu também fiquei com aquela sensação de ter acertado mais da metade. 
Dois trabalhos transitam nesse campo: Fotografia e Introdução às profissões em comunicação e eu rebolando na boquinha da garrafa tendo que não dispersar e estudar pra Economia. Felizmente essa prova teve muito de interpretação de texto, além do que, numa tacada de sorte, caiu exatamente o que eu estudei (ontem!). 

Não faço ideia de qual nota vou tirar, mas saí de lá com aquela pontinha de orgulho de que a burra que viveu comigo tanto tempo está se despedindo.
Tudo é uma questão de eu não fazer corpo mole.
É uma questão de eu não desistir e ignorar as tacadas de bola, a gritaria, a correria dentro de casa...

Outro ensinamento que estou usando para não distrair, é o treino do "ouvido de mercador". Fiz muito isso por longo tempo da minha vida, quando minha mãe enchia meu saco e falava horas a fio no meu ouvido, então minha mente viajava, ia para lugares distantes e incríveis. Estou usando essa técnica quando as crianças berram, brigam ou choram enquanto eu estudo. Se não estão se matando, eu permaneço sentada concentrada nos estudos. Se o bicho pega, então eu levanto, dou esporro em geral, pego algum pelo braço e ponho no cantinho do castigo até ler outro capítulo.

Não posso esquecer que Papai do Céu também está dando uma força. Claro, porque sem Ele...
Mas e nas próximas avaliações, como há de ser?
Há de ser então, né?

domingo, agosto 26, 2012

E assim caminha a humanidade

 
Para resumir, as coisas andam desse jeito:
 
  • As caminhadas acabaram, a não ser até o Banco do Brasil pra pedir financiamento estudantil;
  • Ver meus filmes é algo que não sei se continuarei conseguindo. Só nas brechas. Quais?
  • Filhos e afazeres domésticos são uma prioridade, mas não é garantia de eficácia;
  • O blog está muito às moscas, haja visto que postar de celular é impossível pra mim;
  • Marido continua tendo atenção só nos finais de semana, porque em dias úteis somos podres corpos acabados em cima de uma cama;
  • As crianças ao mesmo tempo que me esgotam, me reenergizam. Até quando?
  • O estudos acontecem nos horários mais improváveis possíveis, mesmo assim, minha irmã jura que vai piorar!
 
Com tudo isso, ando feliz da vida.
Estou conhecendo um admirável mundo novo, tenho escrito menos merda e infelizmente, não pra vcs, meus queridos 5's leitores, haja visto que só meus professores os lêem (coitados!), ainda sim, não me lembro de ter me sentido tão bem há muito tempo.
 
A moça que cuidava da minha cabeça devia saber que estou sendo desafiada diariamente, sinto a Terra girar abaixo dos meus pés e me sinto parte do mundo. Tudo isso justifica minhas ações esse ano. Foi por isso, que eu rompi com os padrões e fui em busca dos meus sonhos. Mas não posso esquecer nunca, Engraçadão é o grande realizador. Sem ele, eu jamais conseguiria.

segunda-feira, agosto 20, 2012

PRIMEIRO DIA DE AULA


Ainda não tenho uma opinião formada disso aqui. Estou postando de celular, porque semana passada não deu. Fico inspirada só depois do café, lembram? E depois do q foi a maratona pra pegar financiamento estudantil e q ainda não teve um final feliz, posso dizer q foi mais q falta de tempo!

Me atrevi a levar as crianças hoje e esse foi o momento fail do dia! Larguei D. Miúda berrando nos braços da professora e saí c apenas dez, eu disse DEZ minuos de distância entre o trajeto, engarrafamento, falta de estacionamento e a minha aula! Tudo isso sem café da manhã.

Felizmente consegui uma vaga rápida. Bingooo. Mais rápida q o trânsito. Pra que sala eu vou? Onde fica? Qual a grade? Trouxe caderno, lápis, caneta? E borracha veio?
Pois é, sou digna de bullying. Peguei um caderno velho de Pacotinho e materiais usados e vim voada.

Pegay a grade, já sei a sala e felizmente hj, não terei o primeiro tempo o q facilitou a parte da alimentação. Mas não posso viver disso. Sai caro e eu não recebo mais TR, lembram?

Felizmente o último tempo também não terei nesse semestre, o q não impactará na bora de buscar as crionças. Só posso concluir q Deus está do meu lado. Esperança...

Aqui tem muita gente de tênis. 
Já q a aula ainda não começou, essa foi a única percepção que eu tive.
Será q daqui a algum tempo eu vou virar Aloka do tênis também?

sexta-feira, agosto 03, 2012

VOLTA PRA FACOOL - A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM!


Eu sei que meus amigos de verdade estavam na torcida. Eu estava na torcida! Não que eu tenha perfil de estudante de verdade. 
Eu já fui muito boa nos estudos em certa época na minha vida, mas essa pessoa se perdeu nos problemas alheios dos pais. Pois é... inevitavelmente eu não era cercada de taaaanto amor, carinho e atenção deles no meio dos meus 12, 13 anos e aí foi só ladeira abaixo. Eles atravessavam uma crise conjugal braba e eu estava mergulhada de cabeça nela. Tive uma melhora, depois relaxei.

Ainda sim terminei o ensino médio, alguns anos depois ingressei na faculdade com entusiasmo, mas outros problemas me afastaram. Compra de apartamento, filhos, agenda apertada, tudo isso me afastava do regresso! E eu agora me sinto madura o suficiente pra voltar. Todo o meu lado bom transborda e eu quero mesmo entender sobre esse admirável mundo novo que piloto instintivamente há 8 anos.

Ah! Me matriculei na faculdade não contei?
Ano passado, prestei vestibular correndo pra Estácio e pra Veiga de Almeida. Inacreditavelmente passei nas duas. 
Na Estácio só não passa quem já morreu, então eu não me sentia verdadeiramente inteligente. Ao contrário da Veiga que cai todas as matérias na prova. Absolutamente todas! 

Me deparei com assuntos como lentes (vi isso em física há zilhões de anos atrás e tô cagando pra elas, desde que meus óculos funcionem...), biologia, matemática, além do bom e velho Português meu amigo de longa data! Teve redação... 
Eu sei que chegou uma hora, em que eu já marcava tudo respondendo foda-se. Ainda sim me classifiquei raspando! Não tenho coragem de dizer a nota, tá? Fiquem na curiosidade mesmo.

Depois começou meu dilema. Como ganhava mal pra caralho naquela empresa, não tinha condições de pagar uma facool. Então eu apelei pro SisFies e foi assim que começou meu calvário. Olha q essa história está rolando desde janeiro. E como tudo na minha vida, a resposta estava bem debaixo do meu nariz! Eu sou lenta e míope, já está escrito nos anais da minha vida... Eu não sabia do meu diploma, nem do meu histórico escolar do ensino médio. Aqui não estava.
Abri um processo junto ao MEC, porque a escola em que eu estudei foi pras cucuias. E processo no MEC amigo, é pior que subir de costas ajoelhado a escadaria da Penha. Se eu nem nunca subi andando...

Então chegou uma hora em q eu imaginei que essa papelada estivesse na EStácio, já que estudei lá em 1996 um dia! E danei a procurar, tentar retomar minha matrícula antiga e nada. Em outro momento eu questionei se teria mesmo de voltar a estudar. Talvez o universo me quisesse dona de casa, vai saber?!

Só na semana passada, quando veio a resposta da EStácio me dizendo que toda a documentação que entreguei foi cópia a solução apareceu, quando eu já estava prestes a jogar a toalha, bater com a cabeça na parede, essas coisas... Daí eu pensei (adivinha, eu uso tutano!): se eu entreguei a cópia do diploma mais histórico, os originais só poderiam estar num lugar!

MINHA MÃÃÃÃÃÃÃÃEEEE!

Foi então que corri, passei a mão no telefone e liguei pra ela. 
Ela tadinha, acabou procurando àquela hora da noite e encontrou a papelada. Me trouxe tudo já no dia seguinte e nesta última segunda feira fui à Estácio me matricular no curso de Publicidade e Propaganda. Inacreditável.
Então retomei minha inscrição no SisFies e semana que vem levarei a papelada exigida pra dar entrada no pedido de financiamento dos estudos.
Têm noção?

Aaah que belezaaaa!
Minha mãe me salvou! Eu procurando o bagulho há 6 meses e estava o tempo todo na casa dela.
Então passamos por outro obstáculo. Para eu ir pra facool, Engraçadão terá de estar em casa com as crianças certo? Pois se depender do chefe dele essa resposta está INCORRETA!

Ele simplesmente não quer adiantar em 1h o expediente do meu marido. Não conversei, nem caí no choro. Deus está comigo. Corri lá e pedi para trocarem  meu turno pro horário da manhã. Como a Estácio é linda e fofolésima, fez tudo sem demora. Claro, estou um pouco tristucha, porque eu sou da night. As coisas funcionam melhor em mim à noite, mas não será má ideia aproveitar esse tempo.

As aulas ainda não começarão segunda (06/08), mas acredita-se que liberem a grade ainda na próxima semana.
Estou muito feliz zentchi! Muito mesmo. 
O fato de não ficar parada me deixa em paz e me fortalece. Preciso de evolução em tudo o q faço, é da minha natureza. 

Estou pensando sériamente em trabalhar de atendente de telemarketing à noite para complementar a renda, que tal? 
Pensa só! Eu poderei estar estando esclarecendo dúvidas, além de poder estar estando atendendo algum de vcs, realizaram? O único problema é q eu não poderei estar estando fodendo, muito menos poderei estar estando ter vida social... 

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